Acadêmico de Engenharia de Produção Mecânica participa de congresso nacional
Entre os dias 23 e 26 de novembro, o estudante Renan Proinelli, do curso de Engenharia de Produção Mecânica, da Unoesc Joaçaba, participou do 6º Congresso Brasileiro de Gestão Ambiental. O evento, realizado em Porto Alegre (RS), teve como tema central o uso sustentável da água. No dia 26, o acadêmico apresentou nas sessões orais […]
Publicado em 09/12/2015
Por Unoesc
Entre os dias 23 e 26 de novembro, o estudante Renan Proinelli, do curso de Engenharia de Produção Mecânica, da Unoesc Joaçaba, participou do 6º Congresso Brasileiro de Gestão Ambiental. O evento, realizado em Porto Alegre (RS), teve como tema central o uso sustentável da água.
No dia 26, o acadêmico apresentou nas sessões orais o trabalho “Avaliação técnica e econômica da co-combustão de Lodo Frigorífico Primário para geração de vapor”. O professor Cristiano Meneghini foi o orientador deste trabalho, que faz parte do relatório de estágio supervisionado do curso de Engenharia de Produção Mecânica. Neste congresso, o estudo foi aprovado na categoria “Gestão Ambiental em Atividades de Energia, Eficiência Energética, Mecanismo de Desenvolvimento Limpo, Créditos de Carbono”.
De acordo com a pesquisa, a indústria frigorífica produz uma quantidade significativa de resíduos em seus processos produtivos, dentre os quais está o Lodo Frigorífico Primário (LFP), uma matéria gerada a partir do tratamento de efluentes líquidos. Este resíduo possui um elevado custo de destinação aos aterros sanitários, tendo potencial energético inutilizado, gerando subprodutos. A queima do LFP em condições favoráveis contribui na produção de energia térmica e elétrica.
O estudo foi realizado em um frigorífico do Meio-Oeste catarinense e teve como objetivo analisar a viabilidade do potencial térmico do LFP, por meio da co-combustão em uma caldeira à lenha, respeitando as leis ambientais pertinentes.
Os resultados obtidos apontaram o aumento de 4% do rendimento térmico da caldeira e uma redução no consumo de lenha da caldeira de 17,6%. Determinou-se também que o LFP não deve ser queimado em percentuais acima de 15% em relação de massa total, sendo essa relação ideal para queima.