Acadêmicos de Licenciatura socializam pesquisas
Acadêmicos dos cursos de Artes Visuais, História, Letras e Pedagogia, do Campus de Xanxerê, socializaram as pesquisas realizadas em escolas da região Oeste de Santa Catarina. As pesquisas, que envolveram a 3ª e 5ª fases dos cursos, foram desenvolvidas no componente curricular de Prática e Investigação Educativa, ministrado pela professora Sonia Marta Alberici.A investigação teve […]
Publicado em 05/07/2010
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Acadêmicos dos cursos de Artes Visuais, História, Letras e Pedagogia, do Campus de Xanxerê, socializaram as pesquisas realizadas em escolas da região Oeste de Santa Catarina. As pesquisas, que envolveram a 3ª e 5ª fases dos cursos, foram desenvolvidas no componente curricular de Prática e Investigação Educativa, ministrado pela professora Sonia Marta Alberici.
A investigação teve o objetivo de conhecer a realidade escolar a partir de situações do cotidiano. Nesse sentido, durante o segundo semestre do ano passado, os acadêmicos desenvolveram os projetos e, neste semestre, ocorreu a ida a campo.
Segundo a professora, a proposta de realizar um relatório de pesquisa sobre a organização, a dinâmica e o funcionamento da escola de educação básica diz respeito a realidades que precisam ser compreendidas em si, em suas articulações e com a totalidade da vida escolar. “Perceber que os acadêmicos de cursos de Licenciatura estão envolvidos de forma ativa em processos de observação, reflexão, análise e discussão, justifica o compromisso da Unoesc em preparar pessoas com capacidade para transformar o conhecimento científico em condutas profissionais e pessoais na sociedade, relativas aos problemas e necessidades dessa mesma sociedade”, analisa.
Os temas pesquisados envolveram Projeto Político-Pedagógico; o trabalho dos profissionais da Educação; o clima de trabalho; a estrutura organizacional; as condições e organização física, material e de pessoal das escolas; a organização do trabalho escolar; a gestão escolar; e projetos e programas sociais.
A professora afirma que esse trabalho só foi possível a partir da participação de professores, funcionários, pais e alunos das escolas de educação básica da região, acrescentando que os acadêmicos demonstraram envolvimento e crescimento pessoal e intelectual no processo de investigação.