Visita à Unoesc deixa futuro de mais de 150 crianças mais perto
“Quando eu crescer, quero trabalhar em laboratório. Ser como o Jackson”, diz Gabriel Andrione Antocess, de seis anos, que com essa idade já se identifica com o Curso de Ciências Biológicas e com Jackson Fábio Preuss, que trabalha nos Laboratórios de Zoologia e Botânica. Gabriel e mais de 150 crianças e adolescentes do projeto ‘Segundo […]
Publicado em 29/07/2010
Por
“Quando eu crescer, quero trabalhar em laboratório. Ser como o Jackson”, diz Gabriel Andrione Antocess, de seis anos, que com essa idade já se identifica com o Curso de Ciências Biológicas e com Jackson Fábio Preuss, que trabalha nos Laboratórios de Zoologia e Botânica. Gabriel e mais de 150 crianças e adolescentes do projeto ‘Segundo Tempo’, de Descanso, apoiado pelo Governo Federal, vieram conhecer a Unoesc – Campus de São Miguel do Oeste.
Conforme o coordenador do projeto, o educador físico Itamar Berté, a atividade faz parte do ‘2° Recreio nas Férias’ e a escolha do local para a visitação foi um consenso entre monitores e alunos. “Ao invés de conhecerem outro lugar, escolherem visitar a Unoesc”, destaca Berté. Segundo ele, a intenção da visita é aproximar o Ensino Superior da realidade dos alunos. “Temos que valorizar o ensino da Unoesc. Queremos mostrar que essas crianças podem ser alguém no futuro”, ressalta.
Anos pela frente
O aluno Anderson Carvalho, 16 anos, pretende estudar na Unoesc futuramente. “A visita foi muito boa. Claiton Bonamigo, de 13 anos, é seguro ao falar: “Quero ser engenheiro”. Segundo ele, a visita foi muito interessante. “Conhecemos muitos lugares”, destaca.
A aluna Ana Paula Ramos, 11 anos, diz que o Laboratorio de Zoologia foi o que mais chamou a atenção. “Gostei, pois nos divertimos bastante. O que mais me chamou a atenção foi uma aranha. Eu fiquei com um pouco de medo, ela estava viva e era grande”. Ela conta os anos para estudar na Unoesc. “Quero ser enfermeira. Eu cuido de um bebê de sete meses e descobri que gosto muito de cuidar das pessoas”, afirma.
O coordenador do projeto considera que o programa, oferecido desde janeiro de 2010, já rendeu algumas melhorias. “Muitos deles melhoraram a coordenação motora, conseguimos incluir as crianças no esporte de desenvolvimento e os pais também estão reconhecendo que o programa é muito bom”, afirma.