Arquitetura e Urbanismo faz viagem de estudos a Buenos Aires
Os acadêmicos da 7ª fase do curso de Arquitetura e Urbanismo, do Campus de Xanxerê, realizaram viagem de estudos a Buenos Aires. A atividade, que ocorreu no período de 28 de junho a três de julho, ocorreu durante o componente curricular de Viagem de Estudos, ministrado pela professora Mery Cristina Cozer.
No repertório visual e cultural da atividade, arquitetura – sem dúvida – acrescida de muita música, dança, moda, pintura, escultura, gastronomia e arte. Para a professora Karina Tissiani, que acompanhou a turma, a viagem foi marcada por diversas experiências formativas não só no campo da arquitetura, mas também em várias áreas do conhecimento.
– E isso faz com que o acadêmico tenha uma visão global do mundo ao seu redor – complementa.
A professora observa, ainda, que viagens com o foco no objeto de estudo do curso fazem com que os acadêmicos adquiram vivência e experiências no campo que será futuramente seu ramo no mercado de trabalho.
Aquisição de conhecimentos
Para o acadêmico Kelvin Henrique Paludo, a viagem de estudos, além de enriquecer o conhecimento específico da área, também oportunizou a aquisição de outros conhecimentos.
– Assim, a visão adquirida através da junção entre o estudo teórico e a visitação torna-se muito mais completa e abrangente, sendo de grande importância para a formação de nossa cultura – avalia.
Tratando-se de Arquitetura, a acadêmica Paula Martieli Dill Santos ressalta que a cidade de Buenos Aires possui influências do mundo inteiro, seja em museus, praças ou em prédios históricos. Para ela, como contribuição para o curso de Arquitetura e Urbanismo, a viagem serviu como uma grande demonstração das manifestações arquitetônicas.
– Muitos estilos de edificações foram visitados; dentre eles, destaca-se o estilo francês e o eclético, e uma grande quantidade de edificações de estilo clássico. Também é possível perceber a relação entre todas as construções históricas e as novas edificações de estilo moderno e traçado leve, ou seja, é um exemplo de como as manifestações arquitetônicas de diferentes épocas de uma cidade podem coexistir e serem preservadas – ressalta.








