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Graduação Xanxerê

Acadêmicas de Capinzal têm aula de Gravura no Campus de Xanxerê

Acadêmicas da 7ª fase do curso de Artes Visuais, do Campus Aproximado de Capinzal, acompanhadas pela professora Ana Maria Pereira de Oliveira, estiveram no Campus de Xanxerê, no último final de semana. Elas vieram para ter aulas do componente curricular de Gravura II, ministrado pela professora Sandra Abello, que foi iniciado em Capinzal. Lá, foram […]


Acadêmicas da 7ª fase do curso de Artes Visuais, do Campus Aproximado de Capinzal, acompanhadas pela professora Ana Maria Pereira de Oliveira, estiveram no Campus de Xanxerê, no último final de semana.

Elas vieram para ter aulas do componente curricular de Gravura II, ministrado pela professora Sandra Abello, que foi iniciado em Capinzal. Lá, foram elaboradas as matrizes de cobre e alumínio. No sábado, agora em Xanxerê, foram impressas as gravuras.

A professora Sandra explica que a gravura em metal, processo desenvolvido pelas acadêmicas nas aulas, é feita em uma matriz de metal, geralmente o cobre, mas também pode ser realizada em alumínio, aço, ferro ou latão amarelo.

“A técnica do metal consiste na ‘gravação’ de uma imagem sobre uma chapa de cobre. Os meios de obter a imagem sobre a chapa são muitos, e não seria exagero dizer que são quase ‘infinitos’, pois cada artista desenvolve seu procedimento pessoal no trato com o cobre”, acrescenta a professora.

Assim, observa ela, trata-se de uma gravura de processo indireto, da qual só se tem noção dos resultados depois de fazer a cópia do trabalho, “o que a torna mais interessante e instigante”, avalia.

“A gravura visa a desenvolver a pesquisa poética do professor de Artes que tenha como intenção desenvolver o seu processo criativo através da arte”, finaliza a professora.

Início ansioso

No início da atividade, revela a professora Sandra, as acadêmicas de Capinzal demonstravam ansiedade para fazer a impressão dos trabalhos realizados anteriormente. Ao longo da manhã, conforme os trabalhos iam sendo finalizados, a satisfação despontava no rosto das aprendizes.

Uma das acadêmicas de Capinzal, Irene Catarina Dalla Lana, nunca havia trabalhado com gravura. Ela considera que essa técnica constitui um trabalho artístico que contribui para o seu desenvolvimento pessoal como futura professora de Artes. “É diferente e gratificante”, afirma.

Sua colega Regina Cureau considera que a gravura é uma técnica artística que faz desenvolver a sensibilidade. Professora de Artes em Joaçaba e Luzerna, atuando nos ensinos fundamental e médio, Regina gostou das aulas em Xanxerê, “pois, além do aprendizado, foi legal conhecer outras pessoas e outras realidades”, revela.

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