Unoesc Chapecó capacita profissionais para atuarem como intérprete
Com o objetivo de contribuir com a inclusão social e a capacitação de pessoas para atuarem como intérpretes de Língua Brasileira de Sinais no ensino superior, a Unoesc Chapecó iniciou, na última semana, a capacitação em conversação técnica de Libras. A língua de sinais é uma língua com estruturas internas, podendo ser utilizada em todo […]
Publicado em 14/01/2011
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Com o objetivo de contribuir com a inclusão social e a capacitação de pessoas para atuarem como intérpretes de Língua Brasileira de Sinais no ensino superior, a Unoesc Chapecó iniciou, na última semana, a capacitação em conversação técnica de Libras.
A língua de sinais é uma língua com estruturas internas, podendo ser utilizada em todo processo educacional. Ela vem se expandindo em todo o mundo e sua utilização ajuda na construção da aprendizagem do sujeito surdo, assemelhando-se a aquisição da linguagem oral dos ouvintes.
O Diretor da Unoesc Chapecó, Professor Eliandro Gustavo Bortoluzzi, ressalta que o Sistema Educacional precisa dar atenção e se preparar para atender o público com deficiência auditiva. “São cada vez maiores os incentivos públicos para a inclusão destas pessoas no ensino superior. Na Unoesc, a cada semestre temos percebido o aumento no número desses alunos e queremos garantir que eles tenham o mesmo acesso e a mesma compreensão do conteúdo que os demais. Para atendê-los precisamos ter profissionais intérpretes capacitados”, argumenta.
Bortoluzzi destaca que a Unoesc Chapecó elaborou um projeto pedagógico, voltado para uma mudança de realidade. “O currículo é flexível e faz do convívio com as diferenças um exercício cotidiano, que respeite a aprendizagem, nos diferentes ritmos, e com uma avaliação que envolve alunos e professores com o conhecimento a ser apreendido”, explica.
A Unoesc Chapecó deverá contratar novos intérpretes para atender os alunos surdos que já estão na instituição e os que ingressaram a partir de 2011. “Sabemos que a inclusão do aluno surdo nos impõe um grande desafio e essa capacitação de intérpretes nos auxiliará a contemplar estes alunos e garantir um ensino com qualidade”, expõe Bortoluzzi.
O curso terá seu encerramento no dia 15 de fevereiro, completando uma carga horária de 80 horas/aula.
MARCOS A. BEDIN
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