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Pró-reitor da Unoesc participa de eventos da SBPC e do Foprop na UFMG

Por: Dhébora Santiago
dhebora.santiago@unoesc.edu.br
02 de Agosto de 2017

Em julho, o pró-reitor de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão da Unoesc, professor Fábio Lazzarotti, participou de dois eventos em Belo Horizonte (MG). O primeiro compromisso foi a reunião de trabalho do Diretório Nacional do Fórum Nacional de Pró-Reitores de Pesquisa e Pós-graduação (Foprop) das Instituições de Ensino Superior (IES) brasileiras. Além de membro deste grupo, o professor Fábio é o vice-coordenador da Região Sul (gestão 2016-2017), representando a Unoesc. Na sequência, ele participou da 69ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).

A reunião com os membros do Diretório Nacional do Foprop ocorreu na manhã do dia 17 de julho, nas dependências da Reitoria da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O Foprop é uma entidade sem fins lucrativos, constituída pelos pró-reitores de pesquisa e pós-graduação ou ocupantes de cargos equivalentes das instituições brasileiras de ensino superior, que mantenham estruturas formalmente constituídas de pesquisa e pós-graduação.

Durante o encontro, a diretora de Relações Internacionais da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Concepta Macmanus, apresentou os resultados dos questionários preenchidos pelos pró-reitores no mês de abril, e explicou os editais de fomento à internacionalização que serão lançados no final de setembro ou início de outubro. Ela informou também que serão investidos cerca de 550 milhões por ano nos referidos editais, e que os programas existentes de fomento à internacionalização não serão extintos.

Após a reunião, os membros do Diretório Nacional participaram da palestra com o presidente da Capes, Abilio Baeta Neves, na 69ª Reunião Anual da SBPC, sobre avaliação da pós-graduação. Ele destacou as dificuldades financeiras que a Capes vem enfrentando desde 2015, ano em que a agência cortou bolsas, PROAP e PROEX, e que, apesar disso, o PIBID e os investimentos aos Programas em rede de formação de professores serão mantidos.

Em seguida, o presidente da Capes analisou o processo da avaliação quadrienal da pós-graduação, no qual 4,2 mil programas e mais de 6 mil cursos estão sendo avaliados, e ressaltou alguns desafios que precisam ser enfrentados pela Capes e pelas IES. Um desafio ainda colocado é a questão das assimetrias regionais. O outro diz respeito à fragmentação de cursos no interior das IES sem muito critério. Destacou, em terceiro lugar, a necessidade das IES de elaborarem o seu próprio Plano de Desenvolvimento da Pós-Graduação. Para ele, as instituições precisam definir, claramente, as áreas e os cursos de pós-graduação que pretendem implantar, pois isso evita a duplicação de cursos, com linhas muito parecidas.

A presidente da SBPC, professora Helena Nader, finalizou destacando que o modelo de avaliação atual foi muito importante e cumpriu o seu papel, e que agora deve ser revisto e aprimorado. Destacou que o Ranking Universitário Folha (RUF) não expressa a qualidade das IES e sim números, bem como pontuou a questão da supervalorização das bolsas de produtividade nos Programas por algumas áreas da Capes.

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