Acadêmicos aprendem sobre manejo reprodutivo, sanitário e nutricional em visita a cabanha de ovinos
No dia 14 de abril, 36 Alunos da 7ª fase de Medicina Veterinária de Campos Novos, por meio do componente curricular de Ovinocultura, foram acompanhados pela professora Renata Casali, a uma visita técnica na propriedade denominada cabanha São Galvão, localizada na cidade de Bom Retiro e pertence ao diretor da Associação Catarinense de Criadores de Ovinos, José […]
Publicado em 24/04/2018
Por Unoesc
No dia 14 de abril, 36 Alunos da 7ª fase de Medicina Veterinária de Campos Novos, por meio do componente curricular de Ovinocultura, foram acompanhados pela professora Renata Casali, a uma visita técnica na propriedade denominada cabanha São Galvão, localizada na cidade de Bom Retiro e pertence ao diretor da Associação Catarinense de Criadores de Ovinos, José Volni Costa.
A cabanha conta com cerca de 600 ovinos das raças Ile de France e Romney Marsh que produzem cordeiros para abate e também animais melhoradores de genética. Na oportunidade os acadêmicos puderam participar do diagnóstico de gestação de 219 borregas, por ultrassonografia, realizado pela professora Renara Casali, e também visitaram os vários locais da cabanha, recebendo informações sobre manejo reprodutivo, sanitário e nutricional dos ovinos, pelo próprio proprietário do local.
Para os acadêmicos, a atividade proporcionou acompanhar a realidade da região em que vivem e observarem, desde a postura profissional, que deve fazer parte da rotina veterinária, até as técnicas de manejo e contenção práticas, que não são ensinadas em literaturas.
— Os animais são separados por idade, sexo e raça, isso para facilitar o manejo dos mesmos. As fêmeas recém paridas ficam em piquetes separados com alimento rico em fibras e proteínas, assim a produção de leite é suficiente para o crescimento dos cordeiros. Foi muito proveitosa a atividade, pois, vivenciamos um pouco da rotina de quem é um criador de ovinos de carne e lã, quais são os entraves e quais os benefícios e lucros que os animais podem gerar — comentou o acadêmico Willian Pasinato.