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Professores participam do Fórum Nacional do Trigo e do Congresso Brasileiro de Engenharia Agrícola

Por: Karine Bender
imprensa.smo@unoesc.edu.br
09 de Agosto de 2017

O professor do curso de Agronomia da Unoesc, André Sordi, participou, no final do mês de julho, da 11ª Reunião da Comissão Brasileira de Pesquisa de Trigo e Triticale e do Fórum Nacional do Trigo, realizado em Cascavel (PR). Durante o evento, o professor apresentou duas pesquisas de autoria de professores e acadêmicos do curso: "Rendimento do trigo submetido à inoculação  com Azospirillum Brasilense fertilizado com Nitrogênio Mineral" e  "Trigo de Duplo-Propósito BRS Tarumã submetido a diferentes doses de Nitrogênio e números de cortes", que rendeu o segundo lugar na Subcomissão de Ecologia, Fisiologia  e Práticas Culturais.

André destaca que o evento teve o objetivo de discutir o cenário nacional da cultura do trigo e discutir soluções para a expansão da triticultura no País.

— O cenário do cultivo de trigo é desfavorável no Brasil. Os agricultores estão tendo problemas devido à oscilação de preços no mercado externo. Nos últimos anos, o preço baixo desmotivou vários triticultores tradicionais, que acabaram migrando para outras culturas de inverno — avalia o professor.

O curso também esteve representado no "46º Congresso Brasileiro de Engenharia Agrícola: a importância da Engenharia Agrícola para a Segurança Alimentar", realizado entre os dias 30 de julho e 03 de agosto, em Maceió (AL). Durante o evento, o professor Cristiano Lajus foi moderador da sessão de máquinas e mecanização agrícola.

— O tema Engenharia Agrícola x Segurança Alimentar aborda o universo tecnológico mobilizado pela cadeia produtiva de alimentos, no Brasil, e dá evidência ao crescimento do agronegócio, na atualidade, com sustentabilidade — ressalta o professor.

Os professores Clério Hickmann e Claudia Klein também participaram do 4º Encontro Regional de Plantio Direto na Palha, realizado no final do mês de julho, em Chapecó. O encontro debateu desafios, perspectivas e a qualidade do plantio direto. Segundo a coordenadora do curso, professora Claudia Klein, a atualização dos conhecimentos dos professores é necessária para a construção do saber em sala de aula.

— A profissão de engenheiro agrônomo exige a renovação constante dos conhecimentos, já que, a cada momento, surgem novas tecnologias — finaliza. 

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