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Pré-incubado da Agir se destaca no cenário da Inovação

Por: Alessandra de Barros
imprensa@unoesc.edu.br
20 de Dezembro de 2019

A Agência de Relações Institucionais da Unoesc (AGIR) possui uma pré-incubadora de projetos na qual muitas ideias inovadoras têm ganhado suporte para se tornarem empreendimentos ou produtos de sucesso. E, entre os projetos que tem se destacado no cenário da inovação Catarinense é o do Acadêmico Felipe Basso, que está desenvolvendo o projeto “Smart 3D”um sistema que pode diminuir mais de 50% dos custos da impressão 3D.

Em outubro, o projeto de Felipe participou do “Inova Senai SC” que teve 142 projetos inscritos e 20 selecionados para apresentação na cidade de Jaraguá do Sul e foi premiado como a melhor ideia “Vem fazer Sesi” evento que foi realizado paralelamente, se tornando o representante na etapa nacional do “Inova Senai em 2020”.
Além da visibilidade nacional, como premiação Felipe visitou a ACATE em Florianópolis e o Miditec, a 5ª melhor incubadora do mundo, recebeu uma bolsa do Santander como reconhecimento pelo trabalho e aporte para produção do primeiro protótipo da solução durante o Inova. E não para por aí, a ideia de Felipe está entre as 200 ideias pré-aprovadas na pré-seleção do Programa Centelha.

— Além da premiação e de saber que a ideia possui potencial inovador o crescimento que se obtém durante o processo é gigantesco, alguns contatos foram realizados e atualmente a ideia se encontra incubada para verificar de possível mercado e modelo de negócio — comentou Felipe.

E é nesse processo que a Agir tem exercido papel fundamental.

— A agir apoia as etapas de validação e de análise do projeto bem como, possíveis caminhos a serem seguidos para geração de negócio. O principal auxílio é poder ter a sua disposição uma equipe com alta experiência e expertise tanto em propriedade industrial como em modelos de negócios — explicou.


Saiba mais sobre o projeto
 

O projeto tem o nome de “Smart 3D” visto a utilização inteligente dos recursos aplicados no equipamento e está na busca de possível investidores e expertises na área. A ideia é a de um sistema acoplado a uma impressora 3D portátil que realize a impressão de materiais granulados substituindo os filamentos de impressão utilizados até então, diminuindo dessa forma mais de 50% dos custos da impressão 3D.

O projeto tem como próximo passo a possível utilização de material reciclado de garrafas, ou seja, o PET e o TNT hospital, como material de impressão no lugar do polipropileno que já está sendo utilizado por Felipe para substituir os materiais  ABS e PLA, que são usados nas impressões em geral.
 

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