Acadêmica de Psicologia apresenta pesquisa no 2º Simpocrime
A acadêmica de Psicologia da Unoesc Pinhalzinho, Monica Mariana Echer, apresentou, recentemente, a pesquisa Violência Doméstica: um grupo psicoterapêutico com agressores conjugais, no 2º Simpósio de Criminal Profiling e Análise Criminal Comportamental (Simpocrime), em Ribeirão Preto (SP). O estudo foi desenvolvido pela egressa Micheli Casia Piccinini, e a acadêmica da 8ª fase, Monica Echer, deu […]
Publicado em 14/09/2015
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A acadêmica de Psicologia da Unoesc Pinhalzinho, Monica Mariana Echer, apresentou, recentemente, a pesquisa Violência Doméstica: um grupo psicoterapêutico com agressores conjugais, no 2º Simpósio de Criminal Profiling e Análise Criminal Comportamental (Simpocrime), em Ribeirão Preto (SP).
O estudo foi desenvolvido pela egressa Micheli Casia Piccinini, e a acadêmica da 8ª fase, Monica Echer, deu sequência à análise do trabalho. De acordo com o orientador do estudo, professor Álvaro Cielo Mahl, a pesquisa teve o objetivo de avaliar a eficácia de um grupo psicoterapêutico com agressores conjugais, no sentido de desenvolver estratégias psicológicas e atuar sobre o comportamento agressivo de homens que agridem suas companheiras.
A pesquisa reforça que é de suma importância oferecer ajuda psicológica aos agressores. O objetivo é fazer com que essas pessoas percebam que o intuito do grupo é proporcionar mudanças na relação conjugal. O grupo psicoterapêutico também consiste em uma opção a mais para o poder judiciário, pois pode ser inserido no andamento da denúncia. Neste contexto, os órgãos judiciais e de saúde têm um papel importante na formação de uma rede para diminuir a violência doméstica.
Sobre o Simpocrime
O 2º Simpocrime foi promovido pelo Instituto Paulista de Estudos Bioéticos e Jurídicos (IPEBJ). O Simpósio reuniu palestrantes brasileiros e internacionais com experiência e diversas publicações para debater assuntos como: motivação e conduta criminosa, violência doméstica, crimes cometidos por idosos, Psicologia aplicada à investigação e às vítimas do tráfico de pessoas, crimes em família, entre outros.
Segundo a estudante Monica Echer, durante o Simpósio, foi possível manter contato com especialistas e pesquisadores de várias áreas diferentes da Psicologia Jurídica. Ela destaca ainda que no Simpocrime a ficção se torna realidade e que é possível conhecer como é elaborado um perfil criminal, além das várias fases de um crime.
Para o coordenador do curso, professor Álvaro Cielo Mahl, nesses eventos, o acadêmico tem a oportunidade de aprofundar e expandir o conhecimento sobre um tema específico de interesse em sua formação.