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Graduação Pinhalzinho

Estudantes participam de debate sobre intolerância e a polêmica da cura gay

Acadêmicos da Unoesc Pinhalzinho participaram, recentemente, de um debate sobre questões de gênero, intolerância e a polêmica da cura gay, com a diretora da União Nacional LGBT de Chapecó e diretora da União Brasileira de Mulheres (UBM), Liliane Araújo. O debate foi mediado pelo professor do curso de Psicologia, Anderson Schuck. Durante a atividade, foram […]


Acadêmicos da Unoesc Pinhalzinho participaram, recentemente, de um debate sobre questões de gênero, intolerância e a polêmica da cura gay, com a diretora da União Nacional LGBT de Chapecó e diretora da União Brasileira de Mulheres (UBM), Liliane Araújo. O debate foi mediado pelo professor do curso de Psicologia, Anderson Schuck.

Durante a atividade, foram debatidas a atuação do Movimento LGBT nas demandas relacionadas à visibilidade e à garantia de direitos; ação política dos sujeitos na reprodução de preconceitos e discursos conservadores, que incidem nos marcadores sociais das diferenças: gênero, classe, raça, geração e deficiência; construção social da identidade de gênero e da orientação sexual. Além disso, foram debatidas a evidência da contrariedade do discurso científico ao legislar sobre questões ligadas a gênero e sexualidade e a aposta nos movimentos sociais como agentes transformadores das realidades e da possibilidade de efetivar a garantia de direitos humanos.

Além do debate, os acadêmicos de Psicologia chamaram a atenção para o tema ao fixar cartazes e balões pelo campus. As atividades fazem parte do projeto “Questões de gênero: intolerância e a polêmica da cura gay”, desenvolvido pelas professoras Aline Bogoni, Amanda Angonese e Ângela Bavaresco.

Segundo o coordenador do curso, professor Álvaro Cielo Mahl, é importante trabalhar esse tema para combater o preconceito e a intolerância, além de propiciar o desenvolvimento de intervenções que possam mobilizar para o diálogo e a sensibilização acerca de práticas que ferem o direito à liberdade.

A acadêmica Natalia Termo de Oliveira avaliou positivamente a atividade.

— Ter um espaço para poder debater esse assunto de forma clara e objetiva, mas com excelência, é essencial para o nosso contexto atual, pois é a falta de informação, que faz com que ele ainda seja tão polêmico. Somente por meio da produção e propagação de informação e conhecimento, que poderemos ter uma sociedade mais justa e igualitária para todos — finaliza a estudante.

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