Olhando ligeiramente, podemos distinguir as crianças difíceis que são o fruto da isenção familiar a respeito da educação, as crianças difíceis que são fruto de um abandono psiquico e moral, as crianças difíceis que apresentam sintomas de sua própria psicopatologia (psíquicas e /ou orgânicas) e o consequente sofrimento dos pais. Se aproximarmos a lupa, poderemos vislumbrar os possíveis entrelaçamentos de tais elementos. Na infância, de forma privilegiada, os sintomas aparecem no meio social ( na escola, particularmente nas dificuldades nas aprendizagens) e no corpo ( no crescimento, nas disfunções orgânicas, nos movimentos). A constituição do psiquismo na criança situa-se na intersecção de vários campos cujas lógicas se chocam, e a clínica contemporânea encontra o desafio, sempre inusitado, de fazer face às exigências e às invenções necessárias que o campo da psicanálise com crianças implica
Objetivo Geral:
Propiciar aos acadêmicos e demais participantes da palestra conhecimento sobre o sofrimento psíquico de crianças e as psicopatologias da infância.
Objetivos Específicos:
Fazer com que os acadêmicos e demais participantes reflitam sobre a importância de se conhecer sobre a psicopatologia da infância
Despertar nos acadêmicos e demais participantes o interesse pela escuta qualificada do sofrimento psíquico de crianças.
Público Alvo:
Acadêmicos de todas as fases do curso de psicologia da Unoesc (Campus Chapecó, Xanxerê, Pinhalzinho, São Miguel do Oeste e Joaçaba); Egressos dos cursos de Psicologia da Unoesc e Profissionais psicólogos e de áreas afins.
Palestrante: Psicanalista: Conceição de Fátima Beltrão Fleig.