Mais de 500 acadêmicos participaram do III Siepe
Com o tema Ciência e Tecnologia Para a Vida, a Unoesc campus de Videira realizou nos dias 30 de setembro e 1º de outubro, o XVI seminário de Iniciação Científica e o III Seminário Integrado de Ensino, Pesquisa e Extensão (Siepe). Durante o evento, acadêmicos de todos os campi apresentaram um total de 244 projetos […]
Publicado em 04/10/2010
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Com o tema Ciência e Tecnologia Para a Vida, a Unoesc campus de Videira realizou nos dias 30 de setembro e 1º de outubro, o XVI seminário de Iniciação Científica e o III Seminário Integrado de Ensino, Pesquisa e Extensão (Siepe).
Durante o evento, acadêmicos de todos os campi apresentaram um total de 244 projetos com o objetivo de socializar os resultados de trabalhos acadêmicos científicos realizados nos programas de bolsas de iniciação científica da Unoesc, do CNPq, FAPESC, projetos sociais e atividades de extensão e ensino.
Além da apresentação dos trabalhos, o evento oportunizou momento especial com a palestra ministrada pelo Dr. Jesus Maria Celayeta Frias, membro do ISEKI Mundus e atualmente responsável pelo departamento de Ciências Alimentares e Saúde Ambiental do instituto Tecnológico de Dublin na Irlanda. O palestrante discorreu sobre o cenário mundial e os novos desafios para a ciência e tecnologia, para uma assistência de mais de 400 estudantes e professores.
A cerimônia de abertura do evento contou com a presença do reitor Aristides Cimadon, além de vices-reitores dos campi, pró-reitores, pesquisadores, coordenadores de cursos e diversas autoridades locais e regionais.
“Foi um dos maiores eventos que realizamos no campus de Videira”, garante Marcelo Zenaro, diretor de Pesquisa Pós-graduação e Extensão e coordenador geral do seminário. Ele explica que todos os trabalhos apresentados possuem alguma contribuição direta ou indireta da comunidade. Ressalta também, a participação cada vez mais forte do CNPq que ampliou o número de bolsas de pesquisa, e com isso Unoesc ganhou maior visibilidade.
Para o reitor, a realização do seminário é fundamental e serve de estímulo para professores e dirigentes que podem socializar a produção científica com toda a comunidade acadêmica. “A Universidade entende a relevância da pesquisa como uma das possibilidades de articular novos e diferentes conhecimentos criando oportunidades singulares de melhoria qualitativa para a vida de seres humanos potencializando assim, o desenvolvimento regional – observou Cimadon. Ressaltou que o papel da universidade é promover o crescimento da região onde está inserida e, para isso, destacou a importante presença dos órgãos governamentais, como Fapesc, CNPq e o Governo do Estado – que através dos artigos 170 e 171, possibilita que muitas pessoas com maior grau de vulnerabilidade econômica tenham a oportunidade de cursar o ensino superior.
O evento teve diversos trabalhos avaliados por doutores representantes do CNPq.