Programa de Pós Graduação em Educação

Disciplinas e Atividades Complementares - Doutorado

Ementa: A Psicologia da aprendizagem: do condutismo aos cognitivistas. O processo de organização dos conhecimentos. A escola, o professor e a construção do conhecimento.

 

Bibliografia Básica:

AUSUBEL, D. P. et al. Psicologia educacional. 2 ed. Rio de Janeiro: Interamericana, 1980.

EYSENCK, M. W.; KEANE, M. T. Psicologia cognitiva: um manual introdutório. Porto Alegre: Artmed, 1994.

MUGNY, G.; DOISE, W. La construcción social de la inteligencia. México: Trillas, 1983.

PIAGET, J. et al. Abstração reflexionante: relações lógico-aritméticas e ordem das relações espaciais. Porto Alegre, Artes Médicas, 1995.

POZO, J. I. Teorias cognitivas da aprendizagem. 3. Ed. Porto Alegre: Artmed, 1998.

 

Bibliografia Complementar:

BRUNER, J. O processo da educação. São Paulo: Nacional, 1971.

COSENZA, R.; GUERRA, L. Neurociência e educação: como o cérebro aprende. Porto Alegre: Artmed, 2011.

DEWEY, J. Como pensamos. 4 ed. São Paulo: Ed. Nacional, 1979.

GONZÁLEZ REY, F. El aprendizaje en el enfoque histórico-cultural – sentido y aprendizaje. In: TIBALLI, E. F. A.; CHAVES, S. M. (Org.). Concepções e práticas em formação de professores: diferentes olhares. Rio de Janeiro: DP&A, 2003. P. 75-86.

LURIA, A. R. Desenvolvimento cognitivo: seus fundamentos culturais e sociais. São Paulo: Ícone, 1990.

PIAGET, J.; GARCIA, R. Hacia una lógica de significaciones. Barcelona: GEDISA, 2000.

REGO, T (Org.). Psicologia, educação e as temáticas da vida contemporânea. São Paulo: Moderna, 2002. p. 177-196.

ROGOFF, B. A natureza cultural do desenvolvimento humano. Porto Alegre: Artmed, 2005.

SACRISTÁN, J. G.; GÓMEZ, A. I. P. Compreender e transformar o ensino. 4. Ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.

SOARES, Sandra Regina; VIEIRA, Flávia. Aprendizagem, ensino e desenvolvimento profissional docente na universidade: desafios, perspectivas e trajetórias de mudança. Revista da FAEEBA – Educação e Contemporaneidade, Salvador, v. 23, n. 41, p. 165-177, jan./jun. 2014.

SOUSA, M. P. R. Problemas de aprendizagem ou problemas de escolarização? Repensando o cotidiano escolar à luz da perspectiva histórico-crítica em psicologia. In: TRENTO, D.; KOHL, M; VYGOTSKY, L. S. et al. Linguagem,  desenvolvimento e aprendizagem. São Paulo: Cone, 1991.

Ementa: Abordagens pedagógicas contemporâneas. Relações entre processos de ensino, de aprendizagem e práticas pedagógicas. O lugar do educador e do educando na relação pedagógica.

 

Bibliografia Básica:

BECKER, F. A epistemologia do professor: o cotidiano da escola. Rio de Janeiro: Vozes, 1993.

FREIRE, P. The politics of education: culture, power and liberation. London: Macmillan, 1985.

HESSEN, J. Teoria do Conhecimento. 8.ed. Portugal: Ed. Armênio Amado, 1987.

IMBERNÓN, F. Formação permanente do professorado: novas tendências. São Paulo: Cortez, 2009.

IMBERNÓN, F. Formação docente e profissional: formar-se para a mudança e a incerteza. 9. ed. São Paulo: Cortez, 2011.

IMBERNÓN, F. Formação continuada de professores. Porto Alegre: Artes Médicas, 2010. LEFRANCOIS, G. R. Teorias da aprendizagem. São Paulo: Cengage Learning, 2008.

IMBERNON, F. La formación y el desarrollo professional del professorado. Hacia una nueva cultura profesional. Barcelona: Graó, 1994.

NÓVOA, António. Os professores e sua formação. Lisboa, Dom Quixote, 1995.

PIAGET, J.; CHOMSKY, N. Teorias da Linguagem, Teorias da Aprendizagem. Lisboa: Edições 70, 1978.

PIAGET, J. Fazer e Compreender. São Paulo: Melhoramentos, Editora da USP, 1978.

PIAGET, J. Sobre a Pedagogia: textos inéditos. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1998.

PIAGET, Jean. Psicologia e Pedagogia. 8. ed. Rio de Janeiro: Forense, 1988.

PIAGET, J.; GRÉCO, P. Aprendizagem e conhecimento. Rio de Janeiro, Freitas Bastos, 1974.

POZO, J. I. Aprendizes e mestres: a nova cultura da aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 2002.

SKINNER, B. F. O Mito da Liberdade. Rio de Janeiro: Bloch, s./d.

SKINNER, B. F. Ciência e Comportamento Humano. 3.ed. São Paulo: Ed. USP, 1976.

VYGOTSKY, L.S. A Formação Social da Mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. 4.ed. São Paulo: Martins Fontes, 1991.

VYGOTSKY, L. S. et al. Linguagem, desenvolvimento e aprendizagem. São Paulo: Cone, 1991. WALLON, Henri. Psicologia e educação da Infância. Lisboa: Estampa, 1975.

 
Bibliografia Complementar:

BLANCHARD-LAVILLE, Claudine, & DEBOIS, Arnaud. O tempo de elaboração de um "Eu professor". ETD - Educação Temática Digital, Campinas: SP, v. 21(2), 2019, p. 382-394.

CONTRERAS, J. A autonomia de professores. São Paulo: Cortez, 2002.

CAETANO, A. P. Dilemas dos professores. In: ESTRELA, M. T. Viver e construir a profissão docente. Porto: Porto Editora, 1997.

CAMPOMAR, Gabriela Bañuls. Cómo aprenden los docentes? Construyendo la muestra en un estudio de caso. Psicología, Conocimiento y Sociedad. Montevideo, v. 7, n. 2, p. 5-24, nov. 2017/abr. 2018.

CERICATO, I. L. A profissão docente em análise no Brasil: uma revisão bibliográfica. Rev. Bras. Estud. pedagog. (online), Brasília, v. 97, n. 246, p. 273-289, maio/ago. 2016.

CHAKUR, Cilene Ribeiro de Sá Leite. A profissionalidade docente em uma abordagem construtivista. Cadernos de Pesquisa, São Paulo, n. 117, nov. 2002.

FRANCO, M. A. S. Práticas pedagógicas de ensinar-aprender: por entre resistências e resignações. Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 41, n. 3, p. 601-614, set. 2015.

FRASSON, Fernanda et al. Aprendizagem significativa conceitual, procedimental e atitudinal: uma releitura da Teoria Ausubeliana. Contexto & Educação. Editora Unijuí, Ano 34, nº 108, Maio/Ago. 2019.

FREIRE, L. G. L.; DUARTE, A. M. Concepções de estudantes universitários brasileiros sobre os fatores e as funções da aprendizagem. Ensaio: aval. pol. públ. Educ., Rio de Janeiro, v.24, n. 91, p. 380-394, abr./jun. 2016.

GUARNIERI, M. R. (Org.). Aprendendo a ensinar: o caminho nada suave da docência. Campinas: Autores Associados, 2000.

LA TAILLE, Yves de et al. Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. São Paulo: Summus, 1992.

LIMA, A.; ALTHAUS, D. Formação docente continuada, desenvolvimento de práticas pedagógicas em sala de aula e promoção da saúde do professor: relações necessárias. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, Brasília, v. 97, n. 245, p. 97-116, abr. 2016.

NOVAK, J.D.; GOWIN, D.B. Aprendiendo a aprender. Barcelona: Martinez Roca, 1988.

NOVOA, António. Os professores na virada do milênio: do excesso dos discursos à pobreza das práticas. Educação e  Pesquisa, São Paulo, v. 25, n. 1, p. 11-20, jun. 1999.

POZO, J. I. Aprendizes e Mestres: a nova cultura da aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 2002. POZO, J. I. Teorias Cognitivas da Aprendizagem. 3. ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.

PÉREZ GÓMEZ, A. O pensamento prático do professor: a formação do professor como profissional reflexivo. In: NÓVOA, A. Os professores e sua formação. Lisboa, Dom Quixote, 1995. P. 95-114.

ROSENAU, L. S.; ROMANOWSKI, J. P. Estilos de aprendizagem: subsídios para o professor. Revista Educação em Movimento, Curitiba, v. 3, n.7, p. 47-53, 2004.

TARDIF, M. Saberes docentes e formação profissional. 3. Ed. Petrópolis: Vozes, 2002.

TATEO, L. What do you mean by “teacher”? Psychological research on teacher professional identity. Psicologia & Sociedade, Belo Horizonte, v. 24, n. 2, p. 344-353, maio/ago. 2012.

Ementa: Relação histórica entre a Escola e o trabalho no sistema capitalista de produção. Os desafios educacionais na relação com as formas contemporâneas de organização do trabalho e seus diferentes significados frente à reordenação produtiva.

 

Bibliografia Básica:

ANTUNES, R. Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho. 9. Reimpressão. São Paulo: Boitempo, 2007.

BRIDGES, W. Um mundo sem empregos. São Paulo: Makron, 1996.

FRIGOTO, G.. Educação e a crise do capitalismo real. 5. Ed. São Paulo: Cortez, 2003.

HOBSBAWM, E. J. Mundos do trabalho. Rio Janeiro: Paz e Terra, 1987.

SAVIANI, D. Trabalho e educação: fundamentos ontológicos e históricos. Revista Brasileira de Educação, Rio de Janeiro, v.12, n.34, p.152-180. Jan./abr.2007.

 

Bibliografia Complementar:

ANTUNES, R. ALVES, G. As mutações no mundo do trabalho na era da mundialização do capital. Educação & Sociedade, Campinas, v.25, n.87, p.335-351, maio/ago.2004.

APPLE, M. W. Para além da lógica do mercado: compreendendo e opondo-se ao neoliberalismo. Rio de Janeiro: DP&A, 2005.

BUENO, R. et al. Capital e trabalho. Rio Janeiro: Rio Fundo Editora, 1991.

CASTEL, R. As metamorfoses da questão social. São Paulo: Vozes, 1998.

FERRETTI, C. J. Considerações sobre a apropriação das noções de qualificação profissional pelos estudos a respeito das relações entre trabalho e educação. Educação & Sociedade, Campinas, v.25, n.87, p. 401-422, maio/ago.2004.

KURZ, R. O colapso da modernização. São Paulo: Paz e Terra, 1993.

MÉSZÁROS, I. A educação para além do capital. São Paulo: Boitempo, 2005.

NOSELLA, P. A escola de Gramsci. São Paulo: Cortez, 2004.

OLIVEIRA, F. Crítica à razão dualista: o ornotorrinco. São Paulo: Boitempo, 2003.

OLIVEIRA, D. A. Regulação das políticas educacionais na América Latina e suas consequências para os trabalhadores docentes. Educação & Sociedade, Campinas, v.26, n.92, p.753-775, out. 2005.

Ementa: Estudo sobre a relação entre escola, memória e cultura no contexto sócio-político, econômico e educacional e do processo de transmissão e (re) construção das práticas e dos sentidos sociais. Cultura, saberes e práticas escolares sob a perspectiva do seu pensar e fazer cotidiano.

 

Bibliografia Básica:

BOSI, E. Memória e sociedade: lembranças de velhos. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.

CANÁRIO, R. A escola: das “promessas” às “incertezas”. Educação Unisinos, São Leopoldo, v. 12, n. 2, p. 73-81, maio-ago. 2008.

FORQUIN, J.C. Escola e cultura: as bases sociais e epistemológicas do conhecimento escolar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1993.

NÓVOA, A. (Org.). As organizações escolares em análise. 2. Ed. Lisboa: Publicações Dom Quixote; Instituto de Inovação Educacional, 1995.

THOMPSON, P. A voz do passado: história oral. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1998.

 

Bibliografia Complementar:

ALVES, N. Cultura e cotidiano escolar. Revista Brasileira de Educação, Rio de Janeiro, n. 23, p. 62-74, maio/ago. 2003.

CAMARGO, A. Os usos da história oral e da história de vida: trabalhando com elites políticas. Rio de Janeiro: Caipus, 1984.

FERREIRA, E.B.; OLIVEIRA, D. A. (Org.). Crise da escola e políticas educativas. Belo Horizonte: Autêntica, 2009.

FRAGO, A. V. La escuela y la escolaridad como objetos históricos. Facetas y problemas de la historia de la educación. História da Educação, Pelotas, v. 12, n. 25, p. 9-54, maio/ago. 2008.

LAVAL, C. A escola não é uma empresa: o neoliberalismo em ataque ao ensino público. Londrina: Editora Planta, 2004.

LIBÂNEO, J. C.; OLIVEIRA, J. F.; TOSCHI, M. S. Educação escolar: políticas, estrutura e organização. 10. Ed., rev e ampliada. São Paulo: Cortez, 2012.

LIMA, L. C. A escola como organização educativa: uma abordagem sociológica. 4. Ed. São Paulo: Cortez, 2011.

MARIN, A. J. A produção da desigualdade na escolarização: aspectos da vida contemporânea e o trabalho pedagógico. Educação, Porto Alegre, v. 37, n. 1, p. 72-78, jan./abr. 2014.

PARO, Vitor Henrique. Crítica da estrutura da escola. São Paulo: Cortez, 2011.

SILVA JÚNIOR, J.R.; FERRETTI, C. J. O institucional, a organização e a cultura da escola. São Paulo: Xamã, 2004.

Ementa: Estado e sociedade capitalista. O Estado do Bem-Estar Social. Estado e políticas públicas para a educação brasileira. Educação e neoliberalismo. Principais reformas da educação e suas consequências sobre os diferentes níveis de ensino. Os paradoxos das políticas de inclusão educacional no Brasil.

 

Bibliografia Básica:

ARELARO, Lisete Regina Gomes. Educação básica no século XXI: tendências e perspectivas. Impulso, Piracicaba. v. 16, n. 40, p. 35-53, maio/ago. 2005.

BEHRING, Elaine Rossetti; BOSCHETTI, Ivanete. Política social: fundamentos e história. 9. ed. São Paulo: Cortez, 2011.

BOSCHETTI, Ivanete et al. (Org.). Política social no capitalismo: tendências contemporâneas. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2009. 280 p.

CARNOY, Martin. Estado e teoria política. 10. ed. Campinas: Papirus, 1988.

DAHL, Robert A. Um prefácio à teoria democrática. Tradução Ruy Jungmann. Rio de Janeiro: Jorge Zahar,1989.

DARDOT, P.; LAVAL, C. A nova razão do mundo: ensaio sobre a sociedade neoliberal.Tradução Maria Echalar. São Paulo: Boitempo, 2016.

FERREIRA, E. B.; OLIVEIRA, D. A. (Org.). Crise da escola e políticas educativas. Belo Horizonte: Autêntica, 2009.

HARVEY, David. O neoliberalismo: história e implicações. São Paulo: Loyola, 2005.

KRAWCZYK, N. R. Políticas de regulação e mercantilização da educação: socialização para uma nova cidadania? Educação & Sociedade, Campinas, v. 26, n. 92, p. 799-819, out. 2005.

LESSARD, C. CARPENTIER, A. Políticas educativas: a aplicação na prática. Tradução Stephania Matoousek. Petrópolis: Vozes, 2016.

LOMBARDI, J. C.; SANFELICE, J. L. Educação e liberalismo em debate. Campinas: Autores Associados, 2007.

MCCOOL, D. Public policy theories, models, and concepts: an anthology. Prentice Hall, 1995.

NEVES, L. M. V. Educação e política no Brasil de hoje. São Paulo: Cortez, 1994.

PEÑA, Milcíades. O que é o marxismo? São Paulo: Sundermann, 2015.

PISON, J. M. Políticas de bienestar: un estudio sobre los derechos sociales. Madrid: Editorial Tecnos, 1998.

POULANTZAS, Nicos. O Estado, o poder e o socialismo. Rio de Janeiro: Graal, 1980.

SCAFF, Elisangela Alves da Silva; SOUZA, Kellcia Rezende; PAXE, Isaac. Implicações da nova gestão pública para a
Educação: análise comparativa entre Brasil e Angola. Arquivos Analíticos de Políticas Educativas. Arizona, v. 26, n. 129, p. 1-32, out. 2018. Disponível em: https://epaa.asu.edu/ojs/article/view/3602/2144.

 

Bibliografia Complementar:

AFONSO, Almerindo Janela. Reforma do Estado e políticas educacionais: entre a crise do Estado-Nação e a emergência da regulação supranacional. Educação & Sociedade, Campinas, n. 75, p. 15-33, ago.2001.

AZEVEDO, Janete M. L. A educação como política pública. Campinas: Autores Associados, 1997.

BARROSO, João; AFONSO, Natércio (Org.). Políticas educativas: mobilização de conhecimento e modos de regulação. Vila Nova Gaia: Fundação Manuel Leão, 2011.

BORON, Atilo A. Estado, capitalismo e democracia na América Latina. Tradução Emir Sader, 2. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1994.

BOSCHETTI, Ivanete; BEHRING, Elaine; LIMA, Rita de Lourdes de. (orgs.). Marxismo, política social e direitos. São Paulo: Cortez, 2018.

CHESNAIS, François. A mundialização do capital. Tradução Silvana Finzi Foá. São Paulo. Xamã, 1996.

CUNHA, L. A. Educação, estado e democracia no Brasil. São Paulo: Cortez, 1991.

FORRESTER, V. O horror econômico. São Paulo: Editora da UNESP, 1997.

HADDAD, Sérgio (Org.). Banco mundial, OMC e FMI: o impacto nas políticas educacionais. São Paulo: Cortez, 2008.

KRAWCZYK, Nora Rut; VIEIRA, Vera Lúcia. A reforma educacional na América Latina nos anos de 1990: uma perspectiva histórico-sociológica. São Paulo: Xamã, 2008.

KRAWCZYK, Nora; CAMPOS, Maria Malta; HADDAD, Sérgio (Org.).O cenário educacional latino-americano no limiar do século XXI: reformas em debate. Campinas: Autores Associados: 2000.

LAVAL, Christian. A escola não é uma empresa: o neo-liberalismo em ataque ao ensino público. Londrina: Planta, 2004.

LECHNER, E. (Comp.). Estado y política en América Latina. México, D.F: Siglo Veintiuno Editores, 1983.

LESSARD, Claude; CARPENTIER, Anylène. Políticas educativas: a aplicação na prática. Traduação Stephania Matousek. Petrópolis: Vozes, 2016.

LOMBARDI, José Claudinei; SANFELICE, José Luís (Org.). Liberalismo e educação em debate. Campinas: Autores Associados; Histedbr, 2007.

MAGALHÃES, J.P. A. et al. Os anos de Lula: contribuição para um balanço crítico 2003-2010. Garamond, 2010.

NARDI, Elton Luiz; ALMEIDA, Maria de Lourdes Pinto de; VIANA, Isabel Maria Torre Carvalho. Políticas públicas e regulação da educação: temas em debate. Campinas: Mercado de Letras, 2015.

NEVES, Lúcia Maria W. (Org.). O empresariamento da educação: novos contornos do ensino superior no Brasil dos anos de 1990. São Paulo: Xamã, 2002.

OLIVEIRA, D. A. DUARTE, M.R.T. (Org.). Política e trabalho na escola: administração dos sistemas públicos de educação básica. Belo Horizonte: Autêntica, 1999.

OLIVEIRA, Dalila A. Política educacional nos anos 1990: educação básica e empregabilidade. In: DOURADO, Luiz F. PARO, Vitor H. (Org.). Políticas públicas & educação básica. São Paulo: Xamã, 2001, p. 105-121.

PISON, José Martínez de. Políticas de bienestar: un estudio sobre los derechos sociales.Madrid: Editorial Tecnos, 1998.

PONCE, Aníbal. Educação e luta de classes. Tradução José Severo de Camargo Pereira. 23. ed. São Paulo: Cortez, 2010.

SEVERINO, A. J. A política perversa da privatização do ensino. São Paulo: CEDI, Acontecer/Educação, 1990.

TOMMASI, L.; WARDE, M. J; HADDAD, S. (Org.). O Banco Mundial e as políticas educacionais. 2. ed. São Paulo: Cortez, 1998.

WEISS, L. (Ed.). States in the global economy: bringing domestic institutions back in. Cambridge: Cambridge University Press, 2003.

WHITTY, Geoff; POWER, Sally; HALPIN, David. La escuela, el estado y el mercado: delegación de poderes y elección en educación. Traducción Pablo Manzano. Madrid: Morata, 1999.

WOOD, Ellen Meiksins. Democracia contra capitalismo: a renovação do materialismo histórico. Tradução Paulo Cezar Castanheira. São Paulo: Boitempo, 2010.

Ementa: Histórico da Educação Estética. Cosmovisões estéticas e educação contemporânea. Fundamentos da apreciação, da percepção, da expressão, da criatividade e da imaginação. Estética, ética e formação como articulação íntima nos processos formativos dos modos de ser.

 

Bibliografia Básica:

ADORNO, T. W. Teoria estética. Tradução de Artur Morão. Lisboa: Edições 70, 2008.

ADORNO, Theodor. Dialética negativa. Tradução de Marco Antonio Casanova. Rio de Janeiro: Zahar, 2009.

APEL, K. Ética e responsabilidade: o problema da passagem para a moral pós-convencional. Tradução de Jorge Telles Menezes. Lisboa: Instituto Piaget, 2007.

ARISTÓTELES. A política. Tradução de Nestor, Silviera Chaves. 2.ed. Bauru: Edipro, 2009.

FLICKINGER, Hans-Georg. A filosofia política na sombra da secularização. São Leopoldo: Ed. Unisinos, 2016.

HEGEL. Estética. São Paulo: Nova Cultural, 2005.

HERMANN, N. Ética e estética: uma relação quase esquecida. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2005.

LEVINAS, E. De otro modo que ser o más allá de la esencia. Tradução de Antonio Pintor Ramos. 5.ed. Salamanca: Ediciones Sígueme, 2011.

RANCIÈRE, Jacques. Democracia y post-democracia. Ideas y valores, Bogotá, n. 98-99, p.23-40, dez. 1995. Disponível em: . Acesso em: 08 mai. 2018.

RANCIÈRE, Jacques. O ódio à democracia. Tradução de Mariana Echalar. São Paulo: Boitempo, 2014.RANCIÈRE, Jacques. O desentendimento: política e filosofia. Tradução de Ângela Leite Lopes. 2.ed. São Paulo: Editora 34, 2018.

SCHILLER, Friedrich. A educação estética do homem numa série da cartas. Tradução de Roberto Schwarz e Márcio Suzuki 4. ed. São Paulo: Iluminuras, 2002.

SEN, Amartya. Desenvolvimento como liberdade. Tradução de Laura Teixeira Motta. 2. reimpr. São Paulo: Companhia das Letras, 2013.

SEN, Amartya. Sobre ética e economia. Tradução de Laura Teixeira Motta. 1. reimpr. São Paulo: Companhia das Letras, 2012.

 
Bibliografia Complementar:

ARISTÓTELES. Poética. Tradução de Eudoro de Souza, São Paulo: ARS Poética, 1992.

BOZAL, V. (Ed.). História de las ideias estéticas y de las eorias artísticas contemporâneas. Madrid: Visor, 2000.

EFLAND, A.; FREEDMAN, K.; STUHR, P. La educación en el arte posmoderno. Barcelona: Paidós, 2003.

ESTÉVEZ, P. R. A educação estética: experiências da escola cubana. São Leopoldo: Nova Harmonia, 2003.

FARINON, M. J. A educação e o desafio ético do plasmar linguístico. Educação, Porto Alegre, v. 36, n. 3, p. 332-343, set./dez. 2013.

HABERMAS, J. A inclusão do outro: estudos de teoria política. Tradução de George Sperber, Paulo Astor Soehe, Milton Camargo Mota. 3.ed. São Paulo: Loyola, 2007.

HEIDEGGER, M. A origem da obra de arte. Tradução Idalina Azevedo e Manuel de Castro. São Paulo: Edições 70, 2010.

KANT, I.. Crítica da faculdade do juízo. Traduzido da 2. Ed. alemã de 1793 por Valério Rohden e Antonio Marques. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2008.

LEVINAS, E. Humanismo do outro homem. Tradução de Pergentino S. Pivato. Petrópolis: Vozes, 1993.

NIETZSCHE, F. Sujeito e perspectivismo. Seleção de textos de Nietzsche – Notas introdutórias de Antonio Marques. Portugal: Publicações Dom Quixote, 1989.

Ementa: Analisar, sob a perspectiva do direito à educação, as políticas públicas para a formação e profissionalização docente no país, especialmente no pós reforma educacional dos anos 1990.

 

Bibliografia Básica:

BRZEZINSKI, I. (Org.). Formação de Professores: um desafio. Goiânia: UCG, 1996.

DOURADO, L F. A formação de professores e a base comum nacional: questões e proposições para o debate. Revista Brasileira Política e Administração da Educação, v. 29, n.2, p. 367-388, mai/ago. 2013.

FELDFEBER, M.; OLIVEIRA, D. A. (Comps.). Políticas Educativas y trabajo docente: nuevas regulaciones, nuevos sujetos? Buenos Aires: Centro de Publicaciones Educativas y Material Didáctico, 2006.

GATTI, B.; BARRETO, E. S. S. Professores: aspectos de sua profissionalização, formação e valorização social. Brasília: Unesco, 2009.

GATTI, B; BARRETO, E. S. Sá; ANDRÉ, M. E. Políticas docentes no Brasil: um estado da arte. Brasília: UNESCO, 2011.

PIOLLI, Evaldo. A valorização docente na perspectiva do plano nacional de educação (PNE) 2014 -2024. Caderno CEDES, Campinas, v. 35, n. 97, p. 483-491, dez. 2015.

 

Bibliografia Complementar:

APPLE, M.W. Trabalho docente e textos: economia política das relações de classe e de gênero em educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.

CONTRERAS, J. A autonomia de professores. São Paulo: Cortez Editora, 2002. FREITAS, H. C. L. PNE e a formação de professores: contradições e desafios. Revista Retratos da Escola, Brasília, v.8, n.15, p.427-446, jul./dez. 2014.

GERALDI, C. M. G.; FIORENTINI, D.; PEREIRA, E. M. de A. (Org.). Cartografia do trabalho docente. Campinas: Mercado de Letras, 1998.

GOERGEN, P.; SAVIANI, D. (Org.). Formação de professores: a experiência internacional sob o olhar brasileiro. 2. Ed. Campinas: Autores Associados; São Paulo: Nupes, 2000.

NOVOA, A. (Org.). Profissão professor. 2 ed. Porto: Porto Editora, 1992.

SAVIANI, D. et al. O legado educacional do Século XX no Brasil. Campinas: Autores Associados, 2004.

SCHEIBE, L. O projeto de profissionalização docente no contexto da reforma educacional iniciada nos anos 1990. Educar em Revista, Curitiba, n. 24, p. 177-194, 2004.

TANURI, L. M. História da formação de professores. Revista Brasileira de Educação, Rio de Janeiro, n.14. p. 61-88, maio/ago. 2000.

WEBER, S. O Plano Nacional de Educação e a valorização docente: confluência do debate nacional. Cadernos CEDES, Campinas v. 35, n. 97, p. 495-515, set./dez. 2015.

Ementa: Concepções de educação, cultura, linguagem. A linguagem e suas interfaces com a educação em diferentes tendências e teorias. Diferenças no código linguístico, discursos e narrativas.

 

Bibliografia Básica:

ADORNO, T. W. Educação e emancipação. 3. ed. Tradução de Wolfgang Leo Maar. São Paulo: Paz e Terra, 2003.

______. Teoria estética. Tradução de Artur Morão. Lisboa: Edições 70, 2008.

BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 1992.

GADAMER, H. Hermenêutica em retrospectiva: a posição da filosofia na sociedade. Vol. IV. Tradução de Marco Antônio Casanova. Petrópolis: Vozes, 2007.

MARCONDES, D. Filosofia, linguagem e comunicação. 4. Ed. São Paulo: Cortez, 2001.

 

Bibliografia Complementar:

BOUFLEUER, J. P. Pedagogia da ação comunicativa: uma leitura de Habermas. 3. Ed. Ijuí: Ed. Unijuí, 2001.

FIORIN, J. L.; BARROS, D. L. P. Dialogismo, polifonia e intertextualidade. São Paulo: Ed. USP, 1994.

HABERMAS. J. H. O discurso filosófico da modernidade. São Paulo: Martins Fontes, 2002.

HALL, S. A identidade cultural na pós-modernidade. Tradução de Tomaz Tadeu da Silva e
Guacira Lopes Louro. 10. Ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2005.

HEIDEGGER, M. A caminho da linguagem. Tradução Márcia de Sá Cavalcante Schuback. 4.
Ed. Petrópolis: Vozes; Bragança Paulista: Ed. Universitária São Francisco, 2008.

ORLANDI, E. P. Análise do discurso: princípios e procedimentos. Campinas: Pontes, 1999.

SANTOS, F. Platão e a linguagem poética: o prenuncio de uma distinção. Chapecó: Argos, 2008.

SCHNAIDERMAN, B. Turbilhão e sementes. São Paulo: Duas Cidades, 1983.

Ementa: Compreensão da Universidade como espaço/lugar de produção do conhecimento e de subjetividades, numa perspectiva histórica, política e social. Análise da docência como atividade complexa, incluindo os saberes e compromissos do professor na sociedade em tensão. Abordagem das bases epistemológicas e didáticas da prática pedagógica envolvendo o planejamento, a metodologia e a avaliação.

 

Bibliografia Básica:

ALMEIDA, M.; MENDES, V. H. (Org.). (Des) construção da universidade na era dos “pós”: tensões, desafios e alternativas. Campinas: Mercado de Letras, 2010.

AUDY, J. L. N.; MOROSINI, M. (Org.). Inovação e empreendedorismo na universidade. Porto Alegre: Edipucrs, 2006.

BIANCHETTI, L.; SGUISSARDI, V. (Org.). Dilemas da pós-graduação: gestão e avaliação. Campinas: Autores Associados, 2009.

CHAUÍ, M. Escritos sobre a universidade. São Paulo: Unesp, 2001.

SILVA JÚNIOR, J. R.; OLIVEIRA, J. F.; CATANI, A. M. (Org.). Educação superior no Brasil: tempos de internacionalização. São Paulo: Xamã, 2010.

 

Bibliografia Complementar:

ALMEIDA, Maria de Lourdes Pinto de (Org.). Produção do conhecimento científico e formação do pesquisador na América Latina: as investigações de políticas educacionais em xeque! Campinas, SP: Mercado de Letras, 396 p. (Série Educação geral, Educação superior e Formação continuada do educador). 2017.

ALMEIDA, Maria de Lourdes Pinto de; SCHNEIDER, Marilda Pasqual; VÁZQUEZ, Jaime Moreles (Org.). Estado, políticas públicas e educação. Campinas, SP: Mercado de Letras, 379 p. (Educação geral, educação superior e formação continuada do educador). 2016.

FREITAS, L. G.; MARIZ, R. S.; CUNHA FILHO, J. L. da (Org.). Educação Superior: princípios, finalidades e formação continuada de professores. Brasília: Liber Livro, 2010.

GENTILI, P. (Org.). Universidades na penumbra: neoliberalismo e reestruturação universitária. São Paulo: Cortez, 2001.

GHISOLFI, J.C. Políticas de educação superior norte-americanas: faça o que digo mas não faça o que faço? São Paulo: Cortez, 2004.

LIMA, K. R.S.; NEVES, L. M. W. (Org.). Educação superior: uma reforma em processo. São Paulo: Xamã, 2006.

MANCEBO, D.; SILVA JÚNIOR, J.R.; OLIVEIRA, J. F.; CATANI, A. M. (Org.). Reformas da educação superior: cenários passados e contradições do presente. São Paulo: Xamã, 2009.

MANCEBO, D.; VALE, A. A.; MARTINS, T. B. Políticas de expansão da educação superior no Brasil: 1995-2010. Revista Brasileira de Educação, Rio de Janeiro, v. 20 n. 60, jan./mar. 2015.

MINTO, L. W. As reformas do ensino superior no Brasil: o público e o privado em questão. Campinas: Autores Associados, 2006.

MOROSINI, M. (Org.). Universidade no Brasil: concepções e modelos. Brasília: Inep, 2006.

PEREIRA, E. M. de A.; ALMEIDA, M. de L. P. (Org.). Universidade contemporânea: políticas do processo de Bolonha. Campinas: Mercado de Letras, 2009.

SGUISSARDI, V. (Org.). Educação superior: velhos e novos desafios. São Paulo: Xamã, 2000.

STROBEL NETO, Walter; ALMEIDA, Maria de Lourdes Pinto de. Políticas de educação superior e formação de professores: (de) lineamentos de uma construção coletiva para o curso de pedagogia. Campinas, SP: Mercado de Letras, 222 p. (Série Educação geral, educação superior e formação continuada do educador). 2017.

Ementa: Políticas públicas para a educação no contexto da globalização. Orientações dos organismos internacionais para a gestão educacional. Gerenciamento da educação e dispositivos de regulação: introdução de mecanismos de regulação baseados na gerência empresarial. Desdobramentos das políticas de gestão na formação e no trabalho docente.

 

Bibliografia Básica:

AFONSO, A. J. Reforma do Estado e políticas educacionais: entre a crise do Estado-Nação e a emergência da regulação supranacional. Educação & Sociedade, Campinas, n. 75, p. 15- 33, ago. 2001.

BARROSO, J. (Org.). A escola pública: regulação, desregulação e privatização. Porto: ASA, 2003.

LAVAL. C. A escola não é uma empresa: o ataque neoliberal ao ensino público. Londrina: Editora Planta, 2004.

OLIVEIRA, D. A.; DUARTE, Adriana. Políticas públicas e educação: regulação e conhecimento. Belo Horizonte: Fino Traço, 2011.

WHITTY, G.; POWER, S.; HALPIN, D. La escuela, el estado y el mercado: delegación de poderes y elección en educación. Traducción Pablo Manzano. Madrid: Morata, 1999.

 

Bibliografia Complementar:

BANCO MUNDIAL. Prioridades y estrategias para la educación: examen del Banco Mundial. Washington, D.C.: Banco Mundial, 1996.

BORON, A. A. Estado, capitalismo e democracia na América Latina. Tradução Emir Sader, 2. Ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1994.

FERREIRA, E. B.; OLIVEIRA, D. A. (Org.). Crise da escola e políticas educativas. Belo Horizonte, Autêntica, 2009.

HOFLING, E. M. Estado e políticas (públicas) sociais. Cadernos Cedes. Campinas, ano XXI, n. 55, p. 30-41, nov.2001.

KRAWCZYK, N. R. Políticas de regulação e mercantilização da educação: socialização para uma nova cidadania? Educação & Sociedade, Campinas, v. 26, n. 92, p. 799-819, out. 2005.

OFFE, C. Problemas estruturais do Estado capitalista. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1984.

PAIVA, V.; WARDE, M. J. Novo paradigma de desenvolvimento e centralidade do ensino básico. Educação & Sociedade, Campinas, n. 44, p. 11-32, abr. 1993.

SILVA JÚNIOR, J. R. Reforma do Estado e da Educação no Brasil de FHC. São Paulo: Xamã, 2002.

SILVA, M. A. Intervenção e consentimento: a política educacional do Banco Mundial. Campinas: Autores Associados, 2002.

TOMASI, L.; WARDE, M. J.; HADDAD, S. (Org.). O Banco Mundial e as políticas educacionais. Tradução Mônica Corullón. 2. ed. São Paulo: Cortez, 1998.

Ementa: Organização e desenvolvimento dos processos pedagógicos, de ensino e de aprendizagem. Modelos curriculares e as diretrizes curriculares nacionais. Processo de produção do conhecimento e metodologias inovadoras. A teoria da prática: da visão linear a complexidade. A relação professor, estudante e conhecimento. Avaliação da aprendizagem.

 

Bibliografia Básica:

ANASTASIOU, L.; PIMENTA, S. G. Docência na educação superior. São Paulo, Cortez, 2002.

POLTRONIERI, H.; CALDERÓN, A. I. Avaliação da aprendizagem na educação superior: a produção científica da revista Estudos em Avaliação Educacional em questão. Avaliação, Campinas; Sorocaba, v. 20, n. 2, p. 467-487, jul. 2015.

RIOS, T. A. Compreender e ensinar: por uma docência da melhor qualidade. São Paulo, Cortez, 2001.

VEIGA, I. A. P.; CASTANHO M.E. (Org.). Pedagogia universitária: a aula em foco. Campinas: Papirus. 2000.

ZABALZA, M. O ensino universitário e seus protagonistas. Porto Alegre: Artmed, 2004.

 

Bibliografia Complementar:

BEHRENS, M. A. Novas tecnologias e mediação pedagógica. Campinas, SP: Papirus, 2000.

CASTANHO, S.; CASTANHO, M.E. O que há de novo na educação superior. Campinas: Papirus, 2000.

CUNHA, M. I. (Org.). Reflexões e práticas em pedagogia universitária. Campinas: Papirus, 2007.

MEIRIEU, P. Aprender...sim, mas como? Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.

MOROSINI, M. C. (Org.). Professor do ensino superior: identidade, docência e formação. 2. Ed. Brasília: Plano, 2001.

PIMENTA, S. G. Saberes pedagógicos e atividade docente. São Paulo: Cortez, 1999.

SANTOS, B. de S. Um discurso sobre as ciências. Porto: Edições Afrontamento, 1999.

STRUYVEN, K.; DOCHY, F.; JANSSENS, S. Students’ perceptions about evaluation and assessment in higher education: a review. Assessment and Evaluation in Higher Education, v. 30, n. 4, p. 325–341, aug. 2005.

ZABALA, A. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.

Ementa: Espaço destinado à discussão de temas emergentes em educação, resultados de pesquisa e temas relacionados às necessidades e interesses dos pós-graduandos e das linhas e grupos de pesquisa, conduzidos por pesquisadores do Programa e/ou convidados, especialmente os vinculados com instituições com as quais o Programa possui parcerias. Em cada oferta, a denominação e a ementa da atividade complementar serão aprovadas pelo Colegiado do Programa.

 

Bibliografias:

As bibliografias básica e complementar serão definidas pelas Linhas de Pesquisa, considerando os temas e objetos de investigação dos professores e pós-graduandos do Programa e dos professores convidados.

Ementa: Espaço destinado à discussão de temas emergentes em educação, resultados de pesquisa e temas relacionados às necessidades e interesses dos pós-graduandos e das linhas e grupos de pesquisa, conduzidos por pesquisadores do Programa e/ou convidados, especialmente os vinculados com instituições com as quais o Programa possui parcerias. Em cada oferta, a denominação e a ementa da atividade complementar serão aprovadas pelo Colegiado do Programa.

 

Bibliografias:

As bibliografias básica e complementar serão definidas pelas Linhas de Pesquisa, considerando os temas e objetos de investigação dos professores e pós-graduandos do Programa e dos professores convidados.

Ementa: Espaço destinado à discussão de temas emergentes em educação, resultados de pesquisa e temas relacionados às necessidades e interesses dos pós-graduandos e das linhas e grupos de pesquisa, conduzidos por pesquisadores do Programa e/ou convidados, especialmente os vinculados com instituições com as quais o Programa possui parcerias. Em cada oferta, a denominação e a ementa da atividade complementar serão aprovadas pelo Colegiado do Programa.

 

Bibliografias:

As bibliografias básica e complementar serão definidas pelas Linhas de Pesquisa, considerando os temas e objetos de investigação dos professores e pós-graduandos do Programa e dos professores convidados.

Ementa: Análise do pensamento educacional no campo do currículo, com explicitação das tendências e das matrizes teóricas que o produzem. Constituição das disciplinas escolares no contexto da construção histórica do currículo. Abordagem do campo do currículo e sua articulação com as práticas pedagógicas. Relações entre currículo e avaliação, considerando especialmente a institucionalização do sistema nacional de avaliação.

 

Bibliografia Básica:

ALVES, M. P.; MACHADO, E. Avaliação com sentido(s): contributos e questionamentos. Santo Tirso: De Facto, 2008.

CARVALHO, M. H. C. (Org.). Avaliação da aprendizagem – da regulação à emancipação: fundamentos e práticas. Recife: Centro Paulo Freire; Bagaço, 2006.

ESTEBAN, M. T. (Org.). Escola, currículo e avaliação. 4.ed. São Paulo: Cortez, 2013.

GOODSON, I. F. O currículo em mudança: estudos na construção social do currículo. Porto: Porto Ed., 2001.

LOPES, A. C.; MACEDO, E. Teorias de currículo. São Paulo: Cortez, 2011.

 

Bibliografia Complementar:

ALVES, M. P.; MORGADO, J. C. Avaliação em educação: políticas, processos e práticas. Santo Tirso: De Facto, 2012.

LOPES, A. C.; MACEDO, E. (Org.). Currículo: debates contemporâneos. São Paulo: Cortez, 2010.

MOREIRA, A. F.; SILVA, T. T. Currículo, cultura e sociedade. 8. Ed. São Paulo: Cortez, 2005.

PACHECO, J.A. Políticas de integração curricular. Porto: Asa, 2000.

______. Teoria curricular crítica: os dilemas (e contradições) dos educadores críticos. Revista Portuguesa de Educação,

Braga, v. 14, n.1, p.49-71, 2001.

SACRISTÁN, J. G. O currículo: uma reflexão sobre a prática. 3. Ed. Porto Alegre: Artmed, 1998.

SCHNEIDER, M.P.; DURLI, Z. Propostas curriculares para o ensino fundamental de nove anos: multirregulações e as influências das avaliações em larga escala. Revista Teias, Itajaí, v.13, n.27, p. 177-190. Jan./ abr. 2012.

SILVA, J. F.; HOFFMANN, J.; ESTEBAN, M. T. (Org.). Práticas avaliativas e aprendizagens significativas em diferentes áreas do currículo. Porto Alegre: Mediação, 2003.

SILVA, T. T. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. 3. Ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2009.

YOUNG, M. F.D. O futuro da educação em uma sociedade do conhecimento: o argumento radical em defesa de um currículo centrado em disciplinas. Revista Brasileira de Educação, Rio de Janeiro, v.16, n.48, p.609-623. Set./dez. 2011.

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