Programa de Pós Graduação em Educação

Disciplinas e Atividades Complementares - Mestrado

Ementa: A Psicologia da aprendizagem: do condutismo aos cognitivistas. O processo de organização dos conhecimentos. A escola, o professor e a construção do conhecimento.

 

Bibliografia Básica:

AUSUBEL, D. P. et al. Psicologia educacional. 2 ed. Rio de Janeiro: Interamericana, 1980.

EYSENCK, M. W.; KEANE, M. T. Psicologia cognitiva: um manual introdutório. Porto Alegre: Artmed, 1994.

MUGNY, G.; DOISE, W. La construcción social de la inteligencia. México: Trillas, 1983.

PIAGET, J. et al. Abstração reflexionante: relações lógico-aritméticas e ordem das relações espaciais. Porto Alegre, Artes Médicas, 1995.

POZO, J. I. Teorias cognitivas da aprendizagem. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 1998.

 

Bibliografia Complementar:

BRUNER, J. O processo da educação. São Paulo: Nacional, 1971.

COSENZA, R.; GUERRA, L. Neurociência e educação: como o cérebro aprende. Porto Alegre: Artmed, 2011.

DEWEY, J. Como pensamos. 4. ed. São Paulo: Ed. Nacional, 1979.

GONZÁLEZ REY, F. El aprendizaje en el enfoque histórico-cultural – sentido y aprendizaje. In:

TIBALLI, E. F. A.; CHAVES, S. M. (Org.). Concepções e práticas em formação de professores: diferentes olhares. Rio de Janeiro: DP&A, 2003. P. 75-86.

LURIA, A. R. Desenvolvimento cognitivo: seus fundamentos culturais e sociais. São Paulo: Ícone, 1990.

PIAGET, J.; GARCIA, R. Hacia una lógica de significaciones. Barcelona: GEDISA, 2000.

Ementa: Aprendizagem da docência. Organização do ensino como atividade do professor. Conhecimentos e saberes docentes.

 

Bibliografia Básica:

ANDRÉ, M. E. D. A. A pesquisa sobre a formação de professores no Brasil 1990 - 1998. In: LINHARES, Célia Frazão. Ensinar e aprender: sujeitos, saberes e pesquisa. Rio de Janeiro: DP&A, 2000.

CHARLOT, B. Da relação com o saber. Porto Alegre: Artmed, 2000.

SACRISTÁN, J. G. Consciência e ação sobre a prática como libertação profissional dos professores. In: NÓVOA, A. Profissão professor. Portugal: Porto Editora, 1995. p.63-92.

______. Poderes instáveis em educação. Tradução: Beatriz Affonso Neves. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1999.

TARDIF, M. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis: Vozes, 2002.

 

Bibliografia Complementar:

BARRETO, E. S. de S. Um panorama das exposições. In: MENEZES, L. C. de (org.). Professores: formação e profissão. Campinas: Autores Associados, NUPES, 1996.

BORGES, C. Saberes docentes: diferentes tipologias e classificações de um campo de pesquisa. Educação & Sociedade. Campinas: CEDES, 2001, v.25.n.12. p.59-76.

DARSIE, M. M. P.; CARVALHO, A. M. P. de. A reflexão na construção dos conhecimentos profissionais do professor de matemática em curso de formação inicial. Zetetiké. Campinas, SP: CEMPEM-FE/UNICAMP, v.6, n.10, p.57-76, jul./dez. 1998.

FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.

GAUTHIER, C. et al. Por uma teoria da pedagogia: pesquisa contemporânea sobre o saber docente. Ijuí: Ed. Unijuí, 1998.

MARQUES, M. O. A formação do profissional da educação. Ijuí: Ed.Unijuí, 2000.

NUNES, C. M. F. Saberes docentes e formação de professores: um breve panorama da pesquisa brasileira. Educação & Sociedade, Campinas, n. 74, p. 27-42, abril, 2001.

ZEICHNER, K. M. A. A formação reflexiva de professores. Lisboa: Educa, 1993.

Ementa: Biociências (grande descoberta: sem a insistência em processos aprendentes a vida desaparece. Viver é conseguir assegurar uma dinâmica aprendente). Operacionalidade dos seres vivos (é a conduta efetiva de um ser vivo em seu domínio existencial, já que todo agir é conhecer e todo conhecer implica num agir). Contextos aprendentes e contextos vitais (porque educar implica assegurar nichos vitais. Sem nichos vitais e sem contextos aprendentes a vida é privada). Espaços de convivência: vida (no plano biológico a vida quer continuar sendo vida. Educar é manter acesa a chama dinâmica do desejo de continuar vivo. É enredar-se com a teia da vida. Educar implica em desejar viver juntos, em viver em espaços que vão sendo criados, pois, quando a criança/aprendente aceita a mão da (o) educador (a), ela aceita iniciar a construção de espaços de convivência com o outro).

 

Bibliografia Básica:

ASSMANN, H. Curiosidade e prazer de aprender: o papel da curiosidade na aprendizagem criativa. Petrópolis: Vozes, 2004.

MORIN, E. Ciência com consciência. 2 ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1998.

MURPHY, P. M., LUKE, A. J. O N. (Org.) O que é vida? 50 anos depois: especulações sobre o futuro da biologia. São Paulo: UNESP, 1997.

OLIVEIRA, C. C. A educação como processo auto-organizativo. Lisboa: Instituto Piaget, 1999.

SCHROEDINGER, E. O que é vida? O aspecto físico da célula viva. São Paulo: UNESP, 1997.

 

Bibliografia Complementar:

ASSMANN, H. Metáforas novas para reencantar a educação. Piracicaba: UNIMEP, 1996.

ATLAN, H. Entre o cristal e a fumaça: ensaio sobre a organização do ser vivo. Rio de Janeiro: Zahar, 1992.

______. O livro do conhecimento: as centelhas do acaso e a vida. Lisboa: Instituto Piaget, 2000.

CAPRA, F. A teia da vida. São Paulo: Cultrix, 1996.

DAMÁSIO, R. A. O erro de Descartes: emoção, razão e o cérebro humano. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.

MATURANA, H. A ontologia da realidade. Belo Horizonte: UFMG, 1997.

STRIEDER, R. Educar para a iniciativa e a solidariedade. Ijuí: UNIJUÍ, 2000.

WILSON, O. E. Diversidade da vida: se o Homo sapiens está caminhando para o mesmo fim dos dinossauros, a responsabilidade é toda nossa. São Paulo: Companhia das Letras, 1994.

Ementa: Abordagens pedagógicas contemporâneas. Relações entre processos de ensino, de aprendizagem e práticas pedagógicas. O lugar do educador e do educando na relação pedagógica.

 

Bibliografia Básica:

BECKER, F. A epistemologia do professor: o cotidiano da escola. Rio de Janeiro: Vozes, 1993.

FREIRE, P. The politics of education: culture, power and liberation. London: Macmillan, 1985.

HESSEN, J. Teoria do Conhecimento. 8.ed. Portugal: Ed. Armênio Amado, 1987.

IMBERNÓN, F. Formação permanente do professorado: novas tendências. São Paulo: Cortez, 2009.

IMBERNÓN, F. Formação docente e profissional: formar-se para a mudança e a incerteza. 9. ed. São Paulo: Cortez, 2011.

IMBERNÓN, F. Formação continuada de professores. Porto Alegre: Artes Médicas, 2010. LEFRANCOIS, G. R. Teorias da aprendizagem. São Paulo: Cengage Learning, 2008.

IMBERNON, F. La formación y el desarrollo professional del professorado. Hacia una nueva cultura profesional. Barcelona: Graó, 1994.

NÓVOA, António. Os professores e sua formação. Lisboa, Dom Quixote, 1995.

PIAGET, J.; CHOMSKY, N. Teorias da Linguagem, Teorias da Aprendizagem. Lisboa: Edições 70, 1978.

PIAGET, J. Fazer e Compreender. São Paulo: Melhoramentos, Editora da USP, 1978.

PIAGET, J. Sobre a Pedagogia: textos inéditos. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1998.

PIAGET, Jean. Psicologia e Pedagogia. 8. ed. Rio de Janeiro: Forense, 1988.

PIAGET, J.; GRÉCO, P. Aprendizagem e conhecimento. Rio de Janeiro, Freitas Bastos, 1974.

POZO, J. I. Aprendizes e mestres: a nova cultura da aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 2002.

SKINNER, B. F. O Mito da Liberdade. Rio de Janeiro: Bloch, s./d.

SKINNER, B. F. Ciência e Comportamento Humano. 3.ed. São Paulo: Ed. USP, 1976.

VYGOTSKY, L.S. A Formação Social da Mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. 4.ed. São Paulo: Martins Fontes, 1991.

VYGOTSKY, L. S. et al. Linguagem, desenvolvimento e aprendizagem. São Paulo: Cone, 1991. WALLON, Henri. Psicologia e educação da Infância. Lisboa: Estampa, 1975.

 
Bibliografia Complementar:
BLANCHARD-LAVILLE, Claudine, & DEBOIS, Arnaud. O tempo de elaboração de um "Eu professor". ETD - Educação Temática Digital, Campinas: SP, v. 21(2), 2019, p. 382-394.

CONTRERAS, J. A autonomia de professores. São Paulo: Cortez, 2002.

CAETANO, A. P. Dilemas dos professores. In: ESTRELA, M. T. Viver e construir a profissão docente. Porto: Porto Editora, 1997.

CAMPOMAR, Gabriela Bañuls. Cómo aprenden los docentes? Construyendo la muestra en un estudio de caso. Psicología, Conocimiento y Sociedad. Montevideo, v. 7, n. 2, p. 5-24, nov. 2017/abr. 2018.

CERICATO, I. L. A profissão docente em análise no Brasil: uma revisão bibliográfica. Rev. Bras. Estud. pedagog. (online), Brasília, v. 97, n. 246, p. 273-289, maio/ago. 2016.

CHAKUR, Cilene Ribeiro de Sá Leite. A profissionalidade docente em uma abordagem construtivista. Cadernos de Pesquisa, São Paulo, n. 117, nov. 2002.

FRANCO, M. A. S. Práticas pedagógicas de ensinar-aprender: por entre resistências e resignações. Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 41, n. 3, p. 601-614, set. 2015.

FRASSON, Fernanda et al. Aprendizagem significativa conceitual, procedimental e atitudinal: uma releitura da Teoria Ausubeliana. Contexto & Educação. Editora Unijuí, Ano 34, nº 108, Maio/Ago. 2019.

FREIRE, L. G. L.; DUARTE, A. M. Concepções de estudantes universitários brasileiros sobre os fatores e as funções da aprendizagem. Ensaio: aval. pol. públ. Educ., Rio de Janeiro, v.24, n. 91, p. 380-394, abr./jun. 2016.

GUARNIERI, M. R. (Org.). Aprendendo a ensinar: o caminho nada suave da docência. Campinas: Autores Associados, 2000.

LA TAILLE, Yves de et al. Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. São Paulo: Summus, 1992.

LIMA, A.; ALTHAUS, D. Formação docente continuada, desenvolvimento de práticas pedagógicas em sala de aula e promoção da saúde do professor: relações necessárias. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, Brasília, v. 97, n. 245, p. 97-116, abr. 2016.

NOVAK, J.D.; GOWIN, D.B. Aprendiendo a aprender. Barcelona: Martinez Roca, 1988.

NOVOA, António. Os professores na virada do milênio: do excesso dos discursos à pobreza das práticas. Educação e  Pesquisa, São Paulo, v. 25, n. 1, p. 11-20, jun. 1999.

POZO, J. I. Aprendizes e Mestres: a nova cultura da aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 2002. POZO, J. I. Teorias Cognitivas da Aprendizagem. 3. ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.

PÉREZ GÓMEZ, A. O pensamento prático do professor: a formação do professor como profissional reflexivo. In: NÓVOA, A. Os professores e sua formação. Lisboa, Dom Quixote, 1995. P. 95-114.

ROSENAU, L. S.; ROMANOWSKI, J. P. Estilos de aprendizagem: subsídios para o professor. Revista Educação em Movimento, Curitiba, v. 3, n.7, p. 47-53, 2004.

TARDIF, M. Saberes docentes e formação profissional. 3. Ed. Petrópolis: Vozes, 2002.

TATEO, L. What do you mean by “teacher”? Psychological research on teacher professional identity. Psicologia & Sociedade, Belo Horizonte, v. 24, n. 2, p. 344-353, maio/ago. 2012.

Ementa: Relação histórica entre a escola e o trabalho no sistema capitalista de produção. Os desafios educacionais na relação com as formas contemporâneas de organização do trabalho e seus diferentes significados frente à reordenação produtiva.

 

Bibliografia Básica:

ANTUNES, R. Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho. 9. Reimpressão. São Paulo: Boitempo, 2007.

BERCOT, Régine. Évolution des formes de travail: quelsques configurations et contradictions

actuelles. Cites: philosophie, politique, histoire. Villejuif, v.8, p.52, 2001

BRIDGES, W. Um mundo sem empregos. São Paulo: Makron, 1996.

CIAVATTA, M. Mediações históricas de trabalho e educação: gênese e disputas na formação dos trabalhadores (Rio de Janeiro, 1930-60). Rio de Janeiro: Lamparina, 2009.

FRIGOTO, G.. Educação e a crise do capitalismo real. 5. ed. São Paulo: Cortez, 2003.

HOBSBAWM, E. J. Mundos do trabalho. Rio Janeiro: Paz e Terra, 1987.

SAVIANI, D. Trabalho e educação: fundamentos ontológicos e históricos. Revista Brasileira de

Educação, Rio de Janeiro, v.12, n.34, p.152-180. Jan./abr.2007.

THOMPSON, Edward P. The making of the english working class. Harmondsworth: Penguin, 1963.

 

Bibliografia Complementar:

ANTUNES, R. ALVES, G. As mutações no mundo do trabalho na era da mundialização do capital. Educação & Sociedade, Campinas, v.25, n.87, p.335-351, maio/ago.2004.

APPLE, M. W. Para além da lógica do mercado: compreendendo e opondo-se ao neoliberalismo. Rio de Janeiro: DP&A, 2005.

BUENO, R. et al. Capital e trabalho. Rio Janeiro: Rio Fundo Editora, 1991.

CASTEL, R. As metamorfoses da questão social. São Paulo: Vozes, 1998.

DEJOURS, C. Trabalho vivo: trabalho e emancipação. Tradução Franck Soudante. Tomo II.

Brasília: Paralelo, 2012.

FERRETTI, C. J. Considerações sobre a apropriação das noções de qualificação profissional pelos estudos a respeito das relações entre trabalho e educação. Educação & Sociedade, Campinas, v.25, n.87, p. 401-422, maio/ago.2004.

KURZ, R. O colapso da modernização. São Paulo: Paz e Terra, 1993.

MÉSZÁROS, I. A educação para além do capital. São Paulo: Boitempo, 2005.

NOSELLA, P. A escola de Gramsci. São Paulo: Cortez, 2004.

OLIVEIRA, F. Crítica à razão dualista: o ornotorrinco. São Paulo: Boitempo, 2003.

OLIVEIRA, D. A. Regulação das políticas educacionais na América Latina e suas consequências para os trabalhadores docentes. Educação & Sociedade, Campinas, v.26, n.92, p.753-775, out.

2005.

PAUGAN, S. La disqualification sociale: essai sur lanouvelle pauvreté. Paris: PUF, 2013.

Ementa: Estudo sobre a relação entre escola, memória e cultura no contexto sócio-político, econômico e educacional e do processo de transmissão e (re) construção das práticas e dos sentidos sociais. Cultura, saberes e práticas escolares sob a perspectiva do seu pensar e fazer cotidiano.

 

Bibliografia Básica:

BOSI, E. Memória e sociedade: lembranças de velhos. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.

CANÁRIO, R. A escola: das “promessas” às “incertezas”. Educação Unisinos, São Leopoldo, v. 12, n. 2, p. 73-81, maio-ago. 2008.

FORQUIN, J.C. Escola e cultura: as bases sociais e epistemológicas do conhecimento escolar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1993.

NÓVOA, A. (Org.). As organizações escolares em análise. 2. ed. Lisboa: Publicações Dom Quixote; Instituto de Inovação Educacional, 1995.

THOMPSON, P. A voz do passado: história oral. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1998.

 

Bibliografia Complementar:

ALVES, N. Cultura e cotidiano escolar. Revista Brasileira de Educação, Rio de Janeiro, n. 23, p.

62-74, maio/ago. 2003.

CAMARGO, A. Os usos da história oral e da história de vida: trabalhando com elites políticas. Rio de Janeiro: Caipus, 1984.

FERREIRA, E.B.; OLIVEIRA, D. A. (Org.). Crise da escola e políticas educativas. Belo Horizonte: Autêntica, 2009.

LAVAL, C. A escola não é uma empresa: o neoliberalismo em ataque ao ensino público. Londrina: Editora Planta, 2004.

LIMA, L. C. A escola como organização educativa: uma abordagem sociológica. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2011.

MARIN, A. J. A produção da desigualdade na escolarização: aspectos da vida contemporânea e o trabalho pedagógico. Educação, Porto Alegre, v. 37, n. 1, p. 72-78, jan./abr. 2014.

FRAGO, A. V. La escuela y la escolaridad como objetos históricos. Facetas y problemas de la historia de la educación. História da Educação, Pelotas, v. 12, n. 25, p. 9-54, maio/ago. 2008.

PARO, V. H.. Crítica da estrutura da escola. São Paulo: Cortez, 2011.

SILVA JÚNIOR, J.R.; FERRETTI, C. J. O institucional, a organização e a cultura da escola. São Paulo: Xamã, 2004.

Ementa: Estado e sociedade capitalista. O Estado do Bem-Estar Social. Estado e políticas públicas para a educação brasileira. Educação e neoliberalismo. Principais reformas da educação e suas consequências sobre os diferentes níveis de ensino. Os paradoxos das políticas de inclusão educacional no Brasil.

 

Bibliografia Básica:

ARELARO, Lisete Regina Gomes. Educação básica no século XXI: tendências e perspectivas. Impulso, Piracicaba. v. 16, n. 40, p. 35-53, maio/ago. 2005.

BEHRING, Elaine Rossetti; BOSCHETTI, Ivanete. Política social: fundamentos e história. 9. ed. São Paulo: Cortez, 2011.

BOSCHETTI, Ivanete et al. (Org.). Política social no capitalismo: tendências contemporâneas. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2009. 280 p.

CARNOY, Martin. Estado e teoria política. 10. ed. Campinas: Papirus, 1988.

DAHL, Robert A. Um prefácio à teoria democrática. Tradução Ruy Jungmann. Rio de Janeiro: Jorge Zahar,1989.

DARDOT, P.; LAVAL, C. A nova razão do mundo: ensaio sobre a sociedade neoliberal.Tradução Maria Echalar. São Paulo: Boitempo, 2016.

FERREIRA, E. B.; OLIVEIRA, D. A. (Org.). Crise da escola e políticas educativas. Belo Horizonte: Autêntica, 2009.

HARVEY, David. O neoliberalismo: história e implicações. São Paulo: Loyola, 2005.

KRAWCZYK, N. R. Políticas de regulação e mercantilização da educação: socialização para uma nova cidadania? Educação & Sociedade, Campinas, v. 26, n. 92, p. 799-819, out. 2005.

LESSARD, C. CARPENTIER, A. Políticas educativas: a aplicação na prática. Tradução Stephania Matoousek. Petrópolis: Vozes, 2016.

LOMBARDI, J. C.; SANFELICE, J. L. Educação e liberalismo em debate. Campinas: Autores Associados, 2007.

MCCOOL, D. Public policy theories, models, and concepts: an anthology. Prentice Hall, 1995.

NEVES, L. M. V. Educação e política no Brasil de hoje. São Paulo: Cortez, 1994.

PEÑA, Milcíades. O que é o marxismo? São Paulo: Sundermann, 2015.

PISON, J. M. Políticas de bienestar: un estudio sobre los derechos sociales. Madrid: Editorial Tecnos, 1998.

POULANTZAS, Nicos. O Estado, o poder e o socialismo. Rio de Janeiro: Graal, 1980.

SCAFF, Elisangela Alves da Silva; SOUZA, Kellcia Rezende; PAXE, Isaac. Implicações da nova gestão pública para a
Educação: análise comparativa entre Brasil e Angola. Arquivos Analíticos de Políticas Educativas. Arizona, v. 26, n. 129, p. 1-32, out. 2018. Disponível em: https://epaa.asu.edu/ojs/article/view/3602/2144.

 

Bibliografia Complementar:

AFONSO, Almerindo Janela. Reforma do Estado e políticas educacionais: entre a crise do Estado-Nação e a emergência da regulação supranacional. Educação & Sociedade, Campinas, n. 75, p. 15-33, ago.2001.

AZEVEDO, Janete M. L. A educação como política pública. Campinas: Autores Associados, 1997.

BARROSO, João; AFONSO, Natércio (Org.). Políticas educativas: mobilização de conhecimento e modos de regulação. Vila Nova Gaia: Fundação Manuel Leão, 2011.

BORON, Atilo A. Estado, capitalismo e democracia na América Latina. Tradução Emir Sader, 2. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1994.

BOSCHETTI, Ivanete; BEHRING, Elaine; LIMA, Rita de Lourdes de. (orgs.). Marxismo, política social e direitos. São Paulo: Cortez, 2018.

CHESNAIS, François. A mundialização do capital. Tradução Silvana Finzi Foá. São Paulo. Xamã, 1996.

CUNHA, L. A. Educação, estado e democracia no Brasil. São Paulo: Cortez, 1991.

FORRESTER, V. O horror econômico. São Paulo: Editora da UNESP, 1997.

HADDAD, Sérgio (Org.). Banco mundial, OMC e FMI: o impacto nas políticas educacionais. São Paulo: Cortez, 2008.

KRAWCZYK, Nora Rut; VIEIRA, Vera Lúcia. A reforma educacional na América Latina nos anos de 1990: uma perspectiva histórico-sociológica. São Paulo: Xamã, 2008.

KRAWCZYK, Nora; CAMPOS, Maria Malta; HADDAD, Sérgio (Org.).O cenário educacional latino-americano no limiar do século XXI: reformas em debate. Campinas: Autores Associados: 2000.

LAVAL, Christian. A escola não é uma empresa: o neo-liberalismo em ataque ao ensino público. Londrina: Planta, 2004.

LECHNER, E. (Comp.). Estado y política en América Latina. México, D.F: Siglo Veintiuno Editores, 1983.

LESSARD, Claude; CARPENTIER, Anylène. Políticas educativas: a aplicação na prática. Traduação Stephania Matousek. Petrópolis: Vozes, 2016.

LOMBARDI, José Claudinei; SANFELICE, José Luís (Org.). Liberalismo e educação em debate. Campinas: Autores Associados; Histedbr, 2007.

MAGALHÃES, J.P. A. et al. Os anos de Lula: contribuição para um balanço crítico 2003-2010. Garamond, 2010.

NARDI, Elton Luiz; ALMEIDA, Maria de Lourdes Pinto de; VIANA, Isabel Maria Torre Carvalho. Políticas públicas e regulação da educação: temas em debate. Campinas: Mercado de Letras, 2015.

NEVES, Lúcia Maria W. (Org.). O empresariamento da educação: novos contornos do ensino superior no Brasil dos anos de 1990. São Paulo: Xamã, 2002.

OLIVEIRA, D. A. DUARTE, M.R.T. (Org.). Política e trabalho na escola: administração dos sistemas públicos de educação básica. Belo Horizonte: Autêntica, 1999.

OLIVEIRA, Dalila A. Política educacional nos anos 1990: educação básica e empregabilidade. In: DOURADO, Luiz F. PARO, Vitor H. (Org.). Políticas públicas & educação básica. São Paulo: Xamã, 2001, p. 105-121.

PISON, José Martínez de. Políticas de bienestar: un estudio sobre los derechos sociales.Madrid: Editorial Tecnos, 1998.

PONCE, Aníbal. Educação e luta de classes. Tradução José Severo de Camargo Pereira. 23. ed. São Paulo: Cortez, 2010.

SEVERINO, A. J. A política perversa da privatização do ensino. São Paulo: CEDI, Acontecer/Educação, 1990.

TOMMASI, L.; WARDE, M. J; HADDAD, S. (Org.). O Banco Mundial e as políticas educacionais. 2. ed. São Paulo: Cortez, 1998.

WEISS, L. (Ed.). States in the global economy: bringing domestic institutions back in. Cambridge: Cambridge University Press, 2003.

WHITTY, Geoff; POWER, Sally; HALPIN, David. La escuela, el estado y el mercado: delegación de poderes y elección en educación. Traducción Pablo Manzano. Madrid: Morata, 1999.

WOOD, Ellen Meiksins. Democracia contra capitalismo: a renovação do materialismo histórico. Tradução Paulo Cezar Castanheira. São Paulo: Boitempo, 2010.

Ementa: Concepções de ética em sua articulação com a educação. O espaço da experiência e formação estética nos processos educativos. Sobre a articulação entre as artes, elevação cultural e humanidade. Racionalidade, conhecimento e formação nas teorias de ética e de estética. Estética, ética e formação como articulação íntima nos processos formativos dos modos de ser.

 

Bibliografia Básica:

ADORNO, T. W. Teoria estética. Tradução de Artur Morão. Lisboa: Edições 70, 2008.

ADORNO, Theodor. Dialética negativa. Tradução de Marco Antonio Casanova. Rio de Janeiro: Zahar, 2009.

APEL, K. Ética e responsabilidade: o problema da passagem para a moral pós-convencional. Tradução de Jorge Telles Menezes. Lisboa: Instituto Piaget, 2007.

ARISTÓTELES. A política. Tradução de Nestor, Silviera Chaves. 2.ed. Bauru: Edipro, 2009.

FLICKINGER, Hans-Georg. A filosofia política na sombra da secularização. São Leopoldo: Ed. Unisinos, 2016.

HEGEL. Estética. São Paulo: Nova Cultural, 2005.

HERMANN, N. Ética e estética: uma relação quase esquecida. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2005.

LEVINAS, E. De otro modo que ser o más allá de la esencia. Tradução de Antonio Pintor Ramos. 5.ed. Salamanca: Ediciones Sígueme, 2011.

RANCIÈRE, Jacques. Democracia y post-democracia. Ideas y valores, Bogotá, n. 98-99, p.23-40, dez. 1995. Disponível em: . Acesso em: 08 mai. 2018.

RANCIÈRE, Jacques. O ódio à democracia. Tradução de Mariana Echalar. São Paulo: Boitempo, 2014.RANCIÈRE, Jacques. O desentendimento: política e filosofia. Tradução de Ângela Leite Lopes. 2.ed. São Paulo: Editora 34, 2018.

SCHILLER, Friedrich. A educação estética do homem numa série da cartas. Tradução de Roberto Schwarz e Márcio Suzuki 4. ed. São Paulo: Iluminuras, 2002.

SEN, Amartya. Desenvolvimento como liberdade. Tradução de Laura Teixeira Motta. 2. reimpr. São Paulo: Companhia das Letras, 2013.

SEN, Amartya. Sobre ética e economia. Tradução de Laura Teixeira Motta. 1. reimpr. São Paulo: Companhia das Letras, 2012.

 
Bibliografia Complementar:

ARISTÓTELES. Poética. Tradução de Eudoro de Souza, São Paulo: ARS Poética, 1992.

BOZAL, V. (Ed.). História de las ideias estéticas y de las eorias artísticas contemporâneas. Madrid: Visor, 2000.

EFLAND, A.; FREEDMAN, K.; STUHR, P. La educación en el arte posmoderno. Barcelona: Paidós, 2003.

ESTÉVEZ, P. R. A educação estética: experiências da escola cubana. São Leopoldo: Nova Harmonia, 2003.

FARINON, M. J. A educação e o desafio ético do plasmar linguístico. Educação, Porto Alegre, v. 36, n. 3, p. 332-343, set./dez. 2013.

HABERMAS, J. A inclusão do outro: estudos de teoria política. Tradução de George Sperber, Paulo Astor Soehe, Milton Camargo Mota. 3.ed. São Paulo: Loyola, 2007.

HEIDEGGER, M. A origem da obra de arte. Tradução Idalina Azevedo e Manuel de Castro. São Paulo: Edições 70, 2010.

KANT, I.. Crítica da faculdade do juízo. Traduzido da 2. Ed. alemã de 1793 por Valério Rohden e Antonio Marques. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2008.

LEVINAS, E. Humanismo do outro homem. Tradução de Pergentino S. Pivato. Petrópolis: Vozes, 1993.

NIETZSCHE, F. Sujeito e perspectivismo. Seleção de textos de Nietzsche – Notas introdutórias de Antonio Marques. Portugal: Publicações Dom Quixote, 1989.

Ementa: Analisar, sob a perspectiva do direito à educação, as políticas públicas para a formação e profissionalização docente no país, especialmente no pós-reforma educacional dos anos 1990.

 

Bibliografia Básica:

BRZEZINSKI, I. (Org.). Formação de professores: um desafio. Goiânia: UCG, 1996.

DARCHY-KOECHLIN, B.; ZANTEN, A.. La formation des élites. Revue Internationale d’Éducation de Sèvres, nº 39, p.19-23, 2005.

DOURADO, L F. A formação de professores e a base comum nacional: questões e proposições para o debate. Revista Brasileira Política e Administração da Educação, v. 29, n.2, p. 367-388, mai/ago. 2013.

FELDFEBER, M.; OLIVEIRA, D. A. (Comps.). Políticas Educativas y trabajo docente: nuevas regulaciones, nuevos sujetos? Buenos Aires: Centro de Publicaciones Educativas y Material Didáctico, 2006.

GATTI, B.; BARRETO, E. S. S. Professores: aspectos de sua profissionalização, formação e valorização social. Brasília: Unesco, 2009.

GATTI, B; BARRETO, E. S. Sá; ANDRÉ, M. E. Políticas docentes no Brasil: um estado da arte. Brasília: UNESCO, 2011

PIOLLI, Evaldo. A valorização docente na perspectiva do plano nacional de educação (PNE) 2014 -2024. Cadernos CEDES, Campinas, v. 35, n. 97, p. 483-491, dez. 2015.

 

Bibliografia Complementar:

APPLE, M.W. Trabalho docente e textos: economia política das relações de classe e de gênero em educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.

CONTRERAS, J. A autonomia de professores. São Paulo: Cortez Editora, 2002.

FREITAS, H. C. L. PNE e a formação de professores: contradições e desafios. Retratos da Escola, Brasília, v.8, n.15, p.427-446, jul./dez. 2014.

GERALDI, C. M. G.; FIORENTINI, D.; PEREIRA, E. M. de A. (Org.). Cartografia do trabalho docente. Campinas: Mercado de Letras, 1998.

GOERGEN, P.; SAVIANI, D. (Org.). Formação de professores: a experiência internacional sob o olhar brasileiro. 2. ed. Campinas: Autores Associados; São Paulo: Nupes, 2000.

NOVOA, A. (Org.). Profissão professor. 2 ed. Porto: Porto Editora, 1992.

TANURI, L. M. História da formação de professores. Revista Brasileira de Educação, Rio de Janeiro, n.14. p. 61-88, maio/ago. 2000.

SAVIANI, D. et al. O legado educacional do século XX no Brasil. Campinas: Autores Associados, 2004.

SCHEIBE, L. O projeto de profissionalização docente no contexto da reforma educacional iniciada nos anos 1990. Educar em Revista, Curitiba, n. 24, p. 177-194, 2004.

WEBER, S. O Plano Nacional de Educação e a valorização docente: confluência do debate nacional. Cadernos CEDES, Campinas v. 35, n. 97, p. 495-515, set./dez. 2015.

Ementa: A história como campo de possibilidades. A educação jesuítica. O pensamento iluminista e a reforma pombalina. O liberalismo, a educação no Império e a formação do Estado Nacional. A República Velha e a Educação como mediadora entre Estado e Nação. A Escola Nova. O processo de Nacionalização do Ensino. O modelo desenvolvimentista e a educação. A recepção no Brasil, ao longo do tempo, das ideias dos principais pensadores educacionais.

 

Bibliografia Básica:

FÁVERO, O. (Org.). A educação nas constituintes brasileiras: 1823-1988. Campinas: Autores Associados, 2001.

GADOTTI, M. História das ideias pedagógicas. São Paulo: Ática, 2002.

GHIRARDELLI, P. História da educação. São Paulo: Cortez, 1991, p. 105-160.

RIBEIRO, M. L. História da educação brasileira. 16. ed. Campinas: Autores Associados, 2000.

SAVIANI, D.; SANFELICE, J. L. & LOMBARDI, J. C. (Orgs.). História da educação: perspectivas para um intercâmbio internacional. Campinas: Autores Associados, 1999.

 

Bibliografia Complementar:

ALVES, M. H. Estado e oposição no Brasil (1964-1984). 3 ed. Petrópolis: Vozes, 1985.

CAMPOS, C. M. As intervenções do estado nas escolas estrangeiras de Santa Catarina na era Vargas. In. CUNHA, C. Educação e autoritarismo no Estado Novo. São Paulo: Cortez/Autores Associados, 1981.

ENGUITA, M. A face oculta da escola. Porto Alegre: Artes Médicas, 1990.

FAZENDA, I. Educação no Brasil nos anos 60: o pacto do silêncio. São Paulo: Loyola, 1985.

FERNANDES, F. O desafio educacional. São Paulo: Cortez, 1989.

FIORI, N. de A. Aspectos da evolução do ensino público: ensino público e política de assimilação cultural no Estado de Santa Catarina nos períodos imperial e republicano. Florianópolis: UFSC, 1991.

Ementa: Concepções de educação, cultura, linguagem. A linguagem e suas interfaces com a educação em diferentes tendências e teorias. Diferenças no código linguístico, discursos e narrativas.

 

Bibliografia Básica:

ADORNO, T. W. Educação e emancipação. 3. ed. Tradução de Wolfgang Leo Maar. São Paulo: Paz e Terra, 2003.

______. Teoria estética. Tradução de Artur Morão. Lisboa: Edições 70, 2008.

BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 1992.

GADAMER, H. Hermenêutica em retrospectiva: a posição da filosofia na sociedade. Vol. IV. Tradução de Marco Antônio Casanova. Petrópolis: Vozes, 2007.

LEVINAS, E. De otro modo que ser o más allá de la esencia. Tradução de Antonio Pintor Ramos. 5.ed. Salamanca: Ediciones Sígueme, 2011.

MARCONDES, D. Filosofia, linguagem e comunicação. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2001.

RORTY, Richard M. (Editor). The linguistic turn: essays in fhilosophical method. EUA: University Of Chicago Press, 1992.

 

Bibliografia Complementar:

FIORIN, J. L.; BARROS, D. L. P. Dialogismo, polifonia e intertextualidade. São Paulo: Ed. USP,

1994.

ORLANDI, E. P. Análise do discurso: princípios e procedimentos. Campinas: Pontes, 1999.

SCHNAIDERMAN, B. Turbilhão e sementes. São Paulo: Duas Cidades, 1983.

BOUFLEUER, J. P. Pedagogia da ação comunicativa: uma leitura de Habermas. 3. ed. Ijuí: Ed.

Unijuí, 2001.

GADAMER, Hans-Georg. Estética y hermenêutica. Tradução de Antonio Gómez Ramos, 3. ed.

Madrid: Tecnos, 2006.

HEIDEGGER, M. A caminho da linguagem. Tradução Márcia de Sá Cavalcante Schuback. 4. Ed. Petrópolis: Vozes; Bragança Paulista: Ed. Universitária São Francisco, 2008.

HABERMAS. J. H. O discurso filosófico da modernidade. São Paulo: Martins Fontes, 2002.

HALL, S. A identidade cultural na pós-modernidade. Tradução de Tomaz Tadeu da Silva e Guacira Lopes Louro. 10. ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2005.

SANTOS, F. Platão e a linguagem poética: o prenúncio de uma distinção. Chapecó: Argos, 2008.

WITTGENSTEIN, L. Tractatus logico-philosophicus. São Paulo: Nacional, 1968.

Ementa: Compreensão da Universidade como espaço/lugar de produção do conhecimento e de subjetividades, numa perspectiva histórica, política e social. Análise da docência como atividade complexa, incluindo os saberes e compromissos do professor na sociedade em tensão. Abordagem das bases epistemológicas e didáticas da prática pedagógica envolvendo o planejamento, a metodologia e a avaliação.

 

Bibliografia Básica:

ALMEIDA, M.; MENDES, V. H. (Org.). (Des) construção da universidade na era dos “pós”: tensões, desafios e alternativas. Campinas: Mercado de Letras, 2010.

AUDY, J. L. N.; MOROSINI, M. (Org.). Inovação e empreendedorismo na universidade. Porto Alegre: Edipucrs, 2006.

BIANCHETTI, L.; SGUISSARDI, V. (Org.). Dilemas da pós-graduação: gestão e avaliação. Campinas: Autores Associados, 2009.

CHAUÍ, M. Escritos sobre a universidade. São Paulo: Unesp, 2001.

SILVA JÚNIOR, J. R.; OLIVEIRA, J. F.; CATANI, A. M. (Org.). Educação superior no Brasil: tempos de internacionalização. São Paulo: Xamã, 2010.

 

Bibliografia Complementar:

ALMEIDA, Maria de Lourdes Pinto de (Org.). Produção do conhecimento científico e formação do pesquisador na América Latina: as investigações de políticas educacionais em xeque! Campinas, SP: Mercado de Letras, 396 p. (Série Educação geral, Educação superior e Formação continuada do educador). 2017.

ALMEIDA, Maria de Lourdes Pinto de; SCHNEIDER, Marilda Pasqual; VÁZQUEZ, Jaime Moreles (Org.). Estado, políticas públicas e educação. Campinas, SP: Mercado de Letras, 379 p. (Educação geral, educação superior e formação continuada do educador). 2016.

FREITAS, L. G.; MARIZ, R. S.; CUNHA FILHO, J. L. da (Org.). Educação Superior: princípios, finalidades e formação continuada de professores. Brasília: Liber Livro, 2010.

GENTILI, P. (Org.). Universidades na penumbra: neoliberalismo e reestruturação universitária. São Paulo: Cortez, 2001.

GHISOLFI, J.C. Políticas de educação superior norte-americanas: faça o que digo mas não faça o que faço? São Paulo: Cortez, 2004.

LIMA, K. R.S.; NEVES, L. M. W. (Org.). Educação superior: uma reforma em processo. São Paulo: Xamã, 2006.

MANCEBO, D.; SILVA JÚNIOR, J.R.; OLIVEIRA, J. F.; CATANI, A. M. (Org.). Reformas da educação superior: cenários passados e contradições do presente. São Paulo: Xamã, 2009.

MANCEBO, D.; VALE, A. A.; MARTINS, T. B. Políticas de expansão da educação superior no Brasil: 1995-2010. Revista Brasileira de Educação, Rio de Janeiro, v. 20 n. 60, jan./mar. 2015.

MINTO, L. W. As reformas do ensino superior no Brasil: o público e o privado em questão. Campinas: Autores Associados, 2006.

MOROSINI, M. (Org.). Universidade no Brasil: concepções e modelos. Brasília: Inep, 2006.

PEREIRA, E. M. de A.; ALMEIDA, M. de L. P. (Org.). Universidade contemporânea: políticas do processo de Bolonha. Campinas: Mercado de Letras, 2009.

SGUISSARDI, V. (Org.). Educação superior: velhos e novos desafios. São Paulo: Xamã, 2000.

STROBEL NETO, Walter; ALMEIDA, Maria de Lourdes Pinto de. Políticas de educação superior e formação de professores: (de) lineamentos de uma construção coletiva para o curso de pedagogia. Campinas, SP: Mercado de Letras, 222 p. (Série Educação geral, educação superior e formação continuada do educador). 2017.

Ementa: Políticas públicas para a educação no contexto da globalização. Orientações dos organismos internacionais para a gestão educacional. Gerenciamento da educação e dispositivos de regulação: introdução de mecanismos de regulação baseados na gerência empresarial. Desdobramentos das políticas de gestão na formação e no trabalho docente.

 

Bibliografia Básica:

AFONSO, A. J. Reforma do Estado e políticas educacionais: entre a crise do Estado-Nação e a emergência da regulação supranacional. Educação & Sociedade, Campinas, n. 75, p. 15-33,

ago. 2001.

BARROSO, J. (Org.). A escola pública: regulação, desregulação e privatização. Porto: ASA, 2003.

FELDFEBER, M. (Comp.) Autonomía y gobierno de la educación: perspectivas, antinomias y tensiones. Buenos Aires: Aique Grupo Editor, 2009.

LAVAL. C. A escola não é uma empresa: o ataque neoliberal ao ensino público. Londrina: Editora Planta, 2004.

OLIVEIRA, D. A.; DUARTE, A. Políticas públicas e educação: regulação e conhecimento. Belo Horizonte: Fino Traço, 2011.

WHITTY, G.; POWER, S.; HALPIN, D. La escuela, el estado y el mercado: delegación de poderes y elección en educación. Traducción Pablo Manzano. Madrid: Morata, 1999.

 

Bibliografia Complementar:

BANCO MUNDIAL. Prioridades y estrategias para la educación: examen del Banco Mundial. Washington, D.C.: Banco Mundial, 1996.

BORON, A. A. Estado, capitalismo e democracia na América Latina. Tradução Emir Sader, 2. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1994.

DARDOT, Pierre; LAVAL, Christian. A nova razão do mundo: ensaio sobre a sociedade neoliberal. Tradução Mariana Echalar. São Paulo: Boitempo, 2016.

FERREIRA, E. B.; OLIVEIRA, D. A. (Org.). Crise da escola e políticas educativas. Belo Horizonte, Autêntica, 2009.

HOFLING, E. M. Estado e políticas (públicas) sociais. Cadernos Cedes. Campinas, ano XXI, n.

55, p. 30-41, nov.2001.

KRAWCZYK, N. R. Políticas de regulação e mercantilização da educação: socialização para uma nova cidadania? Educação & Sociedade, Campinas, v. 26, n. 92, p. 799-819, out. 2005.

OFFE, C. Problemas estruturais do Estado capitalista. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro,1984.

PAIVA, V.; WARDE, M. J. Novo paradigma de desenvolvimento e centralidade do ensino básico. Educação & Sociedade, Campinas, n. 44, p. 11-32, abr. 1993.

SILVA JÚNIOR, J. R. Reforma do Estado e da educação no Brasil de FHC. São Paulo: Xamã,

2002.

SILVA, M. A. Intervenção e consentimento: a política educacional do Banco Mundial. Campinas:

Autores Associados, 2002.

TOMASI, L.; WARDE, M. J.; HADDAD, S. (Org.). O Banco Mundial e as políticas educacionais. Tradução Mônica Corullón. 2. ed. São Paulo: Cortez, 1998.

Ementa: Aspectos fundamentais da concepção de educação de Paulo Freire. Os enfrentamentos para uma adequação da concepção freiriana de educação para a educação escolar. Exame de iniciativas do uso da perspectiva freiriana em redes públicas de ensino, particularmente na educação em ciências naturais e tecnologia. A dinâmica da formação continuada de professores para a implementação de práticas educativas na perspectiva freiriana.

 

Bibliografia Básica:

FREIRE, P. À Sombra desta Mangueira – 3. ed. – Olho d’água, São Paulo, 2006.

FREIRE, P. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. – 51. ed. – São Paulo: Cortez, 2011.

FREIRE, P. Ação cultural para a liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1978.

FREIRE, P. Extensão ou Comunicação?. Tradução de Rosiska Darcy de Oliveira, Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1977.

FREIRE, P. Educação como prática de liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1968.

FREIRE, P. Educação e mudança. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979.

FREIRE, P. Pedagogia da Indignação: cartas pedagógicas e outros escritos. São Paulo: Editora UNESP, 2000.

FREIRE, P. MACEDO, D. Alfabetização: Leitura da Palavra Leitura do Mundo. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1990.

FREIRE, P. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1975.

SILVA, A. F. G. Das falas significativas às práticas contextualizadas: a construção do currículo na perspectiva crítica e popular. Tese de Doutorado. PUC/SP. 2004 (mimeo)

TORRES, C. A. O.; CADIZ, M. P.; WONG, P. L. Educação e democracia: a práxis de Paulo Freire em São Paulo. São Paulo: Cortez: Instituto Paulo Freire, 2002.

 

Bibliografia Complementar:

BRANDÃO, C. R. A Pergunta a várias mãos: a experiência da pesquisa no trabalho do educador. São Paulo: Cortez Editora, 2003.

DELIZOICOV, D. Práticas freirianas no ensino de ciências. In: Matos, C. (Org.) Conhecimento científico e vida cotidiana. São Paulo: Terceira Margem/Estação Ciência. 2003.

FREIRE, P. Educação na cidade. São Paulo: Cortez, 1995.

FREIRE, P. Educação como prática de liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1968.

FREIRE, P. Educação e mudança. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979.

FREIRE, P. Pedagogia da esperança: um reencontro com a pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992.

GHIGGI, G. et al. Leituras de Paulo Freire: política, cultura e formação humana. São Leopoldo: Oikos, 2016.

PAULO, F. S. Pioneiros e pioneiras da Educação Popular freiriana e a universidade. Tese (Doutorado) — Universidade do Vale do Rio dos Sinos, Programa de Pós-Graduação em Educação, São Leopoldo, RS, 2018. 268 f.

Ementa: Organização e desenvolvimento dos processos pedagógicos, de ensino e de aprendizagem. Modelos curriculares e as diretrizes curriculares nacionais. Processo de produção do conhecimento e metodologias inovadoras. A teoria da prática: da visão linear a complexidade. A relação professor, estudante e conhecimento. Avaliação da aprendizagem.

 

Bibliografia Básica:

POLTRONIERI, H.; CALDERÓN, A. I. Avaliação da aprendizagem na educação superior: a produção científica da revista Estudos em Avaliação Educacional em questão. Avaliação, Campinas; Sorocaba, v. 20, n. 2, p. 467-487, jul. 2015.

RIOS, T. A. Compreender e ensinar: por uma docência da melhor qualidade. São Paulo: Cortez, 2001.

VEIGA, I. A. P.; CASTANHO M.E. (Org.). Pedagogia universitária: a aula em foco. Campinas: Papirus. 2000.

ZABALZA, M. O ensino universitário e seus protagonistas. Porto Alegre: Artmed, 2004.

 

Bibliografia Complementar:

BEHRENS, M. A. Novas tecnologias e mediação pedagógica. Campinas: Papirus, 2000.

CASTANHO, S.; CASTANHO, M.E. O que há de novo na educação superior. Campinas: Papirus, 2000.

CUNHA, M. I. (Org.). Reflexões e práticas em pedagogia universitária. Campinas: Papirus, 2007.

MEIRIEU, P. Aprender...sim, mas como? Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.

MOROSINI, M. C. (Org.). Professor do ensino superior: identidade, docência e formação. 2. ed. Brasília: Plano, 2001.

PIMENTA, S. G. Saberes pedagógicos e atividade docente. São Paulo: Cortez, 1999.

Ementa: Espaço destinado à discussão de temas emergentes em educação, resultados de pesquisa e temas relacionados às necessidades e interesses dos pós-graduandos e das linhas e grupos de pesquisa, conduzidos por pesquisadores do Programa e/ou convidados, especialmente os vinculados com instituições com as quais o Programa possui parcerias. Em cada oferta, a denominação e a ementa da atividade complementar serão aprovadas pelo Colegiado do Programa.

 

Bibliografias:

As bibliografias básica e complementar serão definidas pelas Linhas de Pesquisa, considerando os temas e objetos de investigação dos professores e pós-graduandos do Programa e dos professores convidados.

Ementa: Espaço destinado à discussão de temas emergentes em educação, resultados de pesquisa e temas relacionados às necessidades e interesses dos pós-graduandos e das linhas e grupos de pesquisa, conduzidos por pesquisadores do Programa e/ou convidados, especialmente os vinculados com instituições com as quais o Programa possui parcerias. Em cada oferta, a denominação e a ementa da atividade complementar serão aprovadas pelo Colegiado do Programa.

 

Bibliografias:

As bibliografias básica e complementar serão definidas pelas Linhas de Pesquisa, considerando os temas e objetos de investigação dos professores e pós-graduandos do Programa e dos professores convidados.

Ementa: Espaço destinado à discussão de temas emergentes em educação, resultados de pesquisa e temas relacionados às necessidades e interesses dos pós-graduandos e das linhas e grupos de pesquisa, conduzidos por pesquisadores do Programa e/ou convidados, especialmente os vinculados com instituições com as quais o Programa possui parcerias. Em cada oferta, a denominação e a ementa da atividade complementar serão aprovadas pelo Colegiado do Programa.

 

Bibliografias:

As bibliografias básica e complementar serão definidas pelas Linhas de Pesquisa, considerando os temas e objetos de investigação dos professores e pós-graduandos do Programa e dos professores convidados.

Ementa: As diferentes concepções teóricas do ensino e da aprendizagem: comportamentalista; verbal significativa; construtivista e sócio-interacionista. Fatores intrapessoais, sócio-ambientais e interpessoais do processo de ensino e aprendizagem. Análise psicoeducativa do processo de ensino e aprendizagem.

 

Bibliografia Básica:

HESSEN, J. Teoria do conhecimento. 8.ed. Portugal: Ed. Armênio Amado, 1987.

IMBERNÓN, F. Formação permanente do professorado: novas tendências. São Paulo: Cortez, 2009.

______. Formação docente e profissional: formar-se para a mudança e a incerteza. 9. ed. São Paulo: Cortez, 2011.

______. Formação continuada de professores. Porto Alegre: Artes Médicas, 2010.

LEFRANCOIS, G.R. Teorias da aprendizagem. São Paulo: Cengage Learning, 2008.

PENIN, S.; MARTÍNEZ, M. Profissão docente. São Paulo: Summus, 2009.

PIAGET, J.; CHOMSKY, N. Teorias da linguagem, teorias da aprendizagem. Lisboa: Edições 70, 1978.

PIAGET, J. Fazer e compreender. São Paulo: Melhoramentos; Editora da USP, 1978.

PIAGET, J. Sobre a pedagogia: textos inéditos. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1998.

POZO, J. I. Aprendizes e mestres: a nova cultura da aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 2002.

POZO, J. I. Teorias cognitivas da aprendizagem. 3. ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.

SKINNER, B. F. O mito da liberdade. Rio de Janeiro: Bloch, s./d.

______.  Ciência e comportamento humano. 3.ed. São Paulo: Ed. USP, 1976.

VYGOTSKY, L.S. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. 4.ed. São Paulo: Martins Fontes, 1991.

 

Bibliografia Complementar:

BECKER, F. A epistemologia do professor: o cotidiano da escola. Rio de Janeiro: Vozes, 1993.

CERICATO, I. L. A profissão docente em análise no Brasil: uma revisão bibliográfica. Revista Brasileira de Estudos Pedagogógicos, Brasília, v. 97, n. 246, p. 273-289, maio/ago. 2016.

CHAKUR, C. R. S. L. A profissionalidade docente em uma abordagem construtivista. Cadernos de Pesquisa, São Paulo, n. 117, p. 149-176, nov. 2002.

FREIRE, L. G. L.; DUARTE, A. M. Concepções de estudantes universitários brasileiros sobre os fatores e as funções da aprendizagem. Ensaio: Avaliação e Políticas Públicas em Educação, Rio de Janeiro, v. 24, n. 91, p. 380-394, abr./jun. 2016.

TATEO, L. What do you mean by "teacher"? Psychological research on teacher professional identity. Psicologia & Sociedade, Belo Horizonte, v. 24, n. 2, p. 344-353, ago. 2012.

PLATONE, F.; HARDY, M. (Org.) Ninguém ensina sozinho: responsabilidade coletiva na creche, no ensino fundamental e no ensino médio. Porto Alegre: Artmed, 2004.

ALHEIT, P.; DAUSIEN, B. Processo de formação e aprendizagens ao longo da vida. Educação e Pesquisa, São Paulo,  v.32, n.1, p. 177-197, jan./abr. 2006.

PIAGET, J. Psicologia e pedagogia. 8. ed. Rio de Janeiro: Forense, 1988.

MEIRIEU, Philippe. Aprender... sim, mas como? 7. ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.

Ementa: Análise do pensamento educacional no campo do currículo, com explicitação das tendências e das matrizes teóricas que o produzem. Constituição das disciplinas escolares no contexto da construção histórica do currículo. Abordagem do campo do currículo e sua articulação com as práticas pedagógicas. Relações entre currículo e avaliação, considerando especialmente a institucionalização do sistema nacional de avaliação.

 

Bibliografia Básica:

ALVES, M. P.; MACHADO, E. Avaliação com sentido(s): contributos e questionamentos. Santo Tirso: De Facto, 2008.

APPLE, M. Ideology and curriculum. New Yourk: Routledge, 2004.

BERNSTEIN, B. Clases, códigos y control: hacia uma teoria de lãs transmisiones educativas. Tradução Rafael Feito Alonso. Madrid: AKAL, 1988.

CARVALHO, M. H. C. (Org.). Avaliação da aprendizagem – da regulação à emancipação: fundamentos e práticas. Recife: Centro Paulo Freire; Bagaço, 2006.

CORVALÁN, A. & TREVIÑO, E. Uso de la Información em la toma de decisiones de política educativa. Santiago: UNESCO/OREALC, 1999.

ESTEBAN, M. T. (Org.). Escola, currículo e avaliação. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2013.

GOODSON, I. F. O currículo em mudança: estudos na construção social do currículo. Porto: Porto Ed., 2001.

HARBISON, R. W., HANUSEK, E. A. Educational performance of the poor. New York: Oxford University Press, 1992.

LOPES, A. C.; MACEDO, E. Teorias de currículo. São Paulo: Cortez, 2011.

WILLMS, J. D. Monitoring school performance: a guide for educators. Washington, D.C.: Falmer, 1992.

 

Bibliografia Complementar:

ALVES, M. P.; MORGADO, J. C. Avaliação em educação: políticas, processos e práticas. Santo Tirso: De Facto, 2012.

HOUT, M.; ELLIOTT, S. (Ed.). Incentives and test-based accountability in education: commiee on incentives and test-based accountability in public education. Washington, DC: National Academies, 2011

LINN, R. L. Assessment-based reform: challenges to educational measurement. Princeton, N.J.: Educational Testing Service, 1995.

MESSER-DAVIDOW, E., SHUMAY, D., SILVAN, D. Knowledges: historical and critical studies indisciplinarity. Charlottesville: University Press of Virginia, 1993.

PETERSON, Paul; WEST, Martin R. (Ed.) No child left behind? The politics and practice of school accountability. Brookings Institution Press, nov. 18, 2003.

LOPES, A. C.; MACEDO, E. (Org.). Currículo: debates contemporâneos. São Paulo: Cortez, 2010.

MOREIRA, A. F.; SILVA, T. T. Currículo, cultura e sociedade. 8. ed. São Paulo: Cortez, 2005.

PACHECO, J.A. Políticas de integração curricular. Porto: Asa, 2000.

______. Teoria curricular crítica: os dilemas (e contradições) dos educadores críticos. Revista Portuguesa de Educação, Braga, v. 14, n.1, p.49-71, 2001.

SACRISTÁN, J. G. O currículo: uma reflexão sobre a prática. 3. Ed. Porto Alegre: Artmed, 1998.

SCHNEIDER, M.P.; DURLI, Z. Propostas curriculares para o ensino fundamental de nove anos multirregulações e as influências das avaliações em larga escala. Teias, Itajaí, v.13, n.27, p. 177-190. Jan./ abr. 2012.

SILVA, J. F.; HOFFMANN, J.; ESTEBAN, M. T. (Org.). Práticas avaliativas e aprendizagens significativas em diferentes áreas do currículo. Porto Alegre: Mediação, 2003.

SILVA, T. T. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. 3. Ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2009.

YOUNG, M. F.D. O futuro da educação em uma sociedade do conhecimento: o argumento radical em defesa de um currículo centrado em disciplinas. Revista Brasileira de Educação, Rio de Janeiro, v.16, n.48, p.609-623. set./dez. 2011.

Ementa: Disciplina de ementa variável, prevista para a realização cursos sobre temáticas específicas correlacionadas a projetos de pesquisa de docentes do Programa.

 

Bibliografias:

As bibliografias básica e complementar serão definidas de acordo com o curso ministrado.

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