Orientação profissional é tema de palestra em Campos Novos
O momento de escolha da profissão ocorre geralmente na adolescência, quando os jovens estão vivenciando diversos conflitos inerentes a esta faixa etária. Trata-se de um momento complexo: são influências sociais, componentes pessoais, limites e possibilidades em um mesmo “jogo”. As considerações são da psicóloga Ana Paula Rosa, que trabalha no Curso de Psicologia da Unoesc […]
Publicado em 03/07/2013
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O momento de escolha da profissão ocorre geralmente na adolescência, quando os jovens estão vivenciando diversos conflitos inerentes a esta faixa etária. Trata-se de um momento complexo: são influências sociais, componentes pessoais, limites e possibilidades em um mesmo “jogo”.
As considerações são da psicóloga Ana Paula Rosa, que trabalha no Curso de Psicologia da Unoesc Joaçaba e ministrou uma palestra sobre escolha profissional na IV Feira das Profissões do Colégio Auxiliadora de Campos Novos.
A apresentação buscou orientar e oportunizar o autoconhecimento e a tomada de decisão consciente quanto à escolha profissional. Para isso, Ana Paula abordou as influências que podem afetar a decisão do estudante, habilidades ou preferências que podem identificar aptidões, o que cada pessoa procura para sua vida profissional e como fazer a escolha.
A IV Feira das Profissões foi promovida pelo Colégio Auxiliadora e aberto a todos os alunos das redes pública e particular do município. No local, os cerca de 300 visitantes puderam conferir estandes com informações sobre diversas profissões.
O diretor da Unoesc Campos Novos, José Fabrício Melo, participou da programação.
Escolha difícil
– O trabalho ocupa grande parte do tempo da vida das pessoas. Para que seja realizado de forma eficiente, é essencial que a escolha tenha sido consciente e coerente com os interesses e necessidades pessoais – comenta a diz a psicóloga Ana Paula Rosa.
Segundo ela, é realmente difícil escolher o curso superior a cursar e a carreira a seguir, pois há muitas opções. Por isso é necessário buscar informações confiáveis sobre as profissões, mercado profissional e tendências, cotidiano e ambientes de trabalho.
– E não se pode pensar em orientação profissional sem levar em conta as aptidões, interesses, valores, medos, inseguranças, expectativas da própria pessoa e os dados da família, assim como das interações familiares, da escolaridade e da realidade socioeconômica e cultural que ela vive – acrescenta.
Ana Paula ainda destaca que uma boa escolha implica em conhecer melhor a instituição de ensino onde se pretende buscar a formação profissional, assim como a organização a que a pessoa pretende se vincular.