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Torneio Juvenil de Robótica é realizado na sede do Programa Viver em parceria com a Unoesc

Por: Francielle Mafesoni dos Santos
francielle.santos@unoesc.edu.br
03 de Dezembro de 2021

Neste ano, a Unoesc Chapecó por meio do Ponto Zero, desenvolveu na sede do Programa Viver o Projeto Vivenciando a Inclusão da Robótica com  objetivo de proporcionar conhecimentos nas mais diversificadas áreas da tecnologia, bem como oportunizar a qualificação para o mercado de trabalho. Essa ação é  financiado pelo Edital de Chamamento Público n°001/2021 do Conselho Municipal Dos Direitos Da Criança e do Adolescente De Chapecó/SC – CMDCA. 

 Foram ministradas aulas de informática básica, robótica LEGO, eletrônica básica com Arduino, impressão 3D e CNC, tecnologias divertidas, desenvolvimento e uso de jogos para 29 adolescentes de 13 e 17 anos. Ainda está sendo executando 20hs de oficinas para Monitores indicados pelo Programa Viver, que poderão contribuir posteriormente nas oficinas de robótica, considerando que os kits-robóticas adquiridos com recursos do projeto, poderão ser utilizados para formação de outras turmas.

Para integrar esses estudantes, em novembro foi realizada a etapa Catarinense do Torneio Juvenil de Robótica - TJR.  

Os jovens capacitados foram motivados a participar do TJR e assim aplicar alguns dos conhecimentos adquiridos.  O Coordenador Professor Tiago Zonta afirma que o desafio em competições é uma cultura das áreas das tecnologias.  

— Já utilizamos esta estratégia nos cursos de Sistemas de Informação e Engenharia de Computação e isso motivou as capacitações realizadas nas escolas desde 2012, por isso também se formou o grupo Robotic League do Bom Pastor — comenta. 

O Grupo Robotic League vem crescendo e se desenvolvendo desde 2014 e também realizou a etapa Catarinense junto com o Programa Viver e a Unoesc. Conforme pesquisa da Associação Catarinense de Técnologia - ACATE realizada em 2021, existe uma demanda de mais de 2500 vagas nessas áreas e faltam profissionais para preencher.  

— Trazer este exemplo da oficina de robótica do Bompa, foi justamente para mostrar para as turmas, ONG e prefeitura que isso é possível e deve ter continuidade. Ações como essa devem ser fomentadas, precisamos fazer as crianças entender as oportunidades que este meio oferece, oportunidades que podem ajudar a resolver problemas sociais e melhorar a condição de muitas famílias — finaliza o professor Tiago Zonta.  

A coordenadora do Ponto Zero, Carla de Almeida Basso ressalta que os resultados deste projeto permite o acesso dos jovens acerca do mundo da Robótica como meio de inclusão e qualificação para entrada ao mercado de trabalho.

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