Acadêmicos de Medicina Veterinária visitam unidade da Embrapa
Na segunda-feira (22), a turma da 6ª fase do curso de Medicina Veterinária da Unoesc Xanxerê realizou uma visita técnica na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa Suínos e Aves, no município de Concórdia. Localizada no Oeste de Santa Catarina, a unidade descentralizada da Embrapa está vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento […]
Publicado em 25/04/2019
Por Unoesc
Na segunda-feira (22), a turma da 6ª fase do curso de Medicina Veterinária da Unoesc Xanxerê realizou uma visita técnica na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa Suínos e Aves, no município de Concórdia.
Localizada no Oeste de Santa Catarina, a unidade descentralizada da Embrapa está vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e como missão viabilizar soluções de pesquisa, o desenvolvimento e inovação para sustentabilidade da suinocultura e avicultura em benefício da sociedade brasileira.
Numa área de mais de 200 hectares destinados totalmente para a pesquisa, a Embrapa também busca inovar na cadeia avícola e suinícola, trazendo alternativas e retorno financeiro para os pequenos produtores rurais, considerando que a maior parte baseia-se na agricultura familiar.
Durante a visita, os acadêmicos conheceram o papel da Embrapa no cenário nacional e acompanharam três palestras: “Influenza suína” por Rejane Schaefer; “Doenças respiratórias” por Marcos Mores; e “Bioseguridade na criação de suínos” por Luizinho Caron. A ênfase nas explanações foi a sanidade dos suínos e aves e, ainda, assistiram a um vídeo institucional mostrando o funcionamento das granjas.
— A visita foi importante para os alunos se aproximarem desta instituição de pesquisa pública que tem compromisso em atender as demandas da sociedade, contribuindo com o desenvolvimento regional — destacou a professora Idiane Mânica Radaelli, responsável pela atividade.
Toda informação que é produzida pela Embrapa Suínos e Aves é repassada para as cadeias produtivas por meio de dias de campo, cursos, publicações, unidades demonstrativas, eventos e outras iniciativas. Isso faz com que os resultados sejam transferidos para os demais, possibilitando as cadeias avícolas e suinícolas serem mais competitivas e rentáveis.
— Percebemos que tecnologias, modos e aplicações práticas estão surgindo constantemente. Tivemos a oportunidade de aprimorar técnicas e conceitos que iremos utilizar para que o resultado da nossa atividade seja sempre positivo — afirmou o acadêmico de Medicina Veterinária, Felipe Leite.
*Com informações da professora Idiane Mânica Radaelli