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Graduação São José do Cedro

Curso de Agronomia promove visita técnica para estudo de solos

Acadêmicos da 2ª fase do curso de Agronomia da Unoesc Campus Aproximado de Maravilha realizaram, nos dias 22 e 23, uma viagem de estudos para as cidades gaúchas de Ametista do Sul, Mata e Santa Maria, com o intuito de possibilitar o estudo de solos. Os acadêmicos foram acompanhados pelo professor Guilherme Luiz Parize. De […]


Acadêmicos da 2ª fase do curso de Agronomia da Unoesc Campus Aproximado de Maravilha realizaram, nos dias 22 e 23, uma viagem de estudos para as cidades gaúchas de Ametista do Sul, Mata e Santa Maria, com o intuito de possibilitar o estudo de solos. Os acadêmicos foram acompanhados pelo professor Guilherme Luiz Parize.

De acordo com o coordenador do curso de Agronomia, professor Alceu Cericato, no município de Ametista do Sul, conhecido como capital mundial da ametista, os acadêmicos visitaram as minas de extração para conhecer a formação do solo. As pedras preciosas extraídas da região de Ametista ficam disponíveis no Ametista Parque Museu, que possui acervo superior à 1.500 exemplares de pedras preciosas, se caracterizando como o único do gênero no Brasil.

Na cidade da Mata o grupo conheceu o Museu Padre Daniel Cargnin. O local possui mais de dois mil fossei vegetais e animais além de um Jardim Paleobotânico que abriga fósseis de madeira petrificada.

Em Santa Maria a visita foi realizada no museu de solos da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Na ocasião, o grupo conheceu a didática experimental de várzea do Departamento de Fitotecnia da UFSM que é constituída por 11 hectares sistematizados com dreno, canais de irrigação, estradas e nivelamento superficial do solo, contando ainda com máquinas e equipamentos destinados aos trabalhos de campo e laboratórios de aula. O professor explica ainda, que o Engenheiro Agrônomo e professor da Universidade UFSM, Enio Marchesan, fez o acompanhamento da visita e explicou sobre projetos desenvolvidos para plantações em áreas de várzeas, como a soja.

 

Conhecimento

Durante as visitas os acadêmicos puderam observar e estudar o perfil dos solos. Para a acadêmica Katiussa Cipriani a viagem foi um momento que complementou os ensinamentos de sala de aula com o conhecimento prático no local.

– Além de conhecer lugares tombados pelo patrimônio histórico, que nos contam um pouco mais sobre a formação do nosso solo e acontecimentos passados, conseguimos ver em prática aquilo que foi repassado em sala de aula e identificar o tipo de solo e suas classificações in loco. Após conversa com o professor e engenheiro agrônomo Enio Marchesan, tivemos mais curiosidades e energia para continuar a busca por conhecimento. Para nós, futuros agrônomos, é importante esse contato prático –  afirma.

Conforme o professor Alceu, as viagens técnicas visam o encontro do acadêmico com o universo profissional proporcionando uma formação mais ampla.

– A realização destas visitas é de extrema importância para a formação dos futuros engenheiros agrônomos, pois complementam os conteúdos vistos em laboratórios e salas de aula e auxiliam muito no processo de ensino e aprendizagem. No curso primamos pela qualidade do ensino, buscando incessantemente uma melhor formação para os acadêmicos e que realmente seja compatível com o que o mercado de trabalho está necessita. O mercado exige profissionais altamente qualificados – destaca.

 

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