Campanha realizou coleta de resíduos eletrônicos em Videira
Com o objetivo de recolher resíduos eletrônicos e promover maior consciência ambiental junto à população, a acadêmica Micheli Cristina Polli, da 7ª fase do curso de Engenharia Sanitária e Ambiental da Unoesc Videira, promoveu campanha na 1ª semana do mês de maio. O trabalho foi realizado no largo da Estação Ferroviária e contou com a […]
Publicado em 22/05/2017
Por Unoesc
Com o objetivo de recolher resíduos eletrônicos e promover maior consciência ambiental junto à população, a acadêmica Micheli Cristina Polli, da 7ª fase do curso de Engenharia Sanitária e Ambiental da Unoesc Videira, promoveu campanha na 1ª semana do mês de maio. O trabalho foi realizado no largo da Estação Ferroviária e contou com a colaboração do Leo Clube Omega Videira Cinquentenário e o Lions Clube Videira Centro.
A campanha, que faz parte do projeto de extensão Educação e Conscientização Ambiental, aconteceu com a finalidade de conscientizar a população sobre os riscos de se descartar de forma inadequada os resíduos que possuem compostos perigosos em sua composição. Além disso, buscou-se promover a coleta desses resíduos para serem destinados a uma empresa que fará o tratamento e a correta destinação dos mesmos.
Segundo a presidente do Leo Clube, Gabriela Diesel, o objetivo de conscientização da campanha foi alcançado. O foco não era o recolhimento propriamente dito dos materiais, mas a conscientização das pessoas para que adotem a prática de fazer a destinação correta destes materiais.
Durante o evento, a comunidade recebeu folders de divulgação da campanha, com informações sobre os malefícios do descarte incorreto das lâmpadas fluorescentes, pois a sociedade em geral desconhece o que pode ocorrer se uma lâmpada contendo mercúrio for descartada de forma inadequada no meio ambiente.
Para a acadêmica a campanha realizada foi extremamente gratificante, pois se observou como muitas pessoas estão preocupadas com a qualidade do meio ambiente, e que muitas delas estavam guardando seus resíduos eletrônicos e lâmpadas para uma possível coleta, pois sabiam que se destinassem esses resíduos no lixo comum, estariam contribuindo para a degradação do meio ambiente.
— Foi possível perceber durante a distribuição do material ilustrativo da campanha, que muitos cidadãos faziam perguntas sobre o porquê de se destinar, daquela forma proposta, pilhas, baterias e lâmpadas, demonstrando interesse sobre o assunto e afirmando que iriam começar a separar esses resíduos em suas residências — ressaltou a acadêmica que ficou impressionada com o volume de materiais coletado em poucas horas.
Para a professora Marta Verônica Buss, coordenadora do projeto, as lâmpadas fluorescentes são muito perigosas quando descartadas incorretamente, pois o mercúrio encontrado em seu interior é o responsável por diversas reações conforme o grau de concentração. Uma pessoa contaminada pode apresentar sintomas como dor de estômago, diarreia, tremores, depressão, ansiedade, insônia, falhas de memória, agressividade, demência, podendo levar a pessoa até mesmo à morte.
— A parceria foi eficiente e alcançou os objetivos propostos para a campanha — finalizou.