Professor da Unoesc Chapecó realiza estágio de doutorado em Portugal
Publicado em 13/04/2026
Por Imprensa Unoesc Chapecó
O professor e coordenador do curso de Ciências Contábeis da Unoesc Chapecó, Lucas Antonio Vargas, que também cursa Doutorado no Programa de Pós-graduação em Administração (PPGA), realizou estágio de doutorado sanduíche no Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE), em Portugal, por meio do Programa de Doutorado Sanduíche no Exterior (PDSE/Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES). A mobilidade ocorreu entre outubro de 2025 e fevereiro de 2026, com foco no aprofundamento da análise sobre a relação entre Environmental, Social, and Governance (ESG, Ambiental, Social e Governança, em tradução literal) e desempenho organizacional, além do aprimoramento metodológico da pesquisa.
Durante o período no exterior, o professor avançou na produção de um artigo científico em desenvolvimento, ampliou o acesso a bases de dados internacionais e qualificou as estratégias de análise. A experiência também promoveu a integração com pesquisadores de diferentes países e o fortalecimento da produção científica em rede, além de ampliar o foco em publicações internacionais e o aprofundamento teórico das temáticas investigadas.
Conforme o professor Lucas, a vivência acadêmica no ISCTE contribuiu significativamente para a qualificação da pesquisa e para a ampliação da visão científica.
— A experiência ampliou minha compreensão sobre pesquisa, trouxe maior rigor metodológico e alinhamento com padrões internacionais de publicação. Também possibilitou o contato com novos métodos de ensino e investigação, que podem ser adaptados à realidade da Unoesc, especialmente no curso de Ciências Contábeis — destacou.
A mobilidade internacional também auxiliou no estabelecimento de parcerias com professores estrangeiros e pesquisadores brasileiros e possibilidades para futuras colaborações em pesquisas, eventos científicos e projetos acadêmicos. A orientadora do Doutorado no Brasil, professora Ieda Oro, ressaltou a relevância da experiência para a formação acadêmica e profissional.
— O período no exterior amplia horizontes, fortalece competências e proporciona vivências em ambientes acadêmicos de excelência. No ISCTE, o estudante contou com o acompanhamento da professora Inna Paiva, o que contribuiu diretamente para o seu desenvolvimento científico — afirmou.
Segundo a professora, experiências internacionais qualificam a pesquisa ao permitir a análise de diferentes contextos e realidades, o que amplia as possibilidades de inovação científica. Ela também destaca que o ISCTE é reconhecido internacionalmente pela excelência acadêmica e pela qualidade das experiências formativas.
Além disso, a professora reforça a importância de os estudantes acompanharem editais e oportunidades de mobilidade acadêmica.
— Há diversas possibilidades de bolsas no Brasil e no exterior, e é fundamental manter-se atento aos editais e canais oficiais de divulgação. Essa postura amplia as chances de participação em programas internacionais e fortalece a trajetória acadêmica — orientou.







