Acadêmicos da Área das Ciências das Humanidades participam de palestra sobre a economia brasileira
Por meio do Laboratório de Gestão e da Área das Ciências das Humanidades, a Unoesc Joaçaba foi parceira na realização da palestra “Atualidades na economia: cases comparativos com foco na experiência brasileira”, ministrada pelo economista gaúcho Pedro Ramos. O evento, da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Joaçaba, contou ainda com o apoio da Associação […]
Publicado em 18/04/2016
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Por meio do Laboratório de Gestão e da Área das Ciências das Humanidades, a Unoesc Joaçaba foi parceira na realização da palestra “Atualidades na economia: cases comparativos com foco na experiência brasileira”, ministrada pelo economista gaúcho Pedro Ramos. O evento, da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Joaçaba, contou ainda com o apoio da Associação Comercial e Industrial do Oeste Catarinense (Acioc) e do Sicredi.
A palestra, realizada na última quinta-feira (14), no auditório Afonso Dresch, reuniu os acadêmicos da Área, bem como empresários da região, que aproveitaram o momento para esclarecer dúvidas sobre o atual cenário econômico do país, que preocupa a comunidade em geral. Diversos aspectos da economia foram abordados na ocasião, entre eles dados de Santa Catarina.
— O Brasil vive um momento desafiador, estamos em um processo de redução de atividade econômica, uma condição de cautela para o empresariado e para a população em geral — disse o economista.
Apesar disso, Pedro relatou que, a região Oeste, pela força econômica no agronegócio, acaba tendo uma condição economicamente mais favorável do que muitos locais do país, até mesmo em função do clima, que permite safras positivas.
— Apesar do cenário recessivo da economia brasileira, a área do agronegócio é uma das que tem chance de ampliar os negócios — complementou o palestrante, que citou ainda empresas de celulose e extrativismo mineral como potenciais áreas.
Pedro Ramos também apresentou gráficos que mostraram 6% de inflação entre 2007 e 2014. Em 2015 ela subiu para mais de 10%, em razão do aumento de impostos, redução de subsídios, desvalorização cambial e também por conta do El Niño, que atingiu a agricultura encarecendo os produtos que chegam na mesa dos consumidores. Para 2016 ele acredita, pelos modelos econômicos que se apresentam, que a inflação deverá ficar na casa dos 7%.
*Com informações da assessoria de imprensa da CDL