2º Cinema, Psicologia e Sociedade aborda sobre gênero
Acadêmicos dos cursos de Psicologia da Unoesc São Miguel do Oeste e Pinhalzinho participaram, neste mês, do 2º Cinema, Psicologia e Sociedade. Durante a atividade, foi exibido o filme “Transamérica” e levantadas discussões sobre o tema gênero. Segundo a professora Lisandra Antunes de Oliveira, os estudantes de São Miguel do Oeste participaram de discussões sobre […]
Publicado em 11/04/2018
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Acadêmicos dos cursos de Psicologia da Unoesc São Miguel do Oeste e Pinhalzinho participaram, neste mês, do 2º Cinema, Psicologia e Sociedade. Durante a atividade, foi exibido o filme “Transamérica” e levantadas discussões sobre o tema gênero.
Segundo a professora Lisandra Antunes de Oliveira, os estudantes de São Miguel do Oeste participaram de discussões sobre questões de gênero, cirurgia de troca de sexo, aceitação, homofobia, cura gay, liberdade de poder ir e vir com seu próprio corpo, escolha e preconceito em relação ao corpo, visibilidade trans, garantia de direitos, entre outros.
— Esse é um tema muito urgente para se falar e tratar na Universidade, principalmente, para debatermos sobre o assunto e enfrentarmos o preconceito que está arraigado na comunidade acadêmica e na sociedade como um todo — afirma a professora.
Além de questões em torno do gênero e sexualidade, os acadêmicos de Pinhalzinho discutiram assuntos como a produção de subjetividade, sofrimento humano em decorrência do preconceito, felicidade, o papel do psicólogo e a ética no processo transexualizador.
— A Psicologia, enquanto ciência e profissão, assume o compromisso de refletir e combater qualquer prática de preconceito ou produtora de sofrimento. Portanto, compreendendo que as questões de gênero podem ser fatores determinantes no sofrimento das pessoas, é imprescindível que tenhamos espaços de discussões como esse — avalia a professora Ana Paula Risson.
Para o acadêmico Elienay Brandão de Oliveira, debates como esse são importantes.
— Os profissionais de Psicologia devem estar preparados para atender a essa parcela da população, garantindo um acolhimento humano e profissional — destaca o estudante.
O acadêmico André Gasparin observa que a atividade vai ao encontro do Código de Ética da profissão.
— O Código de Ética nos orienta a trabalhar e produzir conhecimento científico, além de promover debates que provocam uma redução nos preconceitos vigentes em nossa sociedade — finaliza o estudante.