Competição ao ar livre reuniu estudantes de Educação Física
Acadêmicos da 4ª fase do curso de Educação Física, da modalidade bacharelado da Unoesc Videira realizaram no domingo, dia 25 de novembro, a 3ª edição do Pé na Lama Universitário. O evento foi desenvolvido na propriedade da família do acadêmico do curso, Miguel Sartor, localizada no interior do município de Iomerê e proporcionou momentos de congraçamento entre os […]
Publicado em 27/11/2018
Por Unoesc
Acadêmicos da 4ª fase do curso de Educação Física, da modalidade bacharelado da Unoesc Videira realizaram no domingo, dia 25 de novembro, a 3ª edição do Pé na Lama Universitário. O evento foi desenvolvido na propriedade da família do acadêmico do curso, Miguel Sartor, localizada no interior do município de Iomerê e proporcionou momentos de congraçamento entre os graduandos, diplomados e familiares num momento de superação e diversão em meio à natureza.
O Pé na Lama é uma atividade integrada ao componente curricular Planejamento e Organização de Eventos da Educação Física realizado ao ar livre, em meio à mata, próximo a riachos e muitos obstáculos, com o objetivo de medir a resistência dos participantes.
Para o professor Giva Lima, responsável pelo componente curricular que organizou o Pé na Lama, as atividades físicas e a natureza estão ligadas à vida do homem, pois através delas ele desenvolveu habilidades para sobreviver com os meios disponíveis, onde saltava, nadava, corria e escalava em busca do alimento que o manteria vivo.
No entanto, explica o professor Giva, com o avanço da ciência e a Revolução Industrial, a natureza foi perdendo espaço para as máquinas, que facilitaram o dia a dia do homem, visando aos interesses econômicos.
Com toda essa expansão, os ambientes voltados para as práticas de atividades físicas junto à natureza tornaram-se restritos, fazendo com que os exercícios físicos ficassem de lado, gerando assim um estado crítico na saúde da sociedade.
— Para contribuir na mudança desses índices negativos, organizamos este evento, por meio de atividades junto à natureza como forma de proporcionar bem-estar para o desenvolvimento da saúde dos praticantes de corrida de obstáculos, onde pessoas de diversas idades testam seus limites físicos e emocionais no intuito de superar seus medos e testar sua resistência — apontou Giva.
Ele afirma que para os acadêmicos este momento único serve como clínica para aplicar as atividades desenvolvidas em sala, onde podem pôr em prática os conceitos discutidos em aula.
Toda a parte de planejamento, organização criação das atividades, elaboração do circuito e, especialmente, a confecção das provas foram realizadas pela turma no dia 24.
— Sempre lembro para os acadêmicos que “Ninguém realiza um evento sozinho, é preciso a participação e dedicação de cada componente da equipe para que tudo saia como planejado. A cooperação, o saber ouvir e lidar com pessoas é importantíssimo para um bom resultado” — concluiu.