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Unoesc participa do Warm Up, 2º Encontro de Inovação da Acafe

Por: Adriano França
imprensa@unoesc.edu.br
17 de Setembro de 2021

Na quarta-feira, 15, aconteceu por meio das tecnologias remotas o Warm Up, 2º Encontro de Inovação da Acafe; repensando o ensino superior, que contou com a participação do presidente da Acafe e reitor da Unoesc, professor Aristides Cimadon, com o superintendente de inovação da PUCRS, Jorge Audy, com o reitor da Unifeob, João Otávio Bastos, e o presidente da Fapesc, Fábio Holthausen.

Inicialmente o presidente da Acafe, professor Aristides Cimadon, deu às boas-vindas aos participantes destacando a importância do encontro.

 — Para as nossas instituições comunitárias, um tema como esse é fundamental. O momento é de reflexão e de conversa no sentido de que nós estamos fazendo ações importantes para o desenvolvimento do estado, do país e das nossas instituições e regiões — enfatizou Cimadon.

Na sequência, o superintendente de inovação da PUCRS, professor Jorge Audy abordou sobre a perspectiva e temas referentes à inovação na busca de sustentabilidade das IES comunitárias, as fontes de alternativas e iniciativa de financiamentos: desafios e possibilidades. Conforme Audy, uma instituição ativa faz mudanças na sua estrutura, no modo de agir e reagir, frente às demandas internas e externas, sendo capaz de mudar e se adaptar diante das mudanças de uma sociedade em evolução.

— As IES devem colocar sua tradição e qualidade a serviço da renovação necessária para atender ao cumprimento de sua missão, isso deve ser feito de forma coerente com seus princípios e valores, envolve a busca de uma nova educação para uma nova sociedade em sintonia com seu tempo — finalizou o superintendente.

Já o professor João Otávio Bastos, abordou sobre a gestão de pessoas, destacou o possível fim da crise sanitária mundial causada pela Covid-19, e o retorno das aulas presenciais para 2022 em se tratando do ensino superior. Bastos reiterou que por conta da pandemia o número de alunos caiu drasticamente conforme os dados do SISU, Enem e Encceja, formando assim um estoque de estudantes aptos a entrarem no ensino superior que ficou represado durante esse período de distanciamento social.

— A gente tem o desafio de acolher essas pessoas em termos de acessibilidade e dar significado para elas, e qual o perfil desses estudantes? São estudantes digitais, que estão interessados em aprender conteúdos melhores e mais relevantes aos que eles encontram nas plataformas digitais. Temos o desafio de acolher a expectativa desses alunos que chegam às nossas instituições —enfatiza Bastos.

Por fim, o presidente da Fapesc, Fábio Holthausen, pontuou que o ensino e a pesquisa os professores sabem fazer, no entanto, quando se fala nesse ambiente de inovação, no processo de inovação há algumas dificuldades a serem sanadas.

— O nosso professor pesquisador ainda precisa aprender a fazer inovação dentro do seu processo de ensino, especialmente pesquisa aplicada que vai ter um foco no resultado de maior interesse para a sociedade em dado momento, a gente ainda está aprendendo a gerar inovação — finalizou Fábio.  

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