Profissionais colaboram na formação de futuras pedagogas
As acadêmicas da 8ª fase do curso de Pedagogia, do Campus de Xanxerê, tiveram atividades diferenciadas no componente curricular de Fundamentos de Ensino Especial, ministrado pela professora Sonia Marta Alberici. Inicialmente, elas receberam seus colegas, acadêmicos do curso de Licenciatura em Educação Especial (3ª fase), também do Campus de Xanxerê, que desenvolveram uma atividade para […]
Publicado em 30/09/2011
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As acadêmicas da 8ª fase do curso de Pedagogia, do Campus de Xanxerê, tiveram atividades diferenciadas no componente curricular de Fundamentos de Ensino Especial, ministrado pela professora Sonia Marta Alberici.
Inicialmente, elas receberam seus colegas, acadêmicos do curso de Licenciatura em Educação Especial (3ª fase), também do Campus de Xanxerê, que desenvolveram uma atividade para promover a aprendizagem do ensino em Braile, envolvendo a compreensão da escrita e da leitura nesse alfabeto. Essa atividade compreendeu três momentos: conceituações; relato de experiências de alunos cegos e de baixa visão; e, por fim, atividades práticas focadas. O material utilizado para aprendizagem da escrita e da leitura em Braile foi cedido pela Associação de Pais e Amigos das Pessoas com Deficiência Auditiva e Visual de Xanxerê (Apadavix).
Já para os estudos na área da deficiência auditiva, estiveram com a turma a intérprete de Libras do Campus de Xanxerê, professora Juliana Janaina Leite, e a estudante Daiane de Marco (que possui deficiência auditiva), do curso de Magistério da EEB Presidente Artur da Costa e Silva. Ambas relataram experiências e indicaram possibilidades de trabalho, fazendo-se adaptações curriculares necessárias, na escola básica com o aluno deficiente auditivo.
Finalmente, o professor Edson Lopes, também docente do Campus de Xanxerê, trabalhou com as acadêmicas sobre várias síndromes, envolvendo conceitos e características. O objetivo foi promover a aprendizagem dos alunos que chegam à escola de educação básica com variadas dificuldades e possibilidades. Todas as atividades aconteceram durante este mês.
Na análise da professora Sonia, a experiência de outros profissionais, além da responsável pelo componente curricular, enriquece a prática de formação pedagógica e possibilita identificar as adaptações curriculares que hoje o professor de educação básica tem de buscar para melhorar o aprendizado do aluno que apresenta uma deficiência “e que está na escola porque precisa aprender, mesmo que necessite de um tempo maior para isso”, destaca.