Robô produzido na Unoesc é destaque em competição
Cochabamba, como é denominado o robô, ficou em segundo lugar em campeonato nacional Um robô desenvolvido por professores e estudantes do curso de Engenharia Elétrica da Unoesc, Campus de Joaçaba, ficou em segundo lugar em uma competição nacional da área. O Cochabamba, como é chamado o robô e a equipe que o criou, foi o […]
Publicado em 09/10/2009
Por
Cochabamba, como é denominado o robô, ficou em segundo lugar em campeonato nacional
Um robô desenvolvido por professores e estudantes do curso de Engenharia Elétrica da Unoesc, Campus de Joaçaba, ficou em segundo lugar em uma competição nacional da área. O Cochabamba, como é chamado o robô e a equipe que o criou, foi o segundo colocado na categoria Sumô 3kg do Encontro Nacional de Engenharia de Controle e Automação, realizado em Joinville nos dias 3 e 4 de outubro.
Esse não foi o primeiro campeonato disputado. O primeiro foi o Winter Challenger, realizado em julho em Amparo (SP), quando a equipe joaçabense ficou em terceiro lugar. Na categoria para a qual foi desenvolvido, o robô autônomo (sem controle remoto) precisa localizar o adversário no dojô em que acontece a disputa e tirá-lo da área de luta. No campeonato do último final de semana, a categoria Sumô 3kg tinha 14 máquinas inscritas de diversas instituições de ensino superior do país. O Cochabamba perdeu apenas a final, para o inscrito pela equipe da PUC-RJ.
“Isso demonstra que o conhecimento e a tecnologia empregados pela nossa equipe está à altura dos usados pelas mais renomadas instituições de ensino do país”, diz Mauro Pagliosa, um dos professores que integram a equipe que criou e trabalha continuamente no desenvolvimento do robô. Além dele, fazem parte da equipe o professor Cesar Torrico e os estudantes Kleyton Hoffmann e Renato Scortgagna, da 7ª fase do curso, e Jessé de Pelegrin, da 10ª fase.
Conforme destacam os professores, esse tipo de trabalho é importante para os estudantes e profissionais da área, pois possibilita o desenvolvimento das tecnologias empregadas e que mais tarde poderão ser aplicadas na indústria ou em outras áreas tecnológicas. Além disso, tem o aspecto do aprendizado, que beneficia os alunos participantes.
“A idéia é fazer com que professores e alunos apliquem conhecimentos de sala de aula na construção dos robôs de luta. Essa é uma forma de aplicar a tecnologia de forma atrativa e de colocar o conhecimento em teste”, afirma Mauro. Ele lembra que a equipe é aberta aos alunos do curso que desejarem participar voluntariamente.