Jovens empreendedores visitam negócios do Rio Grande do Sul
Nos dias 22 e 23 de junho, os alunos de um projeto desenvolvido em Capão Alto e Cerro Negro, na região Serrana de Santa Catarina, que visa à formação de jovens empreendedores, participaram de uma viagem com destino à região de Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul. O objetivo era conhecer negócios implementados na […]
Publicado em 09/07/2012
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Nos dias 22 e 23 de junho, os alunos de um projeto desenvolvido em Capão Alto e Cerro Negro, na região Serrana de Santa Catarina, que visa à formação de jovens empreendedores, participaram de uma viagem com destino à região de Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul. O objetivo era conhecer negócios implementados na região dos vinhedos, de modo a compreender como a produção artesanal e a cultura local podem se transformar em negócios de sucesso.
O projeto de que esses jovens fazem parte é realizado por meio de uma parceria entre a Unoesc, que desenvolveu o curso, as empresas Energética Barra Grande SA (Baesa) e Votorantim Energia e o Instituto Votorantim. Conta, ainda, com o apoio dos dois municípios. Ele iniciou em 2009, com um curso sobre Empreendedorismo, e está tendo continuidade com a implementação dos planos de negócio elaborados naquela primeira fase.
Conforme a coordenadora do projeto na Unoesc, professora Regina Oneda Mello, como os alunos do projeto desenvolvem negócios, relacionados à produção artesanal (produção de doces, artesanato, vitivinicultura, confecções, escultura, etc.), a visita técnica tem um valor imensurável para a compreensão dos negócios relacionados e da importância que a relação com as comunidades tem para esses empreendimentos.
Negócios visitados
Os alunos visitaram as casas do Tomate e da Gasosa, da Ovelha, da Erva Mate, da Tecelagem, da Pedra, de Massas e do Artesanato e a Vinícola Salvatti, no Roteiro Caminhos de Pedra, em Bento Gonçalves. Também visitaram a Vinícola Aurora, no Vale dos Vinhedos, e passearam de Maria Fumaça.
– No Roteiro Caminhos de Pedra foi possível observar como a cooperação e a associação podem movimentar economicamente uma região e oportunizar negócios familiares. São propriedades particulares de descendentes de imigrantes, com atendimento realizado, geralmente, pela família dos proprietários, onde há demonstração e/ou degustação e explicação local – diz a professora Regina.
Ela acrescenta que as atividades culturais, como o passeio de Maria Fumaça, também mostram o potencial da cultura e do artesanato enquanto possibilidade de negócio.