Unoesc Chapecó apresenta atividades acadêmicas na FACE
Palestras, resultados de pesquisa, atletas patrocinados, informações institucionais, entre outras atividades acadêmicas da Universidade do Oeste de Santa Catarina – Unoesc Chapecó, foram apresentadas na Feira das áreas do conhecimento, cultura e educação (FACE), que ocorreu em Chapecó no último fim de semana. A Unoesc Chapecó esteve com estande na feira, onde foram prestadas informações […]
Publicado em 27/04/2010
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Palestras, resultados de pesquisa, atletas patrocinados, informações institucionais, entre outras atividades acadêmicas da Universidade do Oeste de Santa Catarina – Unoesc Chapecó, foram apresentadas na Feira das áreas do conhecimento, cultura e educação (FACE), que ocorreu em Chapecó no último fim de semana.
A Unoesc Chapecó esteve com estande na feira, onde foram prestadas informações referentes aos cursos de graduação, cadastro de alunos e sorteio de brindes. Na sala de palestras foram abordados temas sobre empregabilidade, universidade, escolha profissional, intercâmbio Internacional e bolsa de estudo.
Leitor Dermatoglífico
Durante dois dias do evento, a aluna do curso de Educação Física de Joaçaba, Aline Gálio, esteve no estande da Unoesc na Face, apresentando Leitor Dermatoglífico e fazendo análise das digitais dos visitantes interessados. A tecnologia desenvolvida em Joaçaba e que, já pautou a mídia nacional, é considerada o novo Gold Stardard, isto é, o novo padrão ouro mundial para a análise dermatoglífica em pesquisas sobre características genéticas identificadas a partir das impressões digitais.
O Sistema Informatizado do Método Dermatoglífico para Análise da Impressão Digital como Marca Genética (ou Leitor Dermatoglífico) começou a ser desenvolvido em 1998 e foi validado como método científico em dezembro de 2008. Em 2009, passou a ser divulgado na comunidade científica mundial, através de congressos e da defesa de uma tese de doutorado sobre esse tema, passando a ser reconhecido mundialmente como a melhor prática possível na metodologia dermatoglífica.
“Trata-se de um equipamento associado a um software que faz a leitura e análise das impressões digitais de forma informatizada, dando maior precisão e reduzindo para menos de 10% o tempo de análise em comparação com o método que até então era utilizado e considerado o padrão mundial”, diz o professor Doutor de Educação Física que desenvolveu a nova tecnologia e tem a sua propriedade intelectual, Rudy José Nodari Junior.
Esse equipamento vai viabilizar pesquisas que buscam identificar capacidades e valências biofísicas a partir das impressões digitais. Através da análise dessas marcas, será possível conhecer padrões relacionados a talento para o esporte – através da identificação de pessoas com grande coordenação motora ou resistência, por exemplo – ou à pré-disposição genética para algumas doenças, como o câncer, e para a possível geração de filhos com Síndrome de Down, entre outras.
O Leitor Dermatoglífico foi desenvolvido em conjunto pelo professor e o tecnólogo em Informática Alexandre Heberle, de Herval d’Oeste. A validação teve o auxílio do professor Doutor Rogério Ferreira Emíglio, da Fundação Oswaldo Cruz e do IBGE, da professora Doutora Maria Irany Knackfuss, orientadora da tese de Doutorado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte, e das papiloscopistas Maria Elizabeth Santos Teixeira e Íris Custódio Menezes, formadas em Educação Física e mestres em dermatoglifia.
MARCOS A. BEDIN
Registro de jornalista profissional MTE SC-00085-JP
Matrícula SJPSC 0172
MB Comunicação Empresarial/Organizacional