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Graduação Tecnologia Chapecó

Unoesc Chapecó traz aprendizado e novos desafios da Competição de Robôs

Os acadêmicos do curso de Engenharia da Computação da Unoesc Chapecó participaram, na última semana, do Winter Challenge XI – Competição de Robôs no Instituto Mauá de Tecnologia, São Caetano do Sul – São Paulo. A equipe da Unoesc Chapecó, chamada de OeSC-Spark, foi representada pelos estudantes Guilherme Danielevicz Ceroni, Felipe Kwiecinski da Silva e […]


Os acadêmicos do curso de Engenharia da Computação da Unoesc Chapecó participaram, na última semana, do Winter Challenge XI – Competição de Robôs no Instituto Mauá de Tecnologia, São Caetano do Sul – São Paulo. A equipe da Unoesc Chapecó, chamada de OeSC-Spark, foi representada pelos estudantes Guilherme Danielevicz Ceroni, Felipe Kwiecinski da Silva e Luan Angelo Techio. Eles disputaram em duas categorias: Robôs Sumô de 3 Kg controlado e em Seguidor de Linha.

Na bagagem, os acadêmicos trouxeram muito conhecimento e a 15º colocação entre 72 robôs na categoria seguidor de linha. Apenas 29 completaram o percurso.

O coordenador do curso, professor Tiago Zonta, destaca como positivo, os contatos realizados durante a competição.

— O robô controlado de 3kg apresentou problemas, o que exigiu da equipe a busca por informações para resolução do problema o mais rápido possível. A partir de agora, com o aprendizado, o investimento poderá ser mais focado e isso vai possibilitar a continuidade de projetos ligados a competições sem necessitar a realização de gastos desnecessário ou incorretos.

De acordo com Zonta, chamou a atenção o fato de equipes mexicanas receberem investimentos do governo para participar de competições com equipamentos muito mais avançados do que os que são usados por equipes consolidadas e campeãs no Brasil.

O curso continuará o investimento em competições, da mesma forma que faz com a Maratona da Programação. Para a FACE 2015, o curso pretende criar um Robô Sumô Lego autônomo de 1kg, um robô autônomo de 500g e adaptar o controlado de 3kg também para competir como autônomo.

— Um desafio que temos também é verificar a possibilidade de criar uma equipe de Hokey. Este objetivo será discutido porque possibilitará que as pessoas possam “brincar” com os robôs durante a feira — disse Zonta.

Para 2016, o curso pretende criar, pelo menos, dois robôs de combate, mas isso terá que envolver um número maior de acadêmicos e uma possível busca por patrocinadores.

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