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Projeto do Polo de Inovação estuda eixos de desenvolvimento para a região

Nesta sexta-feira, dia 29, o Comitê Técnico do projeto Polo de Inovação da Região de Abrangência da Secretaria de Desenvolvimento Regional (SDR) Joaçaba, formado pelas entidades parceiras no projeto (AMMOC, ACIOC, Sebrae e Senai), reuniu-se para discutir uma proposta preliminar do modelo de gestão do Polo de Inovação e dos eixos de desenvolvimento sugeridos pelas […]


Nesta sexta-feira, dia 29, o Comitê Técnico do projeto Polo de Inovação da Região de Abrangência da Secretaria de Desenvolvimento Regional (SDR) Joaçaba, formado pelas entidades parceiras no projeto (AMMOC, ACIOC, Sebrae e Senai), reuniu-se para discutir uma proposta preliminar do modelo de gestão do Polo de Inovação e dos eixos de desenvolvimento sugeridos pelas lideranças regionais. A apresentação foi feita pelo coordenador do projeto, professor Fábio Lazzarotti, e pelo professor Daniel Tesser, em uma reunião na Unoesc.

Conforme explica Fábio, durante o workshop realizado após o Fórum de Líderes, no dia 3 de setembro, foram levantadas as áreas econômicas ou eixos de desenvolvimento que poderiam ser focados pelo projeto. Todos os eixos apontados já passaram por uma análise inicial, realizada pelos integrantes da equipe técnica formada por professores mestres e doutores da Unoesc Campus de Joaçaba, o qual apontou quais seriam viáveis de acordo com as características da região da SDR Joaçaba.

“Nesta sexta-feira, nossa intenção era discutir e validar as propostas com as entidades parceiras”, diz Fábio, lembrando que mesmo com essa pré-definição de foco, a equipe continuará estudando a viabilidade das áreas apontadas e do modelo de gestão proposto, com objetivo de validá-los na sequência junto ao Conselho de Desenvolvimento Regional.
Os eixos sugeridos pelas lideranças regionais e discutidos pela equipe do projeto são voltados para as áreas de alimentos, metal-mecânica, engenharia biomédica e florestas renováveis. 

Já o modelo de gestão proposto contempla a idéia de um parque tecnológico desconcentrado, isto é, ao invés de ter toda a estrutura de um parque tecnológico tradicional (laboratórios, condomínios de empresas, incubadoras, instituições de pesquisa ou de assessoria e estruturas para abrigar as empresas) em uma única área física, constituir essas estruturas de forma desconcentrada, com empreendimentos distribuídos em diferentes territórios, considerando as características ambientais, geográficas e socioeconômicas da região, de forma a alavancar um desenvolvimento integrado e que considere a dimensão da sustentabilidade espacial.

“Podemos ter várias estruturas na região, mas todas interligadas a um modelo de gestão”, diz Fábio. Ele complementa que a gestão do parque tecnológico deve conter ainda estruturas de apoio (escolas técnicas, escolas de ensino médio, entidades de pesquisa e representativas); estrutura governamental (prefeituras, Secretaria de Desenvolvimento Regional e órgãos de fomento); e a estrutura envolvida no parque propriamente (empreendedores, pré-incubadoras, incubadoras e outros).

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