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Revista Espaço Jurídico do Mestrado em Direito agora é Qualis A2

O Programa de Pós-Graduação em Direito (PPGD), da Unoesc, tem mais um motivo para comemorar. No último mês, a Capes divulgou a classificação atual dos periódicos da área do Direito, na qual a Revista Espaço Jurídico Journal of Law (EJJL) subiu para o seleto estrato das revistas conceito “A”. Considerando todos os critérios de avaliação, […]


O Programa de Pós-Graduação em Direito (PPGD), da Unoesc, tem mais um motivo para comemorar. No último mês, a Capes divulgou a classificação atual dos periódicos da área do Direito, na qual a Revista Espaço Jurídico Journal of Law (EJJL) subiu para o seleto estrato das revistas conceito “A”. Considerando todos os critérios de avaliação, dos 1.049 periódicos da área do Direito, 45 são A1, 48 são A2, 94 são B1, 85 são B2, 77 são B3, 60 são B4 e 98 são B5. Restaram ainda 474 periódicos que não atingiram os critérios mínimos da área e foram classificados no estrato “C” e outros 40 que foram considerados “Não Periódicos” pela Comissão.

O editor da revista, professor doutor Carlos Luiz Strapazzon, explica que a EJJL atendeu, mais uma vez, a todos os requisitos básicos de um periódico Qualis (o que ocorre desde 2010). Além disso, cumpre todos os requisitos dos periódicos de nível superior (B1-A2-A1); publica ao menos 18 artigos por ano com autores de 5 unidades da federação diferentes de Santa Catarina e atende à exigência de ter mais de 75% do Conselho Editorial, Autores e Revisores externos ao Estado de SC.

— Nossos índices, de fato, foram de 89,59%, para autores; 95,24%, para revisores; 91,6% para Conselho Editorial — aponta.

Strapazzon observa que, embora esses resultados sejam importantes para subir ao estrato A2, a EJJL teve de cumprir também os requisitos mínimos de qualidade e de índice de impacto.

— Primeiramente, foi preciso ter aprovado o relatório qualitativo de Revistas A1 e A2, elaborado em formulário padrão fornecido pela CAPES. Nessa autoavaliação, a EJJL alcançou 15 pontos — justifica.

Para o editor, além disso, foi preciso ter um índice de impacto significativo, o que foi calculado pela CAPES a partir de citações da EJJL em teses e dissertações disponíveis no Portal Domínio Público e na Plataforma Sucupira, além da coleção integral de artigos de 72 periódicos jurídicos disponíveis on-line. Ao final, a CAPES calculou quantos artigos a EJJL publicou em 2014 e definiu o índice de impacto a partir do total de citações encontradas nos mais de 20 mil arquivos pesquisados no Portal Domínio Público e na Plataforma Sucupira, dividido esse valor pelo total de artigos publicados: o índice de impacto foi calculado em 0,45.

— Para ser A2, a EJJL teve de ser um periódico identificado como um dos 30% mais citados dentre os classificados como A e B. Porém, para ser A2 foi preciso estar entre os 25% mais citados dentro do grupo dos 30% mais citados do Brasil — destaca Strapazzon.

Em 2016 e 2017 haverá novas avaliações e classificações, considerando que o resultado atual leva em conta, apenas, as citações que a EJJL recebeu nos anos de 2013 e 2014, mas o ciclo avaliativo da CAPES é quadrienal e se encerra em 2017.

Revista Espaço Jurídico

Em 2013 e 2014, a EJJL recebeu 153 artigos, dos quais 48 foram aprovados, apresentando um índice de 70% de rejeição. A publicação é por meio de revista eletrônica, com tiragem semestral.

Strapazzon destaca que a partir de uma análise qualitativa dos resultados divulgados pela CAPES para as 1.049 revistas jurídicas que estão no Qualis, pode-se dizer que a EJJL é uma das 14 mais importantes revistas dos Programas Brasileiros de Pós-Graduação em Direito; é a única revista do estrato A1+A2 que é administrada por uma Universidade Comunitária e por um PPGD sediado fora de uma capital brasileira; é a 1ª mais citada, dentre as classificadas no estrato A1+A2, de PPGDs com área de concentração em temas de direitos fundamentais;  é a 3ª mais citada, dentre as cinco revistas de PPGDs que não tem curso de doutorado; é a 6ª mais citada, dentre as nove de PPGDs que estão no estrato A2; e por fim, a 10ª revista mais citada dentre as 14 revistas de PPGDs brasileiros que estão no estrato A1+A2.

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