Curso de Enfermagem alerta universitários sobre a prevenção do HIV
O projeto “Discutindo a prevenção e o preconceito sobre a infecção pelo HIV” mobilizou, neste início de semestre, os calouros do curso de Enfermagem da Unoesc São Miguel do Oeste, que distribuíram 1.150 preservativos e 250 folders informativos a estudantes da Universidade. Além disso, foram instalados dispensers com mais de 3 mil preservativos nos banheiros […]
Publicado em 08/03/2017
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O projeto “Discutindo a prevenção e o preconceito sobre a infecção pelo HIV” mobilizou, neste início de semestre, os calouros do curso de Enfermagem da Unoesc São Miguel do Oeste, que distribuíram 1.150 preservativos e 250 folders informativos a estudantes da Universidade. Além disso, foram instalados dispensers com mais de 3 mil preservativos nos banheiros da Unoesc.
Adolescentes e jovens estão entre as faixas etárias mais preponderantes ao HIV. Segundo o último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, a taxa de detecção da infecção aumentou, na faixa etária de 20 a 24 anos: subiu de 16,2 casos por 100 mil habitantes, em 2005, para 33,1 casos em 2015.
— Os jovens constituem um grupo de risco crescente para as infecções sexualmente transmissíveis (IST’s) . É um dever abordarmos temas relativos a essas doenças com os universitários, contribuindo para a transformação cultural e criando condições propícias para a abordagem da prevenção das IST’s e Aids — destaca o acadêmico da nona fase, Cleber Cavagnoli.
Segundo o professor Samuel Zuge, durante o ano de 2017, o curso de Enfermagem realizará intervenções sociais educativas de prevenção do HIV em escolas e em eventos como a Oktoberfest.
O grupo de estudos sobre o HIV também já foi implementado. Samuel salienta que o grupo é formado por professores do curso, acadêmicos e por profissionais da Secretaria Municipal de Saúde.
— Durante os encontros, serão abordadas e discutidas a promoção e prevenção do HIV; políticas públicas e os protocolos de tratamento, ações contra o preconceito da população às pessoas soropositivas — detalha o professor.
Acadêmicos de Enfermagem ainda podem participar do grupo de estudos e do projeto. Para o aluno Cleber Cavagnoli, ao participar do projeto, o estudante presta serviço à comunidade e entra em contato com a realidade profissional.
— O acadêmico adquire conhecimentos sobre ações para alcançar eficiência e eficácia na prevenção das IST’s. A experiência é válida para, após a graduação, atuar nos processos de saúde e doença — finaliza Cavagnoli.