Unoesc, Sesi e Fiesc reúnem mais de 600 pessoas para ouvir Rogério Chér em Chapecó
— Os líderes de uma organização precisam ser a expressão máxima dos valores que ela defende. Não adianta a empresa dizer quais são os seus valores, se os líderes não incorporá-los. Para dar certo, qualquer programa de engajamento precisa começar pelos líderes. Essas afirmativas marcaram a palestra de Rogério Chér durante o evento promovido pelo Serviço […]
Publicado em 25/03/2015
Por Unoesc
— Os líderes de uma organização precisam ser a expressão máxima dos valores que ela defende. Não adianta a empresa dizer quais são os seus valores, se os líderes não incorporá-los. Para dar certo, qualquer programa de engajamento precisa começar pelos líderes. Essas afirmativas marcaram a palestra de Rogério Chér durante o evento promovido pelo Serviço Social da Indústria (SESI), FIESC e Unoesc Chapecó e que reuniu mais de 600 pessoas entre executivos, dirigentes empresariais, profissionais de RH das indústrias, professores, estudantes e convidados, no Centro de Cultura e Eventos, nessa semana.
Chér apresentou o tema “Engajamento: melhores práticas de liderança, cultura organizacional e felicidade no trabalho”, título de seu best seller, o qual teve exemplares sorteados entre os participantes ao final da palestra.
Considerado o guru dos gestores de recursos humanos das empresas brasileiras, Chér abordou aspectos da cultura organizacional, sua essência e suas mudanças ao longo do tempo.
— As coisas mudam em torno do que as pessoas desejam preservar.
De acordo com o palestrante, as mudanças devem ocorrer no jeito de fazer as coisas, mas a essência e a “alma” do negócio devem ser preservadas. Sobre o programa de engajamento, enfatizou a necessidade de priorizar tempo, investimentos e ações para que ele, de fato, aconteça.
Na abertura do evento, o diretor do Sesi, Claudemir Bonatto, enalteceu a parceria com a Unoesc e a relevância do tema da palestra, que está alinhado aos programas de educação corporativa do Sesi.
O vice-reitor da Unoesc Chapecó, professor Ricardo Antonio De Marco, ressaltou que a reflexão sobre o assunto é um convite a rever a forma de planejamento, gestão e incorporação da inovação por meio da agregação de valor aos produtos e serviços, atualizando os processos de atendimento e melhoria na condição de implementação e ação estratégica, flexibilização dos modelos organizacionais e forma de controle e avaliação das atividades.
De acordo com o vice-presidente regional da Fiesc, Waldemar Schimitt, a Educação tem um valor inestimável e é a chave para a competitividade e a capacidade de inovar das indústrias.
— Uma indústria competitiva representa uma economia forte e, consequentemente, uma sociedade com mais qualidade e desenvolvimento, comentou.