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Jogo desafia estudantes a atuarem como gestores municipais

Por: João Luiz Bariviera
joao.bariviera@unoesc.edu.br
15 de Outubro de 2020

Acadêmicos do curso de Administração da Unoesc Videira realizaram atividade relacionada à gestão pública. Por meio de um programa denominado “Cidade em Jogo”, desenvolveram estruturas levando-se em conta os princípios constitucionais da administração pública; o estado brasileiro e o sistema político; marketing, planejamento, compras, licitações e gestão de pessoas.

O jogo apontava três cidades de pequeno, médio e grande portes, onde cada estudante deveria atuar como se fosse o prefeito de uma delas.

 Conforme a escolha do porte da cidade, cada um deles acessava o jogo, constituído de dez rodadas para definição de três prioridades. Dentre as opções havia a possibilidade de promoção da competitividade; eficiência nos gastos; combate à corrupção; investimento no futuro; redção de impostos; cidade sustentável; garantia de mobilidade; redução das desigualdades; inovação e tecnologia.

—Após definirem as prioridades, os estudantes tiveram que planejar quais ação seriam implantadas no município durante aquele período para garantir a execução das prioridades— explica o professor Luiz Carlos Bondicz, responsável pelo componente.

A cada rodada, segundo Bondicz, os indicadores relativos a finanças, satisfação e infraestrutura eram informados pelo sistema e apontavam se as decisões tomadas favoreciam ou não a melhoria do indicador.Após a última rodada, o jogo se encerrou-se, gerando o relatório final quanto ao desempenho da gestão municipal por parte do aluno (gestor municipal).

 

Experiência com a atividade

Para o acadêmico Felipe Venturin, a experiência foi de grande valia, onde se pôde vivenciar virtualmente como funciona e como é desempenhada a atividade do prefeito em uma cidade.

—A maior dificuldade foi à insegurança, dentre tantas opções e atitudes a tomar, pois ficava difícil saber qual seria a melhor naquele momento do jogo.  Esta atividade exige muita atenção e leitura para implementação de políticas públicas para bem gerir os recursos financeiros e estruturais de uma cidade— ressaltou Felipe.

Já o acadêmico Gustavo Henrique da Silva, afirma que o maior desafio no jogo foi conseguir manter um alinhamento entre a satisfação da população com a regularidade das finanças.

—Acredito que para exercer um cargo de tamanha responsabilidade, o representante deva ser uma pessoa com uma visão sistêmica, uma pessoa proativa que pense no bem de todos, mas usando a racionalidade, para não pender somente para um lado. E o jogo exige exatamente isso de seus participantes— conluiu.

—Um dos maiores desafios do jogo é fazer que as finanças, satisfação e infraestrutura ficassem todos positivos, atarvés de escolhas que agradassem a todos. O intuito do jogo foi conscientizar sobre a realidade da administração pública — enfatizou Bruna Seidel Prandin, acadêmica do curso,

Para o professor Bondicz, o jogo, apesar de simples, deu uma noção bem interessante dos diversos aspectos que envolvem a gestão pública:

—Certamente a experiência adquirida na atividade poderá ser útil na vida profissional, ou como cidadão – para cada um deles—, finalizou.

 

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