Curso de Agronomia promove visita técnica para estudo de solos
Acadêmicos da 2ª fase do curso de Agronomia da Unoesc Campus Aproximado de Maravilha realizaram, nos dias 22 e 23, uma viagem de estudos para as cidades gaúchas de Ametista do Sul, Mata e Santa Maria, com o intuito de possibilitar o estudo de solos. Os acadêmicos foram acompanhados pelo professor Guilherme Luiz Parize. De […]
Publicado em 28/11/2012
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Acadêmicos da 2ª fase do curso de Agronomia da Unoesc Campus Aproximado de Maravilha realizaram, nos dias 22 e 23, uma viagem de estudos para as cidades gaúchas de Ametista do Sul, Mata e Santa Maria, com o intuito de possibilitar o estudo de solos. Os acadêmicos foram acompanhados pelo professor Guilherme Luiz Parize.
De acordo com o coordenador do curso de Agronomia, professor Alceu Cericato, no município de Ametista do Sul, conhecido como capital mundial da ametista, os acadêmicos visitaram as minas de extração para conhecer a formação do solo. As pedras preciosas extraídas da região de Ametista ficam disponíveis no Ametista Parque Museu, que possui acervo superior à 1.500 exemplares de pedras preciosas, se caracterizando como o único do gênero no Brasil.
Na cidade da Mata o grupo conheceu o Museu Padre Daniel Cargnin. O local possui mais de dois mil fossei vegetais e animais além de um Jardim Paleobotânico que abriga fósseis de madeira petrificada.
Em Santa Maria a visita foi realizada no museu de solos da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Na ocasião, o grupo conheceu a didática experimental de várzea do Departamento de Fitotecnia da UFSM que é constituída por 11 hectares sistematizados com dreno, canais de irrigação, estradas e nivelamento superficial do solo, contando ainda com máquinas e equipamentos destinados aos trabalhos de campo e laboratórios de aula. O professor explica ainda, que o Engenheiro Agrônomo e professor da Universidade UFSM, Enio Marchesan, fez o acompanhamento da visita e explicou sobre projetos desenvolvidos para plantações em áreas de várzeas, como a soja.
Conhecimento
Durante as visitas os acadêmicos puderam observar e estudar o perfil dos solos. Para a acadêmica Katiussa Cipriani a viagem foi um momento que complementou os ensinamentos de sala de aula com o conhecimento prático no local.
– Além de conhecer lugares tombados pelo patrimônio histórico, que nos contam um pouco mais sobre a formação do nosso solo e acontecimentos passados, conseguimos ver em prática aquilo que foi repassado em sala de aula e identificar o tipo de solo e suas classificações in loco. Após conversa com o professor e engenheiro agrônomo Enio Marchesan, tivemos mais curiosidades e energia para continuar a busca por conhecimento. Para nós, futuros agrônomos, é importante esse contato prático – afirma.
Conforme o professor Alceu, as viagens técnicas visam o encontro do acadêmico com o universo profissional proporcionando uma formação mais ampla.
– A realização destas visitas é de extrema importância para a formação dos futuros engenheiros agrônomos, pois complementam os conteúdos vistos em laboratórios e salas de aula e auxiliam muito no processo de ensino e aprendizagem. No curso primamos pela qualidade do ensino, buscando incessantemente uma melhor formação para os acadêmicos e que realmente seja compatível com o que o mercado de trabalho está necessita. O mercado exige profissionais altamente qualificados – destaca.