Curso de Design desenvolve projeto para ONG de Pinhalzinho
Cinco acadêmicas do Curso de Design da Unoesc – Campus de São Miguel do Oeste – estão desenvolvendo o Manual de Identidade Corporativa para a ONG Olho Verde, de Pinhalzinho – SC. A construção da logomarca e o desenvolvimento de modelos de camisetas já foram finalizados e, neste mês, as acadêmicas estão criando as personalizações […]
Publicado em 26/04/2010
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Cinco acadêmicas do Curso de Design da Unoesc – Campus de São Miguel do Oeste – estão desenvolvendo o Manual de Identidade Corporativa para a ONG Olho Verde, de Pinhalzinho – SC. A construção da logomarca e o desenvolvimento de modelos de camisetas já foram finalizados e, neste mês, as acadêmicas estão criando as personalizações dos brindes, o cartão de visitas e outros produtos para a divulgação da ONG. O objetivo da Olho Verde é desenvolver a conscientização ambiental das pessoas do Oeste catarinense. As acadêmicas que desenvolveram o projeto foram: Katia Leticia Rosanelli e Patricia Merilene Lohmann, do 1° período; Adriana Gralow e Viviane Vicari, do 3° período e Ivanes Vanzella, do 5° período do Curso.
O trabalho é parte dos serviços prestados pelo Núcleo de Design da Unoesc. Segundo a coordenadora do Curso, professora Lidiane Camiloti, geralmente os projetos possuem um custo para o desenvolvimento. “Porém, quando se trata de ONGs ou instituições beneficentes, os trabalhos são desenvolvidos de forma gratuita”, afirma.
Nesses últimos semestres, muitos serviços foram prestados pelo Curso de Design a instituições. “Essa é uma das principais diferenças de nosso curso em relação aos concorrentes. Oferecemos, ainda na graduação, a experiência que o mercado de trabalho tanto cobra”, comenta a coordenadora. Segundo ela, com esses projetos, os acadêmicos adquirem experiência e colaboram com o crescimento da região, mostrando a função do designer para a sociedade.
Disponibilidade acadêmica
Outro fator positivo da constituição desses projetos é a disponibilidade dos acadêmicos, mesmo quando os trabalhos são voluntários. A acadêmica Adriana Gralow trabalha e estuda e, mesmo assim, se interessou em desenvolver o Manual de Identidade. Segundo ela, a grande parte do projeto foi feita de madrugada. “Vale a pena dormir pouco para aprender muito. Quando eu estiver no mercado de trabalho, o resultado positivo virá à tona”, destaca.
Como as acadêmicas pertencem a períodos diferentes da graduação, a troca de experiências é um dos principais ganhos. “O aprendizado é pelo o que pesquisamos e estudamos, mas também é pelas experiências repassadas de uma acadêmica para a outra”, explica Adriana.