Empoderamento feminino reúne profissionais de diversas áreas durante ciclo de debates
O curso de Psicologia da Unoesc Videira realizou nesta segunda-feira (28), o seu 4º Ciclo de Debates, com a participação de acadêmicos e profissionais de diversas área. O tema proposto foi o Empoderamento Feminino, que é o ato de conceder ou conquistar o poder de participação social às mulheres, garantindo que possam estar cientes e que […]
Publicado em 30/08/2017
Por Unoesc
O curso de Psicologia da Unoesc Videira realizou nesta segunda-feira (28), o seu 4º Ciclo de Debates, com a participação de acadêmicos e profissionais de diversas área. O tema proposto foi o Empoderamento Feminino, que é o ato de conceder ou conquistar o poder de participação social às mulheres, garantindo que possam estar cientes e que lutem pelos seus direitos, com total igualdade entre os gêneros, classe social, etnia, mercado de trabalho entre outros.
O debate contou as presenças da psicóloga Fabiana Piccolli D’Agostini, professora do curso de Psicologia; Bárbara Redante, psicóloga da Delegacia de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e Idoso do município de Campos Novos; Antônia de Oliveira Farias, professora aposentada, cofundadora e voluntária das ONG Escola de Pais de Brasil de Videira e Sorria Criança; Michele Leão de Lima, Cientista Social; do filosofo e professor Cláudio Bertotto; e da acadêmica da 4ª fase do curso, Gabriela Fantin.
Conforme a professora Taisa Trombetta Demarco, coordenadora do curso de Psicologia da Unoesc Videira, o Ciclo de Debates passou a ser uma atividade permanente, que pretende instigar e envolver a comunidade.
Ela explica que o empoderamento feminino não é um ato singular, mas ideológico e político coletivo, e que precisa envolver toda a sociedade para discutir o assunto de forma abrangente.
— Significa que se deve ter cuidado ao pensá-lo apenas como uma luta individual e de conquista pessoal, por mais que isso seja de extrema importância. É imprescindível que a mulher se empodere, lutando e resistindo todos os dias perante as falas e atos machistas dos seus familiares, amigos, colegas de trabalho, quebrando padrões, amando seu corpo, estimulando a sua mente, se fazendo respeitar — concluiu.