Biotecnólogo formado pela Unoesc enaltece importância do curso
Fernando José Gemo, egresso do curso de Biotecnologia Industrial da Unoesc Campus de Videira, continua a colher os resultados da profissão que escolheu. Formado em 2007, na 2ª turma, trabalha na Companhia de Detergentes e Saneantes (Condesp), na cidade de Concórdia, empresa que atende atualmente a 16 estados brasileiros, fornecendo produtos para grandes empresas, principalmente […]
Publicado em 23/04/2012
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Fernando José Gemo, egresso do curso de Biotecnologia Industrial da Unoesc Campus de Videira, continua a colher os resultados da profissão que escolheu. Formado em 2007, na 2ª turma, trabalha na Companhia de Detergentes e Saneantes (Condesp), na cidade de Concórdia, empresa que atende atualmente a 16 estados brasileiros, fornecendo produtos para grandes empresas, principalmente indústrias de alimentos e frigoríficos.
Nascido na comunidade de Lurdes, interior do município de Tangará, trabalha como representante técnico da empresa nos estados de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. É de sua responsabilidade a indicação técnica de qual produto, bem como a forma a ser empregada para higienização dos locais onde são produzidos os alimentos, conforme regulamentação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
– Tais procedimentos técnicos são necessários para a certificação da empresa junto aos órgãos de inspeção federal – comenta Gemo.
Ele explica que a opção pelo curso foi uma ótima escolha, visto que a Biotecnologia Industrial, além de credenciada pelo Conselho Regional de Química (CRQ), é uma área em franca expansão, em que existe mercado de trabalho com boa remuneração.
– Além de uma visão voltada à responsabilidade, cria tecnologias renováveis, e isso foi um dos fatores que influenciaram na minha decisão – reforça.
Fernando Gemo conta que, através dos professores da Unoesc, teve a oportunidade de fazer estágios em diversas empresas de médio e grande porte, em várias regiões do estado, ampliando o nível de conhecimento através da prática e vivência na área.
– Eu recomendo o curso de Biotecnologia para quem, assim como eu, procura algo novo e com boa empregabilidade – concluiu.
De acordo com o coordenador do curso de Biotecnologia, professor Rodrigo Giovanni, uma boa fundamentação fornecida pelo curso, aliada à dedicação do acadêmico, foram os ingredientes para alcançar uma posição de destaque dentro da profissão e com salário acima do piso estipulado pelo Conselho, para uma jornada de 44 horas semanais.
– Assim como o Fernando, cerca de 90% dos alunos formados em Biotecnologia estão atuando na área, como técnicos nas indústrias ou no desenvolvimento de pesquisas para criação de novos produtos, e com salários que superam o piso da categoria, estipulado em torno de oito a dez salários mínimos – garante o coordenador do curso.