Acadêmicos de Pedagogia visitam maior jazida de pedra ametista do mundo
Reunindo acadêmicos do curso de Pedagogia da Unoesc Xanxerê, Chapecó e da Funoesc/Facisa Xaxim, foi realizada, no sábado (18), uma viagem de estudos ao município de Ametista do Sul (RS). A proposta da viagem surgiu no componente curricular de Estudos Teóricos Práticos do Ensino de Geografia, ministrado pela professora Édina Cristina Rodrigues Ruaro, cuja ementa também debate […]
Publicado em 27/05/2019
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Reunindo acadêmicos do curso de Pedagogia da Unoesc Xanxerê, Chapecó e da Funoesc/Facisa Xaxim, foi realizada, no sábado (18), uma viagem de estudos ao município de Ametista do Sul (RS).
A proposta da viagem surgiu no componente curricular de Estudos Teóricos Práticos do Ensino de Geografia, ministrado pela professora Édina Cristina Rodrigues Ruaro, cuja ementa também debate sobre as características físicas do planeta Terra. Junto com a professora Ana Paula de Oliveira Scherer, os acadêmicos de Pedagogia do campus de Chapecó e da Funoesc/Facisa Xaxim, que cursam o componente de Educação Ambiental, viram na região de Ametista do Sul uma oportunidade de aprender mais, associando a teoria e a prática.
Naquele município está localizada a maior jazida de pedra ametista do mundo que recebe turistas e estudiosos o ano inteiro. A cidade foi batizada em função de grande quantidade de jazidas de pedras ametistas e citrino que podem ser encontrados em forma bruta ou lapidada nas lojas da cidade.
Foi possível acompanhar passeios em galerias subterrâneas, apreciar vinhos envelhecidos em minas desativas e almoçaram no único restaurante adaptado em um garimpo em que eram extraídas essas preciosidades. Na oportunidade, os alunos visitaram também a Igreja central, cuja decoração é toda com a pedra ametista.
Os objetivos da viagem foram estudar os diferentes tipos de minérios existentes, compreender a experiência dos mineiros que ainda trabalham ali e e analisar os impactos ambientais que esta atividade tão importante para a região em termos de turismo e atividades extrativas pode causar, caso não seja bem gerenciado.
*Com informações da professora Édina Cristina Rodrigues Ruaro.