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Dermatoglifia poderá ser usada na orientação de talentos de Centro Olímpico em SP

Professor da Unoesc está em São Paulo, coletando as impressões digitais dos alunos do COPT Conhecer o potencial genético e utilizá-lo como ferramenta para o treinamento de promessas olímpicas. Essa é uma das estratégias que poderão ser utilizadas pelo Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa (COTP), espaço mantido pelo município de São Paulo com o […]


Professor da Unoesc está em São Paulo, coletando as impressões digitais dos alunos do COPT

Conhecer o potencial genético e utilizá-lo como ferramenta para o treinamento de promessas olímpicas. Essa é uma das estratégias que poderão ser utilizadas pelo Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa (COTP), espaço mantido pelo município de São Paulo com o objetivo de formar e encaminhar atletas de alto rendimento para o esporte brasileiro.

O potencial genético dos jovens treinados no COTP poderá ser conhecido por meio da dermatoglifia, metodologia que estuda as características genéticas a partir das impressões digitais. O Dr. Rudy José Nodari Junior, professor da Universidade do Oeste de Santa Catarina (Unoesc) e pesquisador do assunto, esteve no Centro Olímpico no final de maio a convite da direção da própria entidade e da Universidade Federal de São Paulo. Nessa ocasião, ministrou uma palestra sobre a dermatoglifia e suas possibilidades na orientação de talentos esportivos, na prescrição de exercícios e na planificação de treinamento.

Entre esta quinta-feira e o próximo domingo (4 a 7 de agosto), ele e uma equipe da Unoesc voltam ao COTP para coletar as impressões digitais de 1,2 mil crianças e adolescentes integrantes das equipes esportivas. Os resultados das análises das impressões digitais serão disponibilizados aos técnicos das equipes, que poderão utilizá-los como mais uma ferramenta no treinamento dos alunos.

Conforme observa o professor Dr. Rudy, essa será a primeira vez que a dermatoglifia poderá ser utilizada para o treinamento de atletas que têm chances e oportunidade de se destacarem e virem a representar o país em competições internacionais de grande representatividade, como os Jogos Olímpicos.

Troféu Brasil de Atletismo

Durante o período em que permanecerá em São Paulo, a equipe também se fará presente no Troféu Brasil de Atletismo, coletando impressões digitais dos competidores para inseri-las no banco de dados do Laboratório de Fisiologia do Exercício da Unoesc.

Nesse laboratório, são desenvolvidas pesquisas para identificar se há e qual é o padrão dermatoglífico encontrado em atletas de ponta de diversas modalidades esportivas, o que mais tarde servirá para a identificação e treinamento de jovens atletas que apresentarem perfil semelhante e se interessarem pela modalidade para a qual possam demonstrar habilidades.

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