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Graduação Chapecó

Unoesc Chapecó promove Serviço de Mediação Familiar

A Mediação Familiar é um método autocompositivo que prioriza o diálogo na busca pela resolução consensual de conflitos familiares, evitando os dissabores de um processo judicial litigioso.  A prática consiste na escuta especializada com objetivo de estimular a oralidade dos envolvidos nos conflitos familiares e promover a pacificação, por meio da comunicação não-violenta. Trata-se de um desafio do Direito […]


A Mediação Familiar é um método autocompositivo que prioriza o diálogo na busca pela resolução consensual de conflitos familiares, evitando os dissabores de um processo judicial litigioso.  A prática consiste na escuta especializada com objetivo de estimular a oralidade dos envolvidos nos conflitos familiares e promover a pacificação, por meio da comunicação não-violenta. Trata-se de um desafio do Direito de Família contemporâneo, no qual a essência é permeada por vínculos de afetividade. 

Além do aspecto jurídico que garante proteção dos direitos fundamentais, há uma interação psicológica, uma vez que, compreender pela escuta os interesses e sentimentos das partes conflitantes sem intervir, sugerindo formas
de composição, são estratégias adotadas pelos mediadores. 

Atenta a essa realidade, a Unoesc Chapecó, por meio dos cursos de Direito e Psicologia, em parceria com o Poder Judiciário de Santa Catarina, implantou ainda, em 2016, o Serviço de Mediação Familiar que concretiza a missão
institucional de promover a formação humana e profissional, por meio do ensino, da pesquisa e da extensão, gerando conhecimento para o desenvolvimento regional com sustentabilidade. 

Além de ser mais uma prática social da Unoesc em benefício da comunidade, os acadêmicos têm a oportunidade de vivenciar estes momentos e integrar-se na formação interdisciplinar, aliando teoria, prática, ética e responsabilidade
social.  Para o coordenador do curso de Direito, professor Diego Beal, a formação profissional exige transmutar a cultura do conflito para a cultura da pacificação social.

— As práticas levam os acadêmicos a adotar uma postura profissional mais atenta e sensível às demandas jurídicas  — destaca o coordenador.

Já para as professoras e mediadoras Cláudia Cinara Locateli e Morgana Orso dos Santos, as formas autocompositivas, a exemplo da mediação e da conciliação, são indispensáveis à formação acadêmica e ao ensino jurídico de qualidade. 

O serviço também é prestado extrajudicialmente. Os interessados podem fazer contato pelo e-mail: njp.cco@unoesc.edu.br ou pelo telefone (49) 3319-2680.

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