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AGIR da Unoesc desenvolve pesquisa em parceria com a empresa Irani Papel e Embalagem

Por: Adriano França
imprensa@unoesc.edu.br
28 de Setembro de 2020

No dia 21 de setembro às 15h30 ocorreu de maneira remota, a apresentação dos resultados do projeto intitulado "Avaliação do potencial de migração para alimentos e toxicidade de resina aplicada no revestimento de embalagem celulósica", desenvolvido em parceria pela Unoesc com a empresa Irani Papel e Embalagem S.A, sob a orientação da professora do curso de Engenharia Química, doutora Adriana Biasi Vanin com as acadêmicas, Bruna Albiero (Bolsista do CNPQ), e Gláucia Freiberge (Bolsista FUMDES /171).

De acordo com a professora doutora Adriana, recentemente, a empresa Irani Papel e Embalagem  desenvolveu uma embalagem celulósica revestida com resina para acondicionar bebidas e gelo. Esta embalagem tem por finalidade, substituir embalagens não biodegradáveis como o poliestireno no transporte, armazenamento e acondicionamento de bebidas em refrigeração.

— Apesar da embalagem ter uma aplicação definida, é impossível, garantir que o consumidor utilizará a mesma somente para este fim. Uma grande possibilidade é que o consumidor, além de acondicionar as bebidas, acondicione algum tipo de alimento. Diante desta possibilidade, é preciso, garantir que se o fato se concretizar, não surgirão perigos ao consumidor, ou seja, que a resina utilizada no revestimento da embalagem não contamine o alimento oferecendo riscos à sua saúde — explica a professora.

Diante do contexto, a empresa procurou a Unoesc por meio da AGIR (Agência de Inovações e Relações Institucionais) para o desenvolvimento de uma pesquisa que apresentasse resultados que viabilizasse ou não a comercialização da embalagem de maneira segura para o consumidor, diante de todas as possibilidades de utilização.

— Em atendimento à solicitação da empresa, desenvolveu-se o presente projeto de pesquisa para a avaliação do potencial de migração e toxicidade da resina de revestimento da embalagem para alimentos, com o objetivo de avaliar o potencial de migração para os alimentos e a toxicidade de resina utilizada para impermeabilizar embalagem celulósica produzida pela empresa e assim, atestar a segurança ao consumidor— reitera Adriana.

 O projeto teve duração de um ano e finalizou neste mês de setembro com a entrega do relatório e apresentação para a empresa.

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