Dramatizações em Educação Especial promovem o respeito ao próximo
Os acadêmicos da 1ª fase de Educação Especial, do Campus de Xanxerê, produziram dramatizações. A atividade ocorreu no componente curricular de Fundamentos da Educação Especial, ministrado pela professora Sonia Marta Alberici. Entre as atividades desenvolvidas no componente, foi proposto aos acadêmicos um Trabalho Acadêmico Efetivo (TAE) que contemplasse uma dramatização envolvendo, por sua vez, a […]
Publicado em 22/06/2012
Por
Os acadêmicos da 1ª fase de Educação Especial, do Campus de Xanxerê, produziram dramatizações. A atividade ocorreu no componente curricular de Fundamentos da Educação Especial, ministrado pela professora Sonia Marta Alberici.
Entre as atividades desenvolvidas no componente, foi proposto aos acadêmicos um Trabalho Acadêmico Efetivo (TAE) que contemplasse uma dramatização envolvendo, por sua vez, a diversidade e o respeito às diferenças.
A concretização do trabalho ocorreu, inicialmente, a partir de várias leituras de Literatura Infantil. Os títulos selecionados foram “Joaninha diferente”, de Regina Célia Melo; “Dognaldo e sua nova situação”, de Márcia Honora; e “O torto e o direito”, de Eduardo Bottallo. Na sequência, os acadêmicos realizaram as dramatizações.
A professora Sonia Marta Alberici avalia positivamente o resultado da atividade.
– Todos os acadêmicos participaram e afirmaram que, cada vez mais, se sentem responsáveis pela liberdade e pelo respeito a todos, indistintamente – analisa.
Respeito à diversidade
Atualmente, há uma variedade significativa de obras literárias que auxiliam na promoção da arte de respeitar o outro a partir de pequenas ações que envolvem o trabalho solidário e coletivo na escola de educação básica e também no ensino superior.
– Haja vista que o trabalho coletivo deve ser uma constante no acesso e permanência das pessoas com deficiência na escola de educação básica – reafirma a professora.
Assim, por meio da leitura de obras como essas, é possível apresentar e apreciar a arte da aceitação das individualidades, o respeito à singularidade, a certeza da incompletude e, acima de tudo, o desafio de comprometer-se pela luta do respeito ao próximo – não pela proximidade física, mas pela certeza da incompletude e da unicidade compartilhada.