Medicina Veterinária participa de ação de chipagem de animais durante arraial do Amigo Bicho
O curso de Medicina Veterinária da Unoesc São Miguel do Oeste participou, no domingo (12), da ação de chipagem de animais, promovida pela ONG Amigo Bicho. Segundo a coordenadora do curso, professora Daniele Cristine Beuron, foram disponibilizados 50 chips durante o arraial da ONG. Daniele detalha que o chip é um minúsculo componente eletrônico, que tem um […]
Publicado em 15/06/2016
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O curso de Medicina Veterinária da Unoesc São Miguel do Oeste participou, no domingo (12), da ação de chipagem de animais, promovida pela ONG Amigo Bicho. Segundo a coordenadora do curso, professora Daniele Cristine Beuron, foram disponibilizados 50 chips durante o arraial da ONG. Daniele detalha que o chip é um minúsculo componente eletrônico, que tem um tamanho um pouco maior que um grão de arroz. Ele é aplicado por meio de uma injeção subcutânea, feita normalmente na região do dorso, de forma rápida e indolor, sem provocar desconforto ou qualquer reação ao animal.
O chip contém um número único de registro e pode ser lido através de um leitor digital.
— Quando ele é aplicado, o respectivo número e a identificação do proprietário do cão ou gato são enviados para um software, que reúne e faz a gestão desses dados. No caso de um cão perdido ser encontrado, basta efetuar a leitura do chip para obter a identificação do proprietário com facilidade e rapidez. Além disso, ele é importante para identificar um cão em caso de roubo, responsabilizar o proprietário em caso de abandono ou maus tratos — explica a professora, lembrando que esse componente eletrônico não tem prazo de validade.
De acordo com a nova legislação, o chip é obrigatório apenas para determinadas raças consideradas “potencialmente perigosas”. Entretanto, é recomendável fazer a chipagem dos animais por questões de segurança e controle. Os interessados poderão procurar a ONG Amigo Bicho.