Curso de Zootecnia realiza Dias de Campo sobre Forrageiras
O Dia de Campo faz parte de um projeto de extensão do curso de Zootecnia, proposto também como atividade avaliativa dos componentes curriculares de Forragicultura I e II. Envolve desde a seleção de cultivares de forrageiras estivais e hibernais, preparação do solo, semeadura, adubação e monitoramento dos canteiros. No início do segundo semestre de 2019, […]
Publicado em 19/12/2019
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O Dia de Campo faz parte de um projeto de extensão do curso de Zootecnia, proposto também como atividade avaliativa dos componentes curriculares de Forragicultura I e II. Envolve desde a seleção de cultivares de forrageiras estivais e hibernais, preparação do solo, semeadura, adubação e monitoramento dos canteiros.
No início do segundo semestre de 2019, especificamente no dia 10 de agosto, foi realizado o Dia de Campo sobre forrageiras de inverno e no dia 23 de novembro sobre forrageiras de verão. Nestes dias, participaram das atividadee acadêmicos e professores dos cursos de Zootecnia e Agronomia da Unoesc Xanxerê, familiares, amigos e convidados dos acadêmicos.
Cada acadêmico apresentou uma sequência de canteiros, onde foram cultivadas as forrageiras anuais e perenes, gramíneas e leguminosas em monocultivo ou em consórcio. Houve a elaboração de material didático para informações da cultura contendo nome comum (cultivar); nome científico; família; duração de ciclo; hábito de crescimento; produção de matéria seca total; número de cortes; metas de manejo e composição bromatológica. Além disso, cada canteiro foi identificado com uma placa com informações básicas sobre a cultura, além de um QR Code que direcionava o participante para uma página com informações técnicas por meio de um aplicativo de celular.
O coordenador dos eventos, professor Gustavo Krahl, fala dos resultados obtidos com as atividades.
— Os acadêmicos, ao final da execução deste projeto, melhoraram as características de comunicação (escrita e falada), criatividade, responsabilidade, além de aspectos técnicos como a amostragem e análise de solo, interpretação de análise para posterior correção e adubação, técnicas de semeadura, produção de mudas de forrageiras, implantação de pastagens, determinação de massa, definição de critérios de manejo, elaboração de materiais técnicos e informativos — observou o professor.
As cultivares implantadas e acompanhadas no decorrer do ano geraram informações úteis à comunidade em geral, onde foi obtido informações de produtividade e qualidade nutricional das forrageiras. Também, apresentação das vantagens e desvantagens da implantação e condução das várias espécies e cultivares estivais e hibernais avaliadas.
Para o coordenador do curso de Zootecnia, professor João Gabriel Rossini Almeida, estas atividades, além de integrar a comunidade acadêmica e a comunidade em torno da Universidade, ainda possibilita a implementação de metodologias ativas com o foco na melhor formação do profissional para o mercado de trabalho.
* Com informações do professor Gustavo Krahl.