Curso de Agronomia realiza viagem de estudos ao Paraná
Os acadêmicos de Agronomia da Unoesc São José do Cedro e Maravilha realizaram, neste semestre, uma viagem de estudos ao Estado do Paraná. Segundo o professor André Sordi, durante as visitas, os alunos puderam interagir com as diversas áreas do conhecimento do curso. Na empresa de fertilizantes Microxisto, no município de São Mateus do Sul, […]
Publicado em 07/11/2017
Por Unoesc
Os acadêmicos de Agronomia da Unoesc São José do Cedro e Maravilha realizaram, neste semestre, uma viagem de estudos ao Estado do Paraná. Segundo o professor André Sordi, durante as visitas, os alunos puderam interagir com as diversas áreas do conhecimento do curso.
Na empresa de fertilizantes Microxisto, no município de São Mateus do Sul, os estudantes visualizaram os processos de produção de fertilizantes foliares à base de extrato de Xisto, além de novas linhas de produtos comerciais como a nanotecnologia, empregada em fertilizantes foliares de maior eficiência de aproveitamento. A Mineradora Cavazin, localizada em Almirante Tamandaré, também integrou o roteiro da viagem de estudos. No local, os estudantes conheceram a mineração de calcário, utilizada como corretivos agrícolas; mosaicos portugueses e a pedra dolomita branca, utilizada na produção de cal e brita.
Os acadêmicos também conheceram o projeto “Solo e Sociedade” da Universidade Federal do Paraná (UFP) e acompanharam as atividades desenvolvidas pelo programa como visita em perfil e monólitos de solos e maquetes ilustrativas de formação e degradação. Durante as visitas nos perfis, os futuros agrônomos conheceram solos não encontrados no Oeste catarinense.
Outro local visitado foi o Núcleo de Inovação Tecnológica (NITA), localizado na Fazenda Canguiri. No Núcleo, os estudantes conheceram uma nova forma de produzir alimentos de origem vegetal e animal de forma sustentável, inovando tecnologias. O Núcleo é um dos poucos do gênero no Brasil e engloba vários sistemas de produção integrada.
— Com a visita inserimos nossos alunos em novas tecnologias e formas de produzir — avalia o professor André Sordi.
Para a acadêmica Sabrina Bárbara Scapin, a viagem de estudos contribuiu para a sua formação profissional.
— Conhecemos outras realidades e pudemos ampliar nossos conhecimentos, além de ter acesso a novas tecnologias — comenta a estudante.